Arquivo de Série Jornalismo a Rigor - Insular https://novo.insular.com.br/categoria-produto/serie-jornalismo-a-rigor/ Editora Insular Wed, 11 Feb 2026 17:11:27 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 Ideologia e Técnica da Notícia https://novo.insular.com.br/produto/ideologia-e-tecnica-da-noticia/ https://novo.insular.com.br/produto/ideologia-e-tecnica-da-noticia/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:29:21 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/ideologia-e-tecnica-da-noticia/ SÉRIE JORNALISMO A RIGOR VOLUME 5 Autor: Nilson Lage ISBN: 978-65-88401-98-9 Páginas: 152 Ano: 2021 No dia em que se escrever a história dos estudos de jornalismo no Brasil, Ideologia e Técnica da Notícia vai estar incluído no seleto grupo dos clássicos da área. Obra da juventude do professor Nilson Lage, resultado de sua dissertação […]

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SÉRIE JORNALISMO A RIGOR VOLUME 5

Autor: Nilson Lage

ISBN: 978-65-88401-98-9

Páginas: 152
Ano: 2021

No dia em que se escrever a história dos estudos de jornalismo no Brasil, Ideologia e Técnica da Notícia vai estar incluído no seleto grupo dos clássicos da área. Obra da juventude do professor Nilson Lage, resultado de sua dissertação de mestrado em comunicação, esta obra lançou a semente de uma revolução que principiou a mudar a maneira da universidade brasileira ver o jornalismo, e também o modo do jornalismo ver a universidade. De um lado, a profissão passou a ser vista como objeto digno da atenção da ciência, superando o palavreado vazio de certa comunicologia. De outro, a universidade começou a ser reconhecida como espaço privilegiado para impulsionar o aprimoramento do ofício, através da compreensão de seus fundamentos e de sua especifidade, indo muito além da crítica ideológica simplificadora em voga na época do seu aparecimento. Publicado originalmente em 1979 e reeditado em 1981 e 2001, o livro voltou a tornar-se uma raridade cobiçada, e seu relançamento quase uma década depois vem facilitar o acesso ao texto por parte das novas gerações. Vão encontrar aqui, numa linguagem de mestre, a afirmação de uma vocação insubstituível e o espírito de uma época em que ela representou um baluarte na resistência ao autoritarismo.

O Autor
Em pesquisa realizada na virada do século pela Revista Imprensa, Nilson Lemos Lage foi apontado entre os autores que mais influenciaram os professores de jornalismo no Brasil. Como profissional, fez carreira nos principais órgãos de imprensa do Rio de Janeiro e participou da geração que modernizou a linguagem jornalística do país, a partir do Diário Carioca e do Jornal do Brasil. Como acadêmico, participou da formação de gerações de jornalistas na UFRJ, na UFF na UFSC e também em instituições privadas, e por muitos anos foi a voz mais respeitada pela categoria profissional e pelo MEC em assuntos relacionados ao ensino e à pesquisa em jornalismo. Desde sua aposentadoria como professor titular da UFSC, em 2006, continua trabalhando como palestrante e consultor.
Jornal – Noticias – Verdade na Noticia

SÉRIE JORNALISMO A RIGOR

“Se a teoria na prática é outra, então há algo errado na teoria.” Com esta constatação, feita há duas décadas, Adelmo Genro Filho nos desafiou a construir uma autêntica Teoria do Jornalismo. Mas, como na mesma época observou Nilson Lage, essa seria uma tarefa para mais de uma geração. A Série Jornalismo a Rigor é uma iniciativa da Editora Insular, em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da UFSC, que vem se somar a este esforço coletivo que já tem história no campo. Objetiva publicar reflexões acadêmicas de alto nível que contribuam para elevar o senso crítico e a qualidade da prática do Jornalismo como atividade intelectual.

Com vocação multidisciplinar, a Série aponta, no entanto, para a construção de uma Teoria do Jornalismo de direito próprio, que responda às questões suscitadas de dentro desta importante prática cultural. Procura assim ajudar na superação do complexo de inferioridade de uma área que se deixou colonizar intelectualmente. Não deixa, com isso, de agregar as contribuições das áreas vizinhas, mas, como propunha Otto Groth, as situa sempre como “ciências auxiliares” da nova disciplina. Busca também enfrentar os muitos preconceitos contra o Jornalismo, gerados em setores acadêmicos e campos sociais outros, e tantas vezes internalizados de forma a-crítica pelas escolas de comunicação.

A Série Jornalismo a Rigor entende a Teoria como um percurso que necessariamente se distancia da prática, mas apenas para vê-la de um outro modo. Objetiva voltar a ela para transformá-la, e perde o sentido se ficar no meio do caminho: Paulo Freire advertia que o mero “balé dos conceitos” vira uma atividade supérflua que distrai a vida acadêmica e a afasta da realidade. Como nas Teses sobre Feuerbach, a práxis aqui é vista como fundamento autêntico e finalidade de toda a teoria. A práxis em que está focada a Série é a que ocorre no Jornalismo, produção social de conhecimento diferenciada, estratégica e imprescindível para a sociedade contemporânea. Que, por tudo isso, precisa sempre ser melhor pensada.

