Arquivo de Política - Insular https://novo.insular.com.br/categoria-produto/politica/ Editora Insular Wed, 11 Feb 2026 17:15:03 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 Gandhi, Mandela e Luther King: as autonarrativas dos ativistas e o diálogo por direitos humanos https://novo.insular.com.br/produto/gandhi-mandela-e-luther-king-as-autonarrativas-dos-ativistas-e-o-dialogo-por-direitos-humanos/ https://novo.insular.com.br/produto/gandhi-mandela-e-luther-king-as-autonarrativas-dos-ativistas-e-o-dialogo-por-direitos-humanos/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:31:22 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/gandhi-mandela-e-luther-king-as-autonarrativas-dos-ativistas-e-o-dialogo-por-direitos-humanos/ Autora: Ingrid Gomes Bassi ISBN: 978-65-88401-56-9 Páginas: 198 Ano: 2021 O livro trata de três figuras luminares na defesa da paz como forma de resolver conflitos nos quais a violência era recorrente, que sempre serão uma inspiração para todos nós. O “nós” a que me refiro engloba toda a Humanidade. Uma obra escrita com delicadeza […]

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Autora: Ingrid Gomes Bassi

ISBN: 978-65-88401-56-9

Páginas: 198

Ano: 2021

O livro trata de três figuras luminares na defesa da paz como forma de resolver conflitos nos quais a violência era recorrente, que sempre serão uma inspiração para todos nós. O “nós” a que me refiro engloba toda a Humanidade. Uma obra escrita com delicadeza encantadora em tempos em que o País e o mundo vivem momentos de intolerância exacerbada, é mais do que bem-vinda, é necessária.
Milton Pimentel, pesquisador, docente e comunicador

Nunca foi tão oportuno se debruçar sobre a história de figuras públicas que viveram e lutaram pelos direitos humanos no momento em que testemunhamos movimentos de opressão e riscos à democracia em todo o mundo.  Nunca foi tão urgente falar sobre como esses nomes que sacudiram a humanidade narraram suas próprias jornadas. Quais vozes escutaram? Que valores defendiam como inegociáveis? Neste livro, Ingrid Gomes Bassi mergulha sobre as autobiografias de Mahatma Gandhi, Martin Luther King Jr. e Nelson Mandela para analisar como construíram suas ações. Como esses visionários pregaram, em suas obras autobiográficas, palavras como “amor” e “práticas não violentas”? A pesquisa acadêmica não é o resumo desses rastros ou uma investigação filosófica.  É um convite ao entendimento desses conceitos à luz da comunicação.
Maria Cleidejane Esperidião, jornalista, pesquisadora e docente.

Dotada de sensibilidade e rigor científico sem igual, Ingrid Gomes Bassi escreve este livro, resgatando a história da causa da não violência e da justiça de três enormes personalidades mundiais: o indiano Mahatma Gandhi (1869-1948), o estadunidense Martin Luther King Jr. (1929-1968) e o sul africano Nelson Mandela (1918-2013). Esse compêndio é resultado de exaustiva pesquisa ancorada na hermenêutica como método e ainda consegue abordar temas como: direito à ternura, “love”, diálogo e alteridade; tópicos que definem completamente Bassi. Também aqui se encontra a possibilidade do entendimento de que, ao se comunicar aos seus iguais os indícios da violência e fazê-los se “enxergarem” como portadores de direitos, essas vítimas de diversas discriminações são mobilizadas a se organizarem e a resistirem, o que sempre foi, é e será um risco. Assim, este trabalho nunca foi mais atual e urgente de ser lido.
Marta Cardoso de Andrade, pós-doutora em Ciências da Comunicação.

 

A Autora

Paulista de Limeira (SP), Ingrid Gomes Bassi é graduada em Jornalismo pela Universidade Metodista de Piracicaba, Unimep. Mestre pela Universidade Metodista de São Paulo, Umesp, com o tema “As três imagens de Lula, os posicionamentos das revistas Carta CapitalPrimeira Leitura e Veja nas eleições para presidente em 2002” (2007). Doutora pela Umesp com “Olhares sobre o outro: estudo das representações do Islã nos jornais Estado de S.Paulo e Folha de S.Paulo” (2012) e pós-doutora pela Umesp em Processos Comunicacionais. Sua atuação acadêmica surge da crítica da mídia e dos estudos culturais. Na universidade pública, reencontrou o trabalho com as comunidades em projetos de pesquisa e extensão. É autora do livro Olhares sobre o Islã. Estudo das representações do muçulmano nos jornais brasileiros. Desde 2018, faz parte do corpo docente da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, Unifesspa, em Rondon do Pará (PA).
Sandra Garcia, jornalista, pesquisadora e professora no Curso de Jornalismo da UFRRJ.