Eduardo Meditsch
Diretor da Série Jornalismo a Rigor

 

 

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As finalidades do jornalismo https://novo.insular.com.br/produto/as-finalidades-do-jornalismo/ https://novo.insular.com.br/produto/as-finalidades-do-jornalismo/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:21:21 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/as-finalidades-do-jornalismo/ Série Jornalismo a Rigor Volume 15 Autora: Gisele Dotto Reginato ISBN: 978-85-524-0153-7 Páginas: 278 Peso: 346g Ano: 2019 Há tempo demais o papel do jornalismo tem sido tomado como autoevidente. Ora, “todo mundo sabe” qual é o papel do jornalismo, certo? Na verdade, não. O que temos aqui é uma espécie de carta finamente desenhada […]

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Série Jornalismo a Rigor Volume 15

Autora: Gisele Dotto Reginato

ISBN: 978-85-524-0153-7

Páginas: 278

Peso: 346g

Ano: 2019

Há tempo demais o papel do jornalismo tem sido tomado como autoevidente. Ora, “todo mundo sabe” qual é o papel do jornalismo, certo? Na verdade, não.
O que temos aqui é uma espécie de carta finamente desenhada para que possamos navegar na teleologia do jornalismo. Primeiro, o livro nos oferece um mapeamento abrangente do que os teóricos afirmam ser função do jornalismo. Depois, recupera e analisa falas de veículos, jornalistas e leitores para compreender o que esses sujeitos pensam sobre o tema. Por fim, elabora uma consistente lista de 12 finalidades que, na visão da autora, devem ser cumpridas pelo jornalismo.
Marcia Benetti (Trecho do prefácio)

“Se a teoria na prática é outra, então há algo errado na teoria.” Com esta constatação, feita há duas décadas, Adelmo Genro Filho nos desafiou a construir uma autêntica Teoria do Jornalismo. Mas, como na mesma época observou Nilson Lage, essa seria uma tarefa para mais de uma geração. A Série Jornalismo a Rigor é uma iniciativa da Editora Insular, em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da UFSC, que vem se somar a este esforço coletivo que já tem história no campo. Objetiva publicar reflexões acadêmicas de alto nível que contribuam para elevar o senso crítico e a qualidade da prática do Jornalismo como atividade intelectual. Com vocação multidisciplinar, a Série aponta, no entanto, para a construção de uma Teoria do Jornalismo de direito próprio, que responda às questões suscitadas de dentro desta importante prática cultural. Procura assim ajudar na superação do complexo de inferioridade de uma área que se deixou colonizar intelectualmente. Não deixa, com isso, de agregar as contribuições das áreas vizinhas, mas, como propunha Otto Groth, as situa sempre como “ciências auxiliares” da nova disciplina. Busca também enfrentar os muitos preconceitos contra o Jornalismo, gerados em setores acadêmicos e campos sociais outros, e tantas vezes internalizados de forma acrítica pelas escolas de comunicação.
A Série Jornalismo a Rigor entende a Teoria como um percurso que necessariamente se distancia da prática, mas apenas para vê-la de um outro modo. Objetiva voltar a ela para transformá-la, e perde o sentido se ficar no meio do caminho: Paulo Freire advertia que o mero “balé dos conceitos” vira uma atividade supérflua que distrai a vida acadêmica e a afasta da realidade. Como nas Teses sobre Feuerbach, a práxis aqui é vista como fundamento autêntico e finalidade de toda a teoria. A práxis em que está focada a Série é a que ocorre no Jornalismo, produção social de conhecimento diferenciada, estratégica e imprescindível para a sociedade contemporânea. Que, por tudo isso, precisa sempre ser melhor pensada.

Eduardo Meditsch (Diretor da Série Jornalismo a Rigor)

Gisele Dotto Reginato é jornalista formada pela Universidade Federal de Santa Maria – UFSM, onde também fez o Mestrado em Comunicação, e Doutora em Comunicação e Informação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS. Jornalista concursada do Estado do Rio Grande do Sul, atuou na Fundação de Economia e Estatística e atualmente trabalha na área da segurança pública, na assessoria de imprensa da Superintendência dos Serviços Penitenciários. Integra o Núcleo de Pesquisa em Jornalismo – UFRGS/CNPq.

 

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Jornalistas e feministas: a construção da perspectiva de gênero no jornalismo https://novo.insular.com.br/produto/jornalistas-e-feministas-a-construcao-da-perspectiva-de-genero-no-jornalismo/ https://novo.insular.com.br/produto/jornalistas-e-feministas-a-construcao-da-perspectiva-de-genero-no-jornalismo/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:21:12 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/jornalistas-e-feministas-a-construcao-da-perspectiva-de-genero-no-jornalismo/ SÉRIE JORNALISMO A RIGOR VOLUME 14 Autora: Jessica Gustafson ISBN: 978-85-524- 0140-7 Páginas: 268 Peso: 350g Ano: 2019 A reflexão a respeito de um Jornalismo feminista apresentada no livro de Jessica Gustafson é um olhar denso e crítico, ao mesmo tempo sensível, com rigor aos conceitos, métodos e técnicas, que busca primeiramente um mergulho histórico dos […]

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SÉRIE JORNALISMO A RIGOR VOLUME 14

Autora: Jessica Gustafson

ISBN: 978-85-524- 0140-7

Páginas: 268

Peso: 350g

Ano: 2019

A reflexão a respeito de um Jornalismo feminista apresentada no livro de Jessica Gustafson é um olhar denso e crítico, ao mesmo tempo sensível, com rigor aos conceitos, métodos e técnicas, que busca primeiramente um mergulho histórico dos Estudos de Gênero, contextualizando o surgimento do movimento feminista nos Estados Unidos, na Europa e no Brasil, situando as diferentes frentes feministas e dando ênfase à perspectiva de crítica à Ciência, tendo o conceito de objetividade corporificada de Donna Haraway um destaque central no trabalho, por estar diretamente relacionado à problematização em torno da objetividade jornalística.
(…)
O livro Jornalistas e Feministas mostra, em essência, a possibilidade de existência de uma objetividade feminista no jornalismo, a partir das perspectivas de muitas mulheres, sejam elas jornalistas ou fontes de notícias, com diferentes localizações, que nos ensinam a partir de uma experiência transformadora. Por essa razão, caras leitoras e leitores deste livro, o trabalho da Jessica Gustafson é uma importante contribuição para responder à pergunta sobre o porquê de um jornalismo feminista, assim como para mostrar a potência dessa perspectiva que pensa nas questões de gênero e atua para a transformação de uma sociedade que seja mais justa, humana, igualitária e empática e que privilegie o respeito à diversidade humana. Daiane Bertasso

“Se a teoria na prática é outra, então há algo errado na teoria.” Com esta constatação, feita há duas décadas, Adelmo Genro Filho nos desafiou a construir uma autêntica Teoria do Jornalismo. Mas, como na mesma época observou Nilson Lage, essa seria uma tarefa para mais de uma geração. A Série Jornalismo a Rigor é uma iniciativa da Editora Insular, em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da UFSC, que vem se somar a este esforço coletivo que já tem história no campo. Objetiva publicar reflexões acadêmicas de alto nível que contribuam para elevar o senso crítico e a qualidade da prática do Jornalismo como atividade intelectual.
Com vocação multidisciplinar, a Série aponta, no entanto, para a construção de uma Teoria do Jornalismo de direito próprio, que responda às questões suscitadas de dentro desta importante prática cultural. Procura assim ajudar na superação do complexo de inferioridade de uma área que se deixou colonizar intelectualmente. Não deixa, com isso, de agregar as contribuições das áreas vizinhas, mas, como propunha Otto Groth, as situa sempre como “ciências auxiliares” da nova disciplina. Busca também enfrentar os muitos preconceitos contra o Jornalismo, gerados em setores acadêmicos e campos sociais outros, e tantas vezes internalizados de forma acrítica pelas escolas de comunicação.
Série Jornalismo a Rigor entende a Teoria como um percurso que necessariamente se distancia da prática, mas apenas para vê-la de um outro modo. Objetiva voltar a ela para transformá-la, e perde o sentido se ficar no meio do caminho: Paulo Freire advertia que o mero “balé dos conceitos” vira uma atividade supérflua que distrai a vida acadêmica e a afasta da realidade. Como nas Teses sobre Feuerbach, a práxis aqui é vista como fundamento autêntico e finalidade de toda a teoria. A práxis em que está focada a Série é a que ocorre no Jornalismo, produção social de conhecimento diferenciada, estratégica e imprescindível para a sociedade contemporânea. Que, por tudo isso, precisa sempre ser melhor pensada. Eduardo Meditsch  – Diretor da Série Jornalismo a Rigor

Jessica Gustafson é graduada em Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), especializada em Gênero e Sexualidade pelo Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos do Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (CLAM/IMS/UERJ), mestra em Jornalismo e doutoranda em Jornalismo no Programa de Pós-Graduação em Jornalismo (PPGJOR) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

 

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Jornalismo, conhecimento e contexto https://novo.insular.com.br/produto/jornalismo-conhecimento-e-contexto/ https://novo.insular.com.br/produto/jornalismo-conhecimento-e-contexto/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:16:44 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/jornalismo-conhecimento-e-contexto/ Pensamento complexo para uma atividade em transformação Série Jornalismo a Rigor volume 16 Autora: Ana Paula Lückman ISBN: 978-65-88401-07-1 Páginas: 264 Numa época em que as informações circulam de forma intensa, acelerada e descentralizada, torna-se mais visível a importância dada por jornalistas e pesquisadores ao papel do jornalismo na contextualização dos acontecimentos. Embora o papel […]

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Pensamento complexo para uma atividade em transformação

Série Jornalismo a Rigor volume 16

Autora: Ana Paula Lückman

ISBN: 978-65-88401-07-1

Páginas: 264

Numa época em que as informações circulam de forma intensa, acelerada e descentralizada, torna-se mais visível a importância dada por jornalistas e pesquisadores ao papel do jornalismo na contextualização dos acontecimentos. Embora o papel de contextualizar já apareça em estudos clássicos, é na virada para o século XXI, com todos os desafios e potencialidades trazidos pelas redes digitais, que a pesquisa em jornalismo parece voltar sua atenção para o contexto. Neste livro, a autora aprofunda a discussão sobre o significado teórico do contexto para o jornalismo e, com apoio da teoria da complexidade, propõe a inclusão dessa noção entre os conceitos estruturantes da área. Nessa perspectiva, ao contextualizar os acontecimentos, o jornalismo ganha força como forma de conhecimento social.
“Se a teoria na prática é outra, então há algo errado na teoria.” Com esta constatação, feita há duas décadas, Adelmo Genro Filho nos desafiou a construir uma autêntica Teoria do Jornalismo. Mas, como na mesma época observou Nilson Lage, essa seria uma tarefa para mais de uma geração. A Série Jornalismo a Rigor é uma iniciativa da Editora Insular, em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da UFSC, que vem se somar a este esforço coletivo que já tem história no campo. Objetiva publicar reflexões acadêmicas de alto nível que contribuam para elevar o senso crítico e a qualidade da prática do Jornalismo como atividade intelectual.
Com vocação multidisciplinar, a Série aponta, no entanto, para a construção de uma Teoria do Jornalismo de direito próprio, que responda às questões suscitadas de dentro desta importante prática cultural. Procura assim ajudar na superação do complexo de inferioridade de uma área que se deixou colonizar intelectualmente. Não deixa, com isso, de agregar as contribuições das áreas vizinhas, mas, como propunha Otto Groth, as situa sempre como “ciências auxiliares” da nova disciplina. Busca também enfrentar os muitos preconceitos contra o Jornalismo, gerados em setores acadêmicos e campos sociais outros, e tantas vezes internalizados de forma acrítica pelas escolas de comunicação.
Série Jornalismo a Rigor entende a Teoria como um percurso que necessariamente se distancia da prática, mas apenas para vê-la de um outro modo. Objetiva voltar a ela para transformá-la, e perde o sentido se ficar no meio do caminho: Paulo Freire advertia que o mero “balé dos conceitos” vira uma atividade supérflua que distrai a vida acadêmica e a afasta da realidade. Como nas Teses sobre Feuerbach, a práxis aqui é vista como fundamento autêntico e finalidade de toda a teoria. A práxis em que está focada a Série é a que ocorre no Jornalismo, produção social de conhecimento diferenciada, estratégica e imprescindível para a sociedade contemporânea. Que, por tudo isso, precisa sempre ser melhor pensada. Eduardo Meditsch – Diretor da Série Jornalismo a Rigor
Ana Paula Lückman é doutora em Comunicação e Informação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Graduou-se em Jornalismo em 1995, na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), onde também cursou mestrado na área. Sua dissertação venceu o Prêmio Adelmo Genro Filho, da SBPJor, em 2014. Desde 2008 atua como jornalista no Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), em Florianópolis (SC).