 

 

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Sadopopulismo: De Putin a Bolsonaro – Ebook https://novo.insular.com.br/produto/sadopopulismo-de-putin-a-bolsonaro-ebook/ https://novo.insular.com.br/produto/sadopopulismo-de-putin-a-bolsonaro-ebook/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:31:13 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/sadopopulismo-de-putin-a-bolsonaro-ebook/ Série Novos Rumos V1 Autor: Fábio Lopes da Silva ISBN: 978-65-86428-01-8 Ano: 2020 “Ora, que diabos se passa no mundo, no Brasil? Este ensaio é uma tentativa de aplacar a perplexidade diante do que estamos experimentando. Meu horizonte mais ambicioso é, tanto quanto possível, compreender o que nos trouxe até aqui, com vistas a orientar […]

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Série Novos Rumos V1

Autor: Fábio Lopes da Silva

ISBN: 978-65-86428-01-8

Ano: 2020

“Ora, que diabos se passa no mundo, no Brasil?
Este ensaio é uma tentativa de aplacar a perplexidade diante do que estamos experimentando. Meu horizonte mais ambicioso é, tanto quanto possível, compreender o que nos trouxe até aqui, com vistas a orientar ações políticas consequentes, capazes de nos tirar do atoleiro em que nos encontramos.
(..)
Não falta quem agora sonhe com a volta à pasmaceira experimentada pelos progressistas no período petista. Não é meu caso. A travessia que nos cabe é perigosa e exigente, mas também instigante e ao menos potencialmente interessante. É, de qualquer maneira, em horas como esta que a vida intelectual tem que dizer a que veio.”

Para o historiador norte-americano Timothy Snyder, surge no mundo uma nova forma de fazer política, o sadopopulismo. Funciona assim: em vez de tentar solucionar problemas, o governante deliberadamente fomenta crises que geram dor, ansiedade e medo (daí a referência ao sadismo); criados esses sentimentos, ele os toma como recursos a serem explorados, procurando incansavelmente incentivar seus apoiadores a descarregar suas angústias em outras parcelas da população ou em estrangeiros. No fundo, o sadopopulista martela uma única e mesma mensagem a seus eleitores: ‘A vida é crise, um vale de lágrimas, e nada posso fazer para mudar isso. Mas resta o consolo de saber que outras pessoas sofrem mais do que vocês. Melhor ainda: eu os autorizo a fazê-las sofrer, a agredi-las, a odiá-las’.
Neste livro, Fábio Lopes da Silva retraça as origens do sadopopulismo e sua chegada ao Brasil, via Jair Bolsonaro. O autor mostra ainda os limites atuais do progressismo brasileiro em sua oposição ao sadopopulismo. Por fim, especula sobre o futuro do governo Bolsonaro e o que os progressistas podem fazer a respeito.
Fábio Lopes da Silva é doutor em Linguística pela Unicamp e, desde 1994, professor da Universidade Federal de Santa Catarina. Nos últimos anos, tem visitado regularmente a Universidade de Yale (EUA), onde trabalha em colaboração com o historiador americano Timothy Snyder. É autor dos livros O direito à fala (Insular, 2001) e A linguística que nos faz falhar (Parábola, 2009), além de um grande número de ensaios publicados em revistas científicas e suplementos culturais. Já foi diretor da Editora da UFSC e é roteirista de televisão, com mais de 120 episódios produzidos para programas como Brasil Visto de Cima e Mundo Museu.

 

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Neoliberalismo em crise: notas conjunturais https://novo.insular.com.br/produto/neoliberalismo-em-crise-notas-conjunturais/ https://novo.insular.com.br/produto/neoliberalismo-em-crise-notas-conjunturais/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:31:10 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/neoliberalismo-em-crise-notas-conjunturais/ Autores: Lucas dos Santos Ferreira e Fábio Napoleão ISBN: 978-65-88401-72-9 Páginas: 128 Peso: 205g Ano: 2021 Nesta obra, os autores Lucas dos Santos Ferreira e Fábio Napoleão realizam análises conjunturais do período entre 2010 e 2021 com foco no embate entre o neoliberalismo e as tentativas de desenvolvimento econômico e social de matriz nacionalista, no […]

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Autores: Lucas dos Santos Ferreira e Fábio Napoleão

ISBN: 978-65-88401-72-9

Páginas: 128

Peso: 205g

Ano: 2021

Nesta obra, os autores Lucas dos Santos Ferreira e Fábio Napoleão realizam análises conjunturais do período entre 2010 e 2021 com foco no embate entre o neoliberalismo e as tentativas de desenvolvimento econômico e social de matriz nacionalista, no Brasil e no mundo. Publicizadas nos dois maiores veículos de comunicação impressa do estado de Santa Catarina, os jornais Diário Catarinense – NSC e Notícias do dia – Rede Ric/Record, as análises conjunturais empreendidas, limitadas editorialmente a 2,6 mil caracteres, não são neutras e constituem em si verdadeiros atos políticos em defesa da superação do subdesenvolvimento em nações da periferia do sistema capitalista mundial. As análises conjunturais se valeram dos acontecimentos, cenários, atores e da articulação entre conjuntura e estrutura como categorias para o entendimento da realidade, como “representação da vida” em movimento, seguindo a orientação no tratamento do tema do sociólogo e cientista político Herbert José de Souza, o nosso Betinho. Tais análises expressam a necessária prática a ser resgatada e cultivada entre os cientistas sociais da análise de conjuntura, posto seu papel e valor na discussão econômica, política e social, no passado e notadamente diante das imposições do período histórico contemporâneo.