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Precarização e qualidade no jornalismo https://novo.insular.com.br/produto/precarizacao-e-qualidade-no-jornalismo/ https://novo.insular.com.br/produto/precarizacao-e-qualidade-no-jornalismo/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:16:42 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/precarizacao-e-qualidade-no-jornalismo/ Condições de trabalho e seus impactos na notícia Série Jornalismo a Rigor volume 17 Autora: Janara Nicoletti ISBN: 978-65-88401-08-8 Páginas: 292 Como as condições de trabalho se refletem na qualidade da informação veiculada para a sociedade? Respostas para esta pergunta são perseguidas neste 17º volume da Série Jornalismo a Rigor, resultado de uma pesquisa de doutorado. […]

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Condições de trabalho e seus impactos na notícia

Série Jornalismo a Rigor volume 17

Autora: Janara Nicoletti

ISBN: 978-65-88401-08-8

Páginas: 292

Como as condições de trabalho se refletem na qualidade da informação veiculada para a sociedade? Respostas para esta pergunta são perseguidas neste 17º volume da Série Jornalismo a Rigor, resultado de uma pesquisa de doutorado. O livro apresenta um modelo de análise da relação entre a precarização dos jornalistas e seus impactos na notícia. Um sistema de índices e escalas permite mensurar a qualidade laboral e do produto, além de analisar a relação entre condições de trabalho, desempenho profissional e conteúdo jornalístico. Em um estudo piloto, o índice de condições de trabalho ficou entre razoável e ruim – a maioria dos participantes reportou ao menos dois indicadores de precariedade laboral. Também foram observados traços da precarização em um jornal analisado, bem como correspondências entre a qualidade do produto verificado, as escolhas editoriais e condições laborais dos seus jornalistas. Esta obra oferece caminhos para avançar na compreensão do fenômeno investigado e apresenta alternativas para novos estudos nessa área.
“Se a teoria na prática é outra, então há algo errado na teoria.” Com esta constatação, feita há duas décadas, Adelmo Genro Filho nos desafiou a construir uma autêntica Teoria do Jornalismo. Mas, como na mesma época observou Nilson Lage, essa seria uma tarefa para mais de uma geração. A Série Jornalismo a Rigor é uma iniciativa da Editora Insular, em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da UFSC, que vem se somar a este esforço coletivo que já tem história no campo. Objetiva publicar reflexões acadêmicas de alto nível que contribuam para elevar o senso crítico e a qualidade da prática do Jornalismo como atividade intelectual.
Com vocação multidisciplinar, a Série aponta, no entanto, para a construção de uma Teoria do Jornalismo de direito próprio, que responda às questões suscitadas de dentro desta importante prática cultural. Procura assim ajudar na superação do complexo de inferioridade de uma área que se deixou colonizar intelectualmente. Não deixa, com isso, de agregar as contribuições das áreas vizinhas, mas, como propunha Otto Groth, as situa sempre como “ciências auxiliares” da nova disciplina. Busca também enfrentar os muitos preconceitos contra o Jornalismo, gerados em setores acadêmicos e campos sociais outros, e tantas vezes internalizados de forma acrítica pelas escolas de comunicação.
Série Jornalismo a Rigor entende a Teoria como um percurso que necessariamente se distancia da prática, mas apenas para vê-la de um outro modo. Objetiva voltar a ela para transformá-la, e perde o sentido se ficar no meio do caminho: Paulo Freire advertia que o mero “balé dos conceitos” vira uma atividade supérflua que distrai a vida acadêmica e a afasta da realidade. Como nas Teses sobre Feuerbach, a práxis aqui é vista como fundamento autêntico e finalidade de toda a teoria. A práxis em que está focada a Série é a que ocorre no Jornalismo, produção social de conhecimento diferenciada, estratégica e imprescindível para a sociedade contemporânea. Que, por tudo isso, precisa sempre ser melhor pensada.
Eduardo Meditsch – Diretor da Série Jornalismo a Rigor
Janara Nicoletti é jornalista, com mestrado e doutorado em Jornalismo (PPGJOR/UFSC). É pesquisadora associada ao Observatório da Ética Jornalística (objETHOS) e desenvolve estudos relacionados à precarização do trabalho, qualidade jornalística, exposição a riscos e violência contra jornalistas. Possui experiência como repórter, editora, assessora de imprensa e professora na graduação e pós-graduação.

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Origens do pensamento acadêmico em jornalismo: Alemanha, União Soviética, Itália e Japão https://novo.insular.com.br/produto/origens-do-pensamento-academico-em-jornalismo-alemanha-uniao-sovietica-italia-e-japao/ https://novo.insular.com.br/produto/origens-do-pensamento-academico-em-jornalismo-alemanha-uniao-sovietica-italia-e-japao/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:16:40 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/origens-do-pensamento-academico-em-jornalismo-alemanha-uniao-sovietica-italia-e-japao/ Série Jornalismo a Rigor volume 11 2ª edição revista e ampliada Autor: Francisco Rüdiger  ISBN: 978-65-88401-12-5 Páginas: 308 Peso: 375g Ano: 2020 Obra sem similar mesmo no exterior, Origens do Pensamento Acadêmico em Jornalismo revelou em sua 1ª edição (2017) como a notícia e as manifestações de opinião via a imprensa se tornaram tema, em vários partes […]

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Série Jornalismo a Rigor volume 11

2ª edição revista e ampliada

Autor: Francisco Rüdiger 

ISBN: 978-65-88401-12-5

Páginas: 308

Peso: 375g

Ano: 2020

Obra sem similar mesmo no exterior, Origens do Pensamento Acadêmico em Jornalismo revelou em sua 1ª edição (2017) como a notícia e as manifestações de opinião via a imprensa se tornaram tema, em vários partes do mundo, de movimento visando transformá-las em objeto de estudo científico, durante o período anterior à II Guerra Mundial.
Sabia-se em nosso país algo a respeito do caso alemão, graças às traduções de textos de Weber, Tönnies e Groth.
Apresentando visão sinóptica de modo a incluir as experiências soviética, japonesa e outras, a obra avançou, ao mostrar  que, apesar do ponto de partida ser a Alemanha, houve outras importantes linhas de força no desenvolvimento dos estudos e da teorização sobre o jornalismo, antes deles aparecerem nos Estados Unidos.
Reforça-o esta 2ª edição, ampliada em cerca de um terço, para, entre outras novidades, relatar o caso italiano, apenas sinalizado na anterior. Igualmente enriquece o volume o acréscimo de curioso material iconográfico.

* * *

“Grande passo na direção de resgatar do esquecimento os estudos de jornalismo desenvolvidos em várias partes do mundo até meados do século XX, esta é uma obra imprescindível na bibliografia de nossa pós-graduação, e também nos cursos de graduação, no momento em que estes abrem espaço para as teorias do jornalismo nas novas grades curriculares” (Eduardo Meditsch).
“Se a teoria na prática é outra, então há algo errado na teoria.” Com esta constatação, feita há duas décadas, Adelmo Genro Filho nos desafiou a construir uma autêntica Teoria do Jornalismo. Mas, como na mesma época observou Nilson Lage, essa seria uma tarefa para mais de uma geração. A Série Jornalismo a Rigor é uma iniciativa da Editora Insular, em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da UFSC, que vem se somar a este esforço coletivo que já tem história no campo. Objetiva publicar reflexões acadêmicas de alto nível que contribuam para elevar o senso crítico e a qualidade da prática do Jornalismo como atividade intelectual.
Com vocação multidisciplinar, a Série aponta, no entanto, para a construção de uma Teoria do Jornalismo de direito próprio, que responda às questões suscitadas de dentro desta importante prática cultural. Procura assim ajudar na superação do complexo de inferioridade de uma área que se deixou colonizar intelectualmente. Não deixa, com isso, de agregar as contribuições das áreas vizinhas, mas, como propunha Otto Groth, as situa sempre como “ciências auxiliares” da nova disciplina. Busca também enfrentar os muitos preconceitos contra o Jornalismo, gerados em setores acadêmicos e campos sociais outros, e tantas vezes internalizados de forma acrítica pelas escolas de comunicação.
Série Jornalismo a Rigor entende a Teoria como um percurso que necessariamente se distancia da prática, mas apenas para vê-la de um outro modo. Objetiva voltar a ela para transformá-la, e perde o sentido se ficar no meio do caminho: Paulo Freire advertia que o mero “balé dos conceitos” vira uma atividade supérflua que distrai a vida acadêmica e a afasta da realidade. Como nas Teses sobre Feuerbach, a práxis aqui é vista como fundamento autêntico e finalidade de toda a teoria. A práxis em que está focada a Série é a que ocorre no Jornalismo, produção social de conhecimento diferenciada, estratégica e imprescindível para a sociedade contemporânea. Que, por tudo isso, precisa sempre ser melhor pensada.
Eduardo Meditsch
Diretor da Série Jornalismo a Rigor

 

Francisco Rüdiger é Doutor em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo. Professor do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Pontifícia Universidade Católica, também leciona na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Pesquisador do Conselho Nacional de Pesquisa Científica. Prêmio Luiz Beltrão de Pesquisa em Comunicação (Intercom) por duas vezes, publicou mais recentemente O mito da agulha hipodérmica e a era da propaganda: estudos de arqueologia do pensamento comunicacional (2015). Pela Insular, saiu Síntese de História da Publicística: Estágios reflexivos da ciência da comunicação pública alemã (2019).

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Uma imprensa livre e responsável https://novo.insular.com.br/produto/uma-imprensa-livre-e-responsavel/ https://novo.insular.com.br/produto/uma-imprensa-livre-e-responsavel/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:16:19 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/uma-imprensa-livre-e-responsavel/ Série Jornalismo a Rigor volume 18 Comissão de Liberdade de Imprensa Comissão Hutchins Tradução para o português com comentários de Murilo César Ramos e Fernando Oliveira Paulino ISBN: 978-65-88401-24-8 Páginas: 146 Peso: 195g Ano: 2020 Juntamente com seu interesse no fluxo da informação pública, a Comissão preocupou-se com o fluxo de ideias. A Comissão sabe […]

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Série Jornalismo a Rigor volume 18

Comissão de Liberdade de Imprensa

Comissão Hutchins

Tradução para o português com comentários de Murilo César Ramos e Fernando Oliveira Paulino

ISBN: 978-65-88401-24-8

Páginas: 146

Peso: 195g

Ano: 2020

Juntamente com seu interesse no fluxo da informação pública, a Comissão preocupou-se com o fluxo de ideias. A Comissão sabe que uma terrível maldição da vida contemporânea é a enxurrada aterrorizante de palavras com as quais os meios de comunicação de massa ameaçam inundar o cidadão. Qualquer um sem nada a dizer pode dizer o que quiser pelos meios de comunicação de massa se tiver um assessor de imprensa, ou uma reputação considerável, ou um grupo de pressão atuante por trás de si; ao passo que, mesmo dispondo de tais vantagens, qualquer um com algo a dizer tem grandes dificuldades de dizê-lo na comunicação de massa se isso for de encontro às ideias dos proprietários, editores, dos grupos de pressão contrários ou do preconceito popular. A enorme influência da imprensa moderna torna imperativo que os grandes meios de comunicação de massa mostrem abertura às ideias das quais seus proprietários não compartilhem. As recomendações da Comissão não são surpreendentes. O mais surpreendente sobre elas é que nada de mais surpreendente poderia ser proposto. É da maior importância, então, que essas coisas sejam feitas de fato e que o negligenciamento delas, que hoje põe em perigo a liberdade de imprensa, seja substituído por uma preocupação séria e contínua com a relação moral da imprensa com a sociedade.
Robert Hutchins