A democracia e os direitos sociais e trabalhistas estão sendo assaltados como nunca o foram. Um dos eixos nucleares do golpe de Estado contra Dilma Rousseff é o repasse do ônus da crise econômica para os trabalhadores. Tenta-se empurrar goela abaixo do povo o programa mais antinacional e antipopular da história do Brasil, visando: reduzir o custo da força de trabalho, implodir a Carta Magna de 1988 e seus avanços civilizatórios, transformar direitos sociais em serviços pagos, revogar a Consolidação das Leis do Trabalho, vender na bacia das almas o que restou de patrimônio público (CEF, BB, BNDES, Petrobras), destruir o Sistema de Seguridade Social e entregar de bandeja o pré-sal, maior descoberta de petróleo do milênio (o que já estão fazendo com muita pressa). Se a indústria é arrebentada, se os recursos naturais são vendidos a preço de banana, se as leis trabalhistas são destruídas, e o mercado consumidor interno e a seguridade social são liquidados, perde-se as bases da soberania nacional. Um país com políticas voltadas exclusivamente para o interesse dos 1% mais ricos é sem futuro e inviável sob todos os pontos de vista. O momento no Brasil é de reflexão séria, e ao mesmo tempo de luta, no sentido de tentar impedir a destruição do País. As atiladas análises dos artigos tratam sempre de temas estratégicos, relacionados com as grandes questões nacionais e mundiais. É leitura fundamental para intelectuais, militantes e interessados em geral. Os artigos são, além de instrumento de compreensão dos grandes temas, uma ferramenta indispensável para ajudar no combate incessante que teremos que travar nos próximos anos contra golpistas, entreguistas e outros inimigos.
José Alvaro Cardoso  – Economista do DIEESE/SC

Lucas Ferreira é graduado em Geografia pela UDESC, mestre em Geografia Humana pela USP e doutor em Geografia pela UFSC. Autor de Desenvolvimento econômico e questão nacional na Argentina (Paco Editorial, 2016), é Professor-pesquisador do CDR/UDESC e da Rede Municipal de Ensino de Florianópolis.

Fábio Napoleão é graduado em Geografia pela UDESC e doutor em Geografia pela UFSC. É docente no Departamento de Pedagogia a Distância – CEAD/UDESC e coordena o Centro de Estudos Aplicados ao Desenvolvimento Regional – CDR-UDESC.

 

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Escalada da precariedade das mulheres jornalistas: Transformações do trabalho e subjetividade https://novo.insular.com.br/produto/escalada-da-precariedade-das-mulheres-jornalistas-transformac%cc%a7o%cc%83es-do-trabalho-e-subjetividade/ https://novo.insular.com.br/produto/escalada-da-precariedade-das-mulheres-jornalistas-transformac%cc%a7o%cc%83es-do-trabalho-e-subjetividade/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:27:33 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/escalada-da-precariedade-das-mulheres-jornalistas-transformac%cc%a7o%cc%83es-do-trabalho-e-subjetividade/ Autora: Dimalice Nunes ISBN: 978-85-524-0182-7 Páginas: 292 Peso: 384g Ano: 2021 15x21cm *** Como as transformações da mídia brasileira afetam o mundo do trabalho dos jornalistas, especialmente das mulheres com mais de 40 anos, em suas múltiplas dimensões? A partir de uma criteriosa revisão bibliográfica que cria um diálogo entre os campos da Economia Política, Comunicação, Estudos […]

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Autora: Dimalice Nunes
ISBN: 978-85-524-0182-7
Páginas: 292
Peso: 384g
Ano: 2021
15x21cm
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Como as transformações da mídia brasileira afetam o mundo do trabalho dos jornalistas, especialmente das mulheres com mais de 40 anos, em suas múltiplas dimensões? A partir de uma criteriosa revisão bibliográfica que cria um diálogo entre os campos da Economia Política, Comunicação, Estudos de Gênero e Sociologia do Trabalho, dados atualizados sobre o caso brasileiro e a voz de cerca de 30 entrevistados, este livro aborda a relação entre a estrutura patriarcal das empresas de comunicação e o mercado de trabalho majoritariamente feminino. Divididas em três gerações, as entrevistadas vivenciam a discussão estruturante: a deterioração progressiva das condições de trabalho, fenômeno nomeado de escalada da precariedade.
***

Dimalice Nunes é jornalista com mais de 20 anos de experiência em importantes redações em São Paulo e Brasília, principalmente no jornalismo econômico. Hoje aos 43 anos, não só assistiu como vivenciou muitos dos fenômenos descritos neste livro. Foi a observação das velozes transformações da mídia e seus efeitos sobre a vida profissional e pessoal de suas colegas de redação que a inspirou a realizar esta pesquisa. Gestada na pós-graduação em Mídia, Política e Sociedade, concluída em 2017 na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, a pesquisa foi levada para o programa de Economia Política Mundial da Universidade Federal do ABC no ano seguinte, defendida para o título de mestre em 2020. Este livro é o resultado destes anos de trabalho intenso, de pesquisa acadêmica e de campo.

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Insubordinação e desenvolvimento: Como noticiários criminais fortalecem o conservadorismo das classes populares https://novo.insular.com.br/produto/insubordinacao-e-desenvolvimento-como-noticiarios-criminais-fortalecem-o-conservadorismo-das-classes-populares/ https://novo.insular.com.br/produto/insubordinacao-e-desenvolvimento-como-noticiarios-criminais-fortalecem-o-conservadorismo-das-classes-populares/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:27:19 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/insubordinacao-e-desenvolvimento-como-noticiarios-criminais-fortalecem-o-conservadorismo-das-classes-populares/ Autor: Marcelo Gullo ISBN: 978-85-524-0194-0 Páginas: 222 Ano: 2021 Uma obra fundamental que é um grito de advertência e ao mesmo tempo de indignação diante do relativo atraso econômico dos países da América Latina. Um país pode crescer, aumentar a produção, o emprego e a produtividade dos fatores impulsionado por agentes externos, como aconteceu na […]

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Autor: Marcelo Gullo

ISBN: 978-85-524-0194-0

Páginas: 222

Ano: 2021

Uma obra fundamental que é um grito de advertência e ao mesmo tempo de indignação diante do relativo atraso econômico dos países da América Latina. Um país pode crescer, aumentar a produção, o emprego e a produtividade dos fatores impulsionado por agentes externos, como aconteceu na Argentina na etapa da economia primária exportadora. Mas pode crescer sem desenvolvimento, ou seja, sem criar uma organização da economia e da sociedade capaz de mobilizar os processos de acumulação inerentes ao desenvolvimento ou, dito de outro modo, sem incorporar os conhecimentos científicos e suas aplicações tecnológicas ao conjunto de sua atividade econômica e social. Em resumo, os dois temas centrais para a resolução do dilema do desenvolvimento no mundo global são a natureza das relações econômicas internacionais e o papel do Estado.

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REVOLUÇÕES, CONTRARREVOLUÇÕES E AGITAÇÕES POLÍTICAS 1951-2000 https://novo.insular.com.br/produto/revolucoes-contrarrevolucoes-e-agitacoes-politicas-1951-2000/ https://novo.insular.com.br/produto/revolucoes-contrarrevolucoes-e-agitacoes-politicas-1951-2000/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:22:52 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/revolucoes-contrarrevolucoes-e-agitacoes-politicas-1951-2000/ Organizadores: Waldir José Rampinelli, Daniele Prozczinski, Rita Coitinho e George Araújo ISBN: 978-85-524-0232-9 Páginas: 290 Peso: 375g Ano: 2022 A segunda metade do século XX foi marcada pela nova ordem do pós-guerra, na qual emergiu a necessidade de um plano de recuperação econômico e político e a definição de um novo balanço de forças, liderado […]

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Organizadores: Waldir José Rampinelli, Daniele Prozczinski, Rita Coitinho e George Araújo

ISBN: 978-85-524-0232-9

Páginas: 290

Peso: 375g

Ano: 2022

A segunda metade do século XX foi marcada pela nova ordem do pós-guerra, na qual emergiu a necessidade de um plano de recuperação econômico e político e a definição de um novo balanço de forças, liderado pelos EUA e pela URSS. Ao mesmo tempo que foi caracterizada por um imenso avanço tecnológico, foi também uma era de grande agitação social e política, cujos acontecimentos estão intimamente interconectados. Seguiram-se lutas políticas, fragmentação e processos revolucionários e contrarrevolucionários que emergiram em um século marcado por clivagens cada vez maiores. Para compreender a complexidade desses processos, é preciso olhar para a História e para o contexto que os fizeram despontar.

O projeto de investigação acerca das Revoluções, Contrarrevoluções e Agitações Políticas começou em 2017 com o intuito de trazer novas leituras que contribuíssem para a produção do conhecimento do Tempo Presente. Portanto, analisaram-se acontecimentos que ecoaram e ecoam na memória das pessoas, cuja vida foi moldada pelo processo revolucionário. O primeiro livro, publicado em 2018, abordou algumas revoluções, contrarrevoluções e agitações políticas na primeira metade do século XX. Deste modo, este volume estuda o período compreendido entre 1951-2000. É organizado de forma cronológica, uma vez que o encadeamento de ideias e influências sofridas pelos processos revolucionários toma forma na construção do mundo contemporâneo, convidando os leitores a uma viagem através do globo.  Todos os capítulos trazem elementos fundamentais para compreender a história do “Breve Século XX”, desde a América Latina à Ásia. O livro mantém-se alinhado com a lição de Heródoto, para quem é preciso pensar o passado para compreender o futuro e idealizar o presente.