Presidente da Comissão de Liberdade de Imprensa

“Se a teoria na prática é outra, então há algo errado na teoria.” Com esta constatação, feita há duas décadas, Adelmo Genro Filho nos desafiou a construir uma autêntica Teoria do Jornalismo. Mas, como na mesma época observou Nilson Lage, essa seria uma tarefa para mais de uma geração. A Série Jornalismo a Rigor é uma iniciativa da Editora Insular, em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da UFSC, que vem se somar a este esforço coletivo que já tem história no campo. Objetiva publicar reflexões acadêmicas de alto nível que contribuam para elevar o senso crítico e a qualidade da prática do Jornalismo como atividade intelectual.
Com vocação multidisciplinar, a Série aponta, no entanto, para a construção de uma Teoria do Jornalismo de direito próprio, que responda às questões suscitadas de dentro desta importante prática cultural. Procura assim ajudar na superação do complexo de inferioridade de uma área que se deixou colonizar intelectualmente. Não deixa, com isso, de agregar as contribuições das áreas vizinhas, mas, como propunha Otto Groth, as situa sempre como “ciências auxiliares” da nova disciplina. Busca também enfrentar os muitos preconceitos contra o Jornalismo, gerados em setores acadêmicos e campos sociais outros, e tantas vezes internalizados de forma acrítica pelas escolas de comunicação.
Série Jornalismo a Rigor entende a Teoria como um percurso que necessariamente se distancia da prática, mas apenas para vê-la de um outro modo. Objetiva voltar a ela para transformá-la, e perde o sentido se ficar no meio do caminho: Paulo Freire advertia que o mero “balé dos conceitos” vira uma atividade supérflua que distrai a vida acadêmica e a afasta da realidade. Como nas Teses sobre Feuerbach, a práxis aqui é vista como fundamento autêntico e finalidade de toda a teoria. A práxis em que está focada a Série é a que ocorre no Jornalismo, produção social de conhecimento diferenciada, estratégica e imprescindível para a sociedade contemporânea. Que, por tudo isso, precisa sempre ser melhor pensada.

Eduardo Meditsch
Diretor da Série Jornalismo a Rigor

 

O relatório da Comissão Hutchins propunha uma nova agenda para a imprensa, e a mídia em geral, a partir de um conjunto de orientações que apelavam à responsabilidade como contrapartida à liberdade de imprensa, pois a responsabilidade, tal como o respeito pelas leis, não é em si mesma um entrave à liberdade, pelo contrário, pode ser a expressão autêntica de uma liberdade positiva. Ele se opõe, não obstante, à “liberdade da indiferença”, sendo frequente a ideia de que a pretensa liberdade de imprensa não pode ser sinônimo de uma forma da irresponsabilidade social. Segundo o relatório, a imprensa deve saber que os seus erros e as sua paixões deixaram de pertencer ao domínio privado para se tornarem perigos públicos, pois se ela se equivoca, engana a opinião pública. Não é possível dar-lhe, como a qualquer pessoa, o direito ao erro ou mesmo o direito de só ter meia razão. O documento apontava para a duplicidade do serviço da imprensa, privada e livre (por isso humana e falível) e, no entanto, sem a possibilidade de falibilidade como justificativa porque presta um serviço público.
Murilo César Ramos e Fernando Oliveira Paulino,
no prefácio da edição em português

 

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Caso Celso Daniel: O jornalismo investigativo em crise https://novo.insular.com.br/produto/caso-celso-daniel-o-jornalismo-investigativo-em-crise/ https://novo.insular.com.br/produto/caso-celso-daniel-o-jornalismo-investigativo-em-crise/#respond Mon, 02 Feb 2026 02:01:38 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/caso-celso-daniel-o-jornalismo-investigativo-em-crise/ SÉRIE JORNALISMO A RIGOR VOLUME 12 Autor: Eduardo Luiz Correia ISBN: 978-85-7474-991-4 Páginas: 356 il. Peso: 460g Ano: 2017 *** “[O propósito deste livro] é entender como se forma o imaginário coletivo de um acontecimento, tornado escândalo político-midiático, formado a partir de intensa cobertura da imprensa, com idas e vindas, ditos, desditos e contraditos, forjado […]

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SÉRIE JORNALISMO A RIGOR VOLUME 12

Autor: Eduardo Luiz Correia

ISBN: 978-85-7474-991-4

Páginas: 356 il.
Peso: 460g
Ano: 2017

***

“[O propósito deste livro] é entender como se forma o imaginário coletivo de um acontecimento, tornado escândalo político-midiático, formado a partir de intensa cobertura da imprensa, com idas e vindas, ditos, desditos e contraditos, forjado sob uma narrativa de certo modo arquetípica a conduzir a trama. […] percorre um trajeto que começa alguns séculos antes do crime do prefeito [Celso Daniel, de Santo André, SP] e termina alguns anos depois. Tenta traçar uma arqueologia da narrativa tanto do jornalismo quanto da literatura modernos, a forma como se hibridizaram em seus modos de contar estórias e dar as pistas para o que pensamos sobre a morte de um personagem político. E mais, também procura mostrar como funciona o jornalismo, principalmente o que se pretende investigativo, e suas engrenagens, nem sempre bem azeitadas, na cobertura de acontecimentos complexos e polêmicos. […] traz um vasto panorama dos episódios da trama, contados pela imprensa, o qual, acreditamos, vai fornecer as pistas necessárias para que o leitor tire suas conclusões. E, mais que isso, tenha elementos para compreender como um fenômeno social torna-se um enigma, um ponto misterioso na imaginação das pessoas a partir da construção de sua história pela mídia. Uma História do presente, do imediato, portanto, instável e inconclusa. Tão aberta que permite as mais variadas interpretações.”
[Trecho da Apresentação]

***

Eduardo Luiz Correia é graduado em jornalismo pela Universidade Metodista do Estado de São Paulo e em História pela Universidade de São Paulo. Especialista em gestão de comunicação e mestre pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, é doutor pela Universidade de Brasília. Ex-repórter de política, foi secretário de comunicação da Prefeitura de Santo André (1997-2004), assessor de imprensa na Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (2005-2010) e coordenador de comunicação e marketing da Ceagesp (2012-2014). É professor dos cursos de jornalismo da Universidade Municipal de São Caetano e do FiamFaam – Centro Universitário. Vencedor, com a tese História e ficção na narrativa de um escândalo midiático (que originou este livro), da 13ª edição do prêmio Adelmo Genro Filho de Pesquisa em Jornalismo, da Sociedade Brasileira dos pesquisadores em Jornalismo (SBPjor).