Autores

Daniele Prozczinski

George Araújo

Pedro Fernandes

Pedro Henrique de Moraes Cicero

Rita Matos Coitinho

Roger dos Anjos de Sá

Tiago João José Alves

Waldir José Rampinelli

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Da esplêndida amargura à esperança militante: ensaios políticos, culturais e ocasionais https://novo.insular.com.br/produto/da-esplendida-amargura-a-esperanca-militante-ensaios-politicos-culturais-e-ocasionais/ https://novo.insular.com.br/produto/da-esplendida-amargura-a-esperanca-militante-ensaios-politicos-culturais-e-ocasionais/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:22:49 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/da-esplendida-amargura-a-esperanca-militante-ensaios-politicos-culturais-e-ocasionais/ Autor: Remy J. Fontana ISBN: 978-85-524-0227-5 Páginas: 376 Peso: 545g Ano: 2022 Estamos em pleno transe de uma transição que poderíamos designar como a passagem do analógico para o digital, que impacta o mundo do trabalho e a vida no mundo. É a clássica sequência e contraposição do que vai ficando para trás, e eventualmente […]

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Autor: Remy J. Fontana

ISBN: 978-85-524-0227-5

Páginas: 376

Peso: 545g

Ano: 2022

Estamos em pleno transe de uma transição que poderíamos designar como a passagem do analógico para o digital, que impacta o mundo do trabalho e a vida no mundo.
É a clássica sequência e contraposição do que vai ficando para trás, e eventualmente reluta em sair de cena, e o que vem pela frente, rompendo resistências, avançando ora com encantatória fluidez, ora aos trancos e barrancos, confrontando hábitos, bagunçando rotinas, afrontando valores, desafiando saberes.
É sem dúvida um período de inquietação e de maravilhamento, em alternância cada vez mais rápida, atropelando uns e projetando outros. Se um pé na terra firme e conhecida do passado pode ser uma conveniência de segurança, o outro pé (talvez um pé de pato) deveria assentar-se na modernidade líquida, dada a inevitabilidade de singrar suas ondas, navegar seus mares.
Em meu trabalho, como evidenciado nos textos aqui reunidos, busquei integrar ciência, consciência e intervenção como estratégia para aguçar a percepção das pessoas e refinar sua capacidade de discernimento, diante da opacidade das relações sociais e de seu espessamento ideológico, e para habilitá-las, e mais ainda motivá-las, a se engajarem em projetos coletivos de transformação social.
Que esta modesta ambição possa equacionar os termos de um possível alinhamento e eventual adesão de alguns, na direção sugerida! (O autor)

***

Tantas luzes lançadas ao longo dos anos e algumas inéditas estão agora reunidas e ampliadas para compor este livro esplendoroso que nos chega em boa hora para iluminar os tempos sombrios que estamos vivendo. Dotado de um estilo envolvente e enorme capacidade de síntese, Remy J. Fontana nos conduz por suas agudas análises tanto em questões teóricas como nos processos históricos incluindo, especialmente, a conjuntura do tempo presente: o desgoverno atual, a pandemia, a cambaleante democracia do país, e sobretudo reafirma a esperança como um direito fundamental e irrevogável para encontrar os novos rumos, como eixo de seu modo de estar no mundo e na história. Uma feliz junção de teoria e história. O autor que não separa conhecimentos em compartimentos estanques, incursiona com brilhante criatividade pela literatura e o cinema, e nos surpreende com indicações e inovadoras interpretações que nos instiga a querer rever autores e obras. Atuante na vida política do país, Remy emociona o leitor com uma vigorosa narrativa de personalidades e momentos históricos marcantes que vão da Novembrada à Comuna de Paris, revelando sua enorme capacidade de refletir sobre os acontecimentos políticos além de lançar luzes sobre os afetos da vida privada e as relações pessoais que estão sob os influxos da vida coletiva e do signo da virulência política, conforme suas próprias reflexões. Confere assim inteligibilidade aos processos em curso, e ajuda a nos posicionar com maior consequência diante das tarefas que a atual conjuntura impõe. Uma leitura imprescindível.
Ary Cesar Minella – Professor Titular (aposentado) da UFSC; membro do Núcleo de Estudos Sociopolíticos do Sistema financeiro (Nesfi) e do GT Estudos sobre Estados Unidos do CLACSO (Conselho Latino-americanos de Ciências Sociais).
***
Remy José Fontana nasceu em Concórdia, Santa Catarina, em 1947. Filho de Diamantina e Paulino Fontana.
Graduado em Administração e Gerência (UDESC, 1971), Filosofia (UFSC,1972); pós-graduado em Sociologia (USP, 1973-1975) e Ciência Política (University of London, 1990-1994).
Professor de Sociologia e Ciência Política (UFSC, 1976-2010). Foi membro, coordenou, assessorou ou foi presidente das seguintes entidades: Comissão Pontifícia Justiça e Paz, Arquidiocese de Florianópolis (1977-1982); Fundação Pedroso Horta, PMDB-SC (1981); ACEP − Associação Catarinense de Estudos e Pesquisas (1978-1980); Centro de Estudos Políticos e Administrativos Catarinense (órgão de assessoramento à candidatura do PMDB ao governo de SC (1981-1982); PCB – Partido Comunista Brasileiro, de Florianópolis (1986-1989); Instituto Astrogildo Pereira de SC (1987-1989); Frente Popular, Florianópolis (1988); Escola de Governo e Cidadania, Florianópolis (1998-2004).
Várias vezes Patrono e Paraninfo dos alunos da Escola de Governo, e do curso de Ciências Sociais da UFSC, tendo recebido dos formandos de 2004 o inusitado e honroso título de “Professor Ídolo”. Nos 50 Anos da UFSC em 2010, ano de sua aposentadoria, recebeu uma homenagem da direção do Centro de Filosofia e Ciências Humanas como pesquisador. Atualmente dedica-se a escrever artigos e ensaios. Vive em Florianópolis.

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100 anos do PCB: histórias de comunistas em Santa Catarina 2ª edição https://novo.insular.com.br/produto/100-anos-do-pcb-historias-de-comunistas-em-santa-catarina/ https://novo.insular.com.br/produto/100-anos-do-pcb-historias-de-comunistas-em-santa-catarina/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:22:24 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/100-anos-do-pcb-historias-de-comunistas-em-santa-catarina/ Organizadores: Bernardete Wrublevski Aued e João Carlos Cichaczewski ISBN: 978-85-524-0244-2 Páginas: 344 Peso: 460g 15x21cm *** O que ora apresentamos no formato livro transborda o seu conceito tradicional ou costumeiro enquanto tal: vai além de páginas impressas contendo histórias, informações e fontes. Traz um enorme anseio de contar, à boca larga, sobre as diversas vidas […]

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Organizadores: Bernardete Wrublevski Aued e João Carlos Cichaczewski

ISBN: 978-85-524-0244-2

Páginas: 344
Peso: 460g
15x21cm
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O que ora apresentamos no formato livro transborda o seu conceito tradicional ou costumeiro enquanto tal: vai além de páginas impressas contendo histórias, informações e fontes. Traz um enorme anseio de contar, à boca larga, sobre as diversas vidas que, como militantes de um partido revolucionário, se dedicaram à luta de uma maneira tão intensa na busca da superação política, econômica e social, que fundamenta o viver de mulheres e homens na sociedade capitalista, que muitas vezes lhes custaram a própria vida. Uma vida honrosamente colocada a serviço da vida de todas/os: uma vida, muitas vidas na busca do grande sonho de uma sociedade igualitária.
Silvia Zanatta Da Ros
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Neste momento em que o PCB chega aos 100 anos, ficamos animados para publicar um livro rememorando histórias de velhos militantes catarinenses que não se vergaram às atrocidades da ditadura e aos inimigos de classe. Esquecê-los? Nunca! Os comunistas foram violentamente retirados da vida política, mas não da história. Movidos pelos ideais socialistas, sonharam coletivamente em derrotar a miséria, a fome, a injustiça e a opressão da classe operária. O território catarinense foi palco dessas forças de luta. Mais do que isso: os velhos camaradas mostraram que, por mais violenta que seja essa história, o movimento comunista não se detém.
Edna Garcia Maciel
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O Partido Comunista Brasileiro (PCB), o Partidão, completa 100 anos de existência em 25 de março de 2022. Em Santa Catarina, os comunistas marcam presença desde a década de 1920 e se organizam como partido em 1939 em Florianópolis; em 1945/1946, em Criciúma; em Blumenau, nos anos 1960; entre outros. E a tríade trabalho/comunismo/anticomunismo é o pano de fundo deste livro sobre a história do PCB catarinense.
“Vir a ser comunista” no estado, significou confronto e enfrentamento com forças hostis de capitalistas, principalmente de nazifascistas e integralistas, sobretudo em territórios de colonização alemã e italiana, como o Vale do Rio Itajaí, em especial Blumenau. Mesmo assim, os comunistas estruturam o partido com expressiva presença de operários na bacia carbonífera, em Criciúma e arredores, na indústria têxtil, em Blumenau, e nos portos de Itajaí e Florianópolis, com estivadores e outros trabalhadores. Também foram organizadas células por bairro, como a Luiz Carlos Prestes, no Morro do Céu, na Ilha de Santa Catarina, e a Euclides da Cunha, em Coqueiros. Sua base sindical tem tanto prestígio, que Criciúma torna-se a “Cidade Vermelha”.
O golpe civil-militar de 1964 atinge violentamente o PCB, que entra numa rigorosa clandestinidade. Prisões, torturas e mortes eliminaram comunistas, mas não o comunismo. Seu precioso legado permanece e ressurge em 1985 com a reconquista das liberdades democráticas, e o PCB entra para a legalidade.
O PCB de 2022 é diferente do PCB de 1922, mas mantém seus fundamentos de partido organizado sob o princípio do centralismo democrático e tendo a revolução socialista/comunista como horizonte, com inserção na juventude, no movimento sindical e no movimento popular. É assim que o PCB chega ao seu centenário. Viva o PCB!
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Autora/es
Aryna Eugênia A. Preis Horr
Bernardete Wrublevski Aued
Clarissa Iole Biscaia
Daiana Castoldi Lencina
Edna Garcia Maciel
Glória Goulart da Silva Campos
João Carlos Cichaczewski
Silvia Zanatta Da Ros
Sofia Vendramini Andrade