 

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Jornalista em mutação: Do cão de guarda ao mobilizador de audiência https://novo.insular.com.br/produto/jornalista-em-mutacao-do-cao-de-guarda-ao-mobilizador-de-audiencia/ https://novo.insular.com.br/produto/jornalista-em-mutacao-do-cao-de-guarda-ao-mobilizador-de-audiencia/#respond Mon, 02 Feb 2026 01:50:05 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/jornalista-em-mutacao-do-cao-de-guarda-ao-mobilizador-de-audiencia/ SÉRIE JORNALISMO A RIGOR VOLUME 9 Autora: Adriana Barsotti ISBN: 978-85-7474-802-3 Páginas: 272 il. Peso: 295g Ano: 2014 14x21cm ATENÇÃO: ÚLTIMOS EXEMPLARES PAPEL POLÉM COM MANCHAS AMARELADAS NA LOMBADA DEVIDO A OXIDAÇÃO CAUSADA PELO TEMPO, QUE NÃO PREJUDICAM A LEITURA *** O livro de Adriana Barsotti – agora com o título Jornalista em mutação: do […]

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SÉRIE JORNALISMO A RIGOR VOLUME 9

Autora: Adriana Barsotti

ISBN: 978-85-7474-802-3
Páginas: 272 il.
Peso: 295g
Ano: 2014
14x21cm

ATENÇÃO: ÚLTIMOS EXEMPLARES PAPEL POLÉM COM MANCHAS AMARELADAS NA LOMBADA DEVIDO A OXIDAÇÃO CAUSADA PELO TEMPO, QUE NÃO PREJUDICAM A LEITURA

***

O livro de Adriana Barsotti – agora com o título Jornalista em mutação: do cão de guarda ao mobilizador de audiência – demonstra que é possível entender a história do jornalismo na democracia moderna a partir da polarização entre as vertentes econômica e ideológica que disputam o campo jornalístico. Pela vertente econômica, a imprensa se torna, com a instituição da informação enquanto mercadoria, ainda no século XIX, em um negócio empresarial. Já pela vertente ideológica, a profissionalização dos jornalistas – resultado da comercialização da imprensa – implica disputa pela definição das notícias em função de valores éticos e normas deontológicas que ressaltam o papel político da informação na democracia.

Entretanto mais do que uma polarização entre as vertentes constituintes do campo jornalístico, é possível compreender a gênese do jornalismo informativo a partir desse paradoxo: não só a expansão comercial dos jornais possibilitou a criação da carreira jornalística, como esse novo paradigma – fornecer informação – permitiu a emergência de valores que continuam sendo identificados contemporaneamente com o jornalismo. Os mais fundamentais desses valores são, resumidamente, a produção de um discurso constituído pela vontade de verdade e a noção de serviço público que permeia a prática profissional – valores esses que são objetos de disputa teórica e conceitual; portanto, de disputa política.

(do prefácio de Leonel Aguiar)

Adriana Barsotti é jornalista, mestre em Comunicação Social pela PUC-Rio e professora dos cursos de Jornalismo da ESPM-Rio e do Ibmec-RJ. Venceu o Prêmio Compós de Dissertação 2013 com o trabalho Transformações contemporâneas nas práticas jornalísticas: o jornalista on-line como mobilizador da audiência, que originou este livro. Foi repórter e editora em O Estado de S.Paulo e O Globo por mais de 20 anos. Conquistou o Prêmio Esso de Jornalismo em 1996, com a série de reportagens A História Secreta da Guerrilha do Araguaia, publicada em O Globo.

SÉRIE JORNALISMO A RIGOR

“Se a teoria na prática é outra, então há algo errado na teoria.” Com esta constatação, feita há duas décadas, Adelmo Genro Filho nos desafiou a construir uma autêntica Teoria do Jornalismo. Mas, como na mesma época observou Nilson Lage, essa seria uma tarefa para mais de uma geração. A Série Jornalismo a Rigor é uma iniciativa da Editora Insular, em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da UFSC, que vem se somar a este esforço coletivo que já tem história no campo. Objetiva publicar reflexões acadêmicas de alto nível que contribuam para elevar o senso crítico e a qualidade da prática do Jornalismo como atividade intelectual.

Com vocação multidisciplinar, a Série aponta, no entanto, para a construção de uma Teoria do Jornalismo de direito próprio, que responda às questões suscitadas de dentro desta importante prática cultural. Procura assim ajudar na superação do complexo de inferioridade de uma área que se deixou colonizar intelectualmente. Não deixa, com isso, de agregar as contribuições das áreas vizinhas, mas, como propunha Otto Groth, as situa sempre como “ciências auxiliares” da nova disciplina. Busca também enfrentar os muitos preconceitos contra o Jornalismo, gerados em setores acadêmicos e campos sociais outros, e tantas vezes internalizados de forma a-crítica pelas escolas de comunicação.

A Série Jornalismo a Rigor entende a Teoria como um percurso que necessariamente se distancia da prática, mas apenas para vê-la de um outro modo. Objetiva voltar a ela para transformá-la, e perde o sentido se ficar no meio do caminho: Paulo Freire advertia que o mero “balé dos conceitos” vira uma atividade supérflua que distrai a vida acadêmica e a afasta da realidade. Como nas Teses sobre Feuerbach, a práxis aqui é vista como fundamento autêntico e finalidade de toda a teoria. A práxis em que está focada a Série é a que ocorre no Jornalismo, produção social de conhecimento diferenciada, estratégica e imprescindível para a sociedade contemporânea. Que, por tudo isso, precisa sempre ser melhor pensada.

Eduardo Meditsch
Diretor da Série Jornalismo a Rigor

 

 

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Masculino, o gênero do jornalismo: Modos de produção das notícias https://novo.insular.com.br/produto/masculino-o-genero-do-jornalismo-modos-de-producao-das-noticias/ https://novo.insular.com.br/produto/masculino-o-genero-do-jornalismo-modos-de-producao-das-noticias/#respond Mon, 02 Feb 2026 01:50:00 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/masculino-o-genero-do-jornalismo-modos-de-producao-das-noticias/ SÉRIE JORNALISMO A RIGOR VOLUME 8 Autora: Marcia Veiga da Silva ISBN: 978-85-7474-793-4 Páginas: 344 Peso: 240g Ano: 2014 Ilustração da capa: Le journaliste à la mode, de Francisco Pez Capa: Rodrigo Poeta *** No prefácio, Christa Berger salienta que a diferença deste estudo, em relação a outros que analisam o discurso jornalístico e estudam […]

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SÉRIE JORNALISMO A RIGOR VOLUME 8

Autora: Marcia Veiga da Silva

ISBN: 978-85-7474-793-4
Páginas: 344
Peso: 240g
Ano: 2014
Ilustração da capa: Le journaliste à la mode, de Francisco Pez
Capa: Rodrigo Poeta

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No prefácio, Christa Berger salienta que a diferença deste estudo, em relação a outros que analisam o discurso jornalístico e estudam as rotinas produtivas nas redações dos jornais, está em sua originalidade por observar as relações entre os valores dos jornalistas, a escolha das pautas e a construção das notícias a partir da mirada de gênero:

“O jornalismo tem gênero e o gênero do jornalismo é masculino, conclui a autora. Porque masculino é o padrão que organiza a visão de mundo da sociedade e porque o jornalismo está em sintonia com o que circula hegemonicamente na sociedade. Aprende-se com o trabalho, que a noção de gênero transcende posições de homem ou mulher e se refere a relações de poder no interior de práticas sociais desiguais. Marcia demonstrou, através de fina escuta, os meandros das relações que legitimam o padrão heteronormativo”.

Vencedor do Prêmio Adelmo Genro Filho como melhor Dissertação de Mestrado produzida no Brasil em 2011 na área de Jornalismo, este trabalho inaugura um novo viés teórico radical e emancipatório nos estudos sobre a notícia em nosso país, além de representar um exemplo de rigor metodológico que merece ser conhecido por quem se aventura na pesquisa nesta área de conhecimento.

Marcia Veiga da Silva é mestre e doutoranda em Comunicação e Informação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul − UFRGS, graduada em Comunicação Social − Habilitação em Jornalismo pela Universidade Luterana do Brasil. Foi Bolsista CAPES/SPM-PR única selecionada na área de Comunicação pelo 1º Edital Enfrentamento à Violência contra as Mulheres (2009). É vencedora do Prêmio Adelmo Genro Filho 2011, na categoria Melhor Dissertação de Mestrado, concedido pela SBPJor − Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo. Atuou por quase dez anos em Assessoria de Imprensa junto a organizações não governamentais,entre elas a Themis − Assessoria Jurídica e Estudos de Gênero e o GEEMPA − Grupo de Estudos sobre Educação, Metodologia de Pesquisa e Ação. Seus interesses de pesquisa são voltados para os temas relativos ao Jornalismo, Produção do conhecimento, Gênero e interseccionalidades. Natural de Porto Alegre, reside na cidade em companhia do marido Angelo e da filha Carolina.

SÉRIE JORNALISMO A RIGOR

“Se a teoria na prática é outra, então há algo errado na teoria.” Com esta constatação, feita há duas décadas, Adelmo Genro Filho nos desafiou a construir uma autêntica Teoria do Jornalismo. Mas, como na mesma época observou Nilson Lage, essa seria uma tarefa para mais de uma geração. A Série Jornalismo a Rigor é uma iniciativa da Editora Insular, em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da UFSC, que vem se somar a este esforço coletivo que já tem história no campo. Objetiva publicar reflexões acadêmicas de alto nível que contribuam para elevar o senso crítico e a qualidade da prática do Jornalismo como atividade intelectual.

Com vocação multidisciplinar, a Série aponta, no entanto, para a construção de uma Teoria do Jornalismo de direito próprio, que responda às questões suscitadas de dentro desta importante prática cultural. Procura assim ajudar na superação do complexo de inferioridade de uma área que se deixou colonizar intelectualmente. Não deixa, com isso, de agregar as contribuições das áreas vizinhas, mas, como propunha Otto Groth, as situa sempre como “ciências auxiliares” da nova disciplina. Busca também enfrentar os muitos preconceitos contra o Jornalismo, gerados em setores acadêmicos e campos sociais outros, e tantas vezes internalizados de forma a-crítica pelas escolas de comunicação.

A Série Jornalismo a Rigor entende a Teoria como um percurso que necessariamente se distancia da prática, mas apenas para vê-la de um outro modo. Objetiva voltar a ela para transformá-la, e perde o sentido se ficar no meio do caminho: Paulo Freire advertia que o mero “balé dos conceitos” vira uma atividade supérflua que distrai a vida acadêmica e a afasta da realidade. Como nas Teses sobre Feuerbach, a práxis aqui é vista como fundamento autêntico e finalidade de toda a teoria. A práxis em que está focada a Série é a que ocorre no Jornalismo, produção social de conhecimento diferenciada, estratégica e imprescindível para a sociedade contemporânea. Que, por tudo isso, precisa sempre ser melhor pensada.

Eduardo Meditsch
Diretor da Série Jornalismo a Rigor

 

 

 

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