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Sadopopulismo https://novo.insular.com.br/produto/sadopopulismo/ https://novo.insular.com.br/produto/sadopopulismo/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:21:06 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/sadopopulismo/ De Putin a Bolsonaro Série Novos Rumos V1 Autor: Fábio Lopes da Silva ISBN: 978-65-86428-00-1 Páginas: 140 Peso: 180g Ano: 2020 “Ora, que diabos se passa no mundo, no Brasil? Este ensaio é uma tentativa de aplacar a perplexidade diante do que estamos experimentando. Meu horizonte mais ambicioso é, tanto quanto possível, compreender o que […]

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De Putin a Bolsonaro

Série Novos Rumos V1

Autor: Fábio Lopes da Silva

ISBN: 978-65-86428-00-1

Páginas: 140

Peso: 180g

Ano: 2020

“Ora, que diabos se passa no mundo, no Brasil?
Este ensaio é uma tentativa de aplacar a perplexidade diante do que estamos experimentando. Meu horizonte mais ambicioso é, tanto quanto possível, compreender o que nos trouxe até aqui, com vistas a orientar ações políticas consequentes, capazes de nos tirar do atoleiro em que nos encontramos.
(..)
Não falta quem agora sonhe com a volta à pasmaceira experimentada pelos progressistas no período petista. Não é meu caso. A travessia que nos cabe é perigosa e exigente, mas também instigante e ao menos potencialmente interessante. É, de qualquer maneira, em horas como esta que a vida intelectual tem que dizer a que veio.”

Para o historiador norte-americano Timothy Snyder, surge no mundo uma nova forma de fazer política, o sadopopulismo. Funciona assim: em vez de tentar solucionar problemas, o governante deliberadamente fomenta crises que geram dor, ansiedade e medo (daí a referência ao sadismo); criados esses sentimentos, ele os toma como recursos a serem explorados, procurando incansavelmente incentivar seus apoiadores a descarregar suas angústias em outras parcelas da população ou em estrangeiros. No fundo, o sadopopulista martela uma única e mesma mensagem a seus eleitores: ‘A vida é crise, um vale de lágrimas, e nada posso fazer para mudar isso. Mas resta o consolo de saber que outras pessoas sofrem mais do que vocês. Melhor ainda: eu os autorizo a fazê-las sofrer, a agredi-las, a odiá-las’.
Neste livro, Fábio Lopes da Silva retraça as origens do sadopopulismo e sua chegada ao Brasil, via Jair Bolsonaro. O autor mostra ainda os limites atuais do progressismo brasileiro em sua oposição ao sadopopulismo. Por fim, especula sobre o futuro do governo Bolsonaro e o que os progressistas podem fazer a respeito.
Fábio Lopes da Silva é doutor em Linguística pela Unicamp e, desde 1994, professor da Universidade Federal de Santa Catarina. Nos últimos anos, tem visitado regularmente a Universidade de Yale (EUA), onde trabalha em colaboração com o historiador americano Timothy Snyder. É autor dos livros O direito à fala (Insular, 2001) e A linguística que nos faz falhar (Parábola, 2009), além de um grande número de ensaios publicados em revistas científicas e suplementos culturais. Já foi diretor da Editora da UFSC e é roteirista de televisão, com mais de 120 episódios produzidos para programas como Brasil Visto de Cima e Mundo Museu.

 

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Sindicalismo sob ataque https://novo.insular.com.br/produto/sindicalismo-sob-ataque/ https://novo.insular.com.br/produto/sindicalismo-sob-ataque/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:21:04 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/sindicalismo-sob-ataque/ Unidade e democracia na organização dos trabalhadores Autor: Luiz Azevedo ISBN: 978-85-66500-16-5 Páginas: 128 Ano: 2019 Este é um livro bem-vindo em um momento tão crucial e desafiador para o movimento sindical e os movimentos sociais. Um período em que é preciso defender e garantir a democracia e recuperar o Estado Democrático de Direito. O […]

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Unidade e democracia na organização dos trabalhadores

Autor: Luiz Azevedo

ISBN: 978-85-66500-16-5

Páginas: 128

Ano: 2019

Este é um livro bem-vindo em um momento tão crucial e desafiador para o movimento sindical e os movimentos sociais. Um período em que é preciso defender e garantir a democracia e recuperar o Estado Democrático de Direito.
O movimento sindical no mundo e especialmente no Brasil está desafiado a encontrar respostas rápidas ao ataque que está sofrendo e que pode resultar no seu enfraquecimento ou, como desejam os adeptos do ultraliberalismo, a sua destruição.
Os desafios vão desde a reorganização do trabalho provocada pela implantação cada vez mais rápida das novas tecnologias que alteram profundamente o modo de produção, da comercialização e da prestação de  serviços, impactando de maneira muito forte a classe trabalhadora, passando pelo ataque feito contra os direitos de trabalhadores e trabalhadoras conquistados em longas décadas de luta do movimento sindical.
Faz parte dos desafios enfrentar o capitalismo que  partiu para o ataque contra todas as formas de organização popular, com o objetivo claro de enfraquecer a capacidade de resistência da sociedade para poder aumentar a sua taxa de exploração, aumentar seus lucros e elevar de maneira brutal a acumulação de capitais em poucas mãos, mesmo que para isso precisem enfraquecer ou destruir a democracia.
No Brasil, estamos vivendo esses tempos de destruição de direitos políticos, sociais, trabalhistas, previdenciários e sindicais. É nesse contexto que se insere o atual livro. Além de importante recuperação histórica sobre o movimento e a organização sindicais, trata dos desafios em curso para que o movimento responda à necessidade de se reorganizar com o objetivo de continuar representando a classe trabalhadora e defender e ampliar suas conquistas.
Unicidade x Unidade, sindicatos para além das fronteiras das categorias, novas formas de representação. Sindicatos de trabalhadores, formais, informais, ou sob qualquer forma de contratação. Capazes de enfrentar a precarização e a dispersão da classe trabalhadora, recuperar a solidariedade de classe contra o individualismo difundido pelo capital e seus agentes. Sindicatos democráticos, que sejam espaços de organização e solidariedade de classe. Temas tratados nesta obra, que aborda ainda a importância do planejamento e da gestão sindical, para que os objetivos e os desafios de bem representar a classe trabalhadora e organizar suas lutas sejam atingidos.

José Lopez Feijó

 

Luiz Azevedo, com seus mais de 40 anos de militância política, que se iniciou durante a ditadura de 1964 e segue até os dias de hoje, tem uma enorme capacidade de reflexão sobre os caminhos da política. Atento às determinações fundamentais e aos desafios de cada tempo histórico para as lutas contra a exploração capitalista do trabalho, ele analisa com perspicácia a correlação de forças sociais em disputa nas diversas conjunturas políticas, contribuindo sempre de modo qualificado para os debates no seio dos movimentos em luta.
É o que faz neste livro, posicionando-se sobre um tema candente que acompanha por mais de meio século as discussões de sindicalistas no Brasil: unicidade ou pluralidade sindical. Tema relevante no atual contexto de regressão social e de violento ataque ao movimento sindical e a quaisquer outras expressões das lutas sociais em nosso país.
O livro apresenta uma abordagem que se vale da experiência política e militante de Luiz Azevedo e de seus estudos históricos e sociopolíticos, nos brindando com uma análise que articula ricamente teoria e prática, concretizando em texto o conceito marxiano de práxis, enquanto atividade humana de transformação do mundo social.
Nise Jinkings

 

Luiz Azevedo é pedagogo e mestre em Sociologia pela UFSC, mas acima de tudo militante sindical e político. Foi dirigente do Sindicato dos Bancários de São Paulo por dez anos (1979-1989), presidente da CUT regional da Grande São Paulo e secretário de política sindical da CUT do Estado de São Paulo.
Em 1991 assumiu como Deputado Estadual em São Paulo, não tendo se candidatado à reeleição. Em 1995 muda-se para Florianópolis, onde trabalhou na Federação dos Comerciários e na Escola Sul da CUT.
Com a vitória de Lula, em 2003, passa a se dedicar à gestão pública, tendo exercido funções na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, na Prefeitura de Itajaí, no Senado e no Governo Federal, onde foi Secretário Executivo no Ministério das Comunicações e na Presidência da República, cuidando das relações institucionais com parlamentares, prefeitos e governadores.
Com o impeachment de Dilma Rousseff incorporou-se às iniciativas que resultaram na constituição da Veredas Inteligência Estratégica, pequena empresa por meio da qual tem prestado serviços para a Secretaria de Assuntos Jurídicos da CUT Nacional.

 

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