Arquivo de Poesia - Insular https://novo.insular.com.br/categoria-produto/poesia/ Editora Insular Wed, 11 Feb 2026 17:13:34 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 Reflexões isoladas https://novo.insular.com.br/produto/reflexoes-isoladas/ https://novo.insular.com.br/produto/reflexoes-isoladas/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:31:21 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/reflexoes-isoladas/ Autora: Thaisy Fernades ISBN: 978-65-88401-61-3 Páginas: 56 Peso: 65g A escrita poética de Thaisy Fernandes confessa o estranhamento e a beleza da vida em confinamento. A sua inquietação não é com o que virá depois da pandemia (Covid-19), mas com o agora, com o que podemos fazer e sentir para sobrevivermos a este período de […]

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Autora: Thaisy Fernades

ISBN: 978-65-88401-61-3

Páginas: 56

Peso: 65g

A escrita poética de Thaisy Fernandes confessa o estranhamento e a beleza da vida em confinamento. A sua inquietação não é com o que virá depois da pandemia (Covid-19), mas com o agora, com o que podemos fazer e sentir para sobrevivermos a este período de forma mais consciente e corajosa. Cada poema tem esse ponto em comum: a reflexão dos sentidos em um momento cuja vulnerabilidade é, ao mesmo tempo, sombra e luz. Ora a incerteza e o medo, ora a insistência e a ternura.

Paolla Souza, no Prefácio

A Autora

Thaisy Fernandes, 33 anos, mãe de duas meninas. Escritora por necessidade de traduzir sentimentos e autora do livro A mãe que me pari-gestar, parir, maternar.

Reflexões isoladas foi fruto do confinamento causado pela COVID-19.

 

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Poesia desmedida: multiversos https://novo.insular.com.br/produto/poesia-desmedida-multiversos/ https://novo.insular.com.br/produto/poesia-desmedida-multiversos/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:28:24 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/poesia-desmedida-multiversos/ Autor: Jorge Gonçalves de Abrantes ISBN: 978-65-88401-60-6 Páginas: 150 Peso: 240g Ano: 2021 A Poesia Desmedida é o pensar, o dizer e o escrever do poeta que não se limitam e nem são limitados pela métrica. A Poesia Desmedida não é o verso metrificado dos parnasianos, mas é o verso desmetrificado; desprovido de régua e mesura. A Poesia Desmedida não é uma canção de um cântico […]

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Autor: Jorge Gonçalves de Abrantes

ISBN: 978-65-88401-60-6

Páginas: 150

Peso: 240g

Ano: 2021

Poesia Desmedida é o pensar, o dizer e o escrever do poeta que não se limitam e nem são limitados pela métrica.

Poesia Desmedida não é o verso metrificado dos parnasianos, mas é o verso desmetrificado; desprovido de régua e mesura.

Poesia Desmedida não é uma canção de um cântico apenas, pois canta o vento e o amor; a morte e o tempo; a vida e o infinito; o verbo e o assombro; a fuga e o porvir; o Universo e o multiverso.

Poesia Desmedida não é uma lira de uma nota só, mas é uma lira de muitas notas, tocada por mãos diversas e cantada por vozes várias.

Poesia Desmedida também não é o verso ora livre ora branco dos modernistas, mas é o verso rimado e ritmado nas cordas da Musa desmesurada.

 

Sobre o autor

Reside no Sertão da Paraíba, em município de Lastro. Não mora na cidade, mas no campo, em um vilarejo rural muitíssimo próximo da zona urbana. Possui bacharelado e licenciatura em Física pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), e possui mestrado em filosofia spinozana por essa mesma Universidade. Cultiva o gosto pela poesia desde tenra idade, sendo um leitor ávido e entusiasta dos grandes poetas da língua portuguesa. Quando não está às voltas com a física e a filosofia, lê e faz poemas. Não cultiva gosto e estima pela métrica, pois pensa que ela limita e suprime o pensar e o dizer do poeta, mas nutre intensa devoção e carinho pela graciosa rima, por isso sua poesia é rimada, ritmada e sem métrica (desmedida)

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Poesia desmedida: multiversos https://novo.insular.com.br/produto/poesia-desmedida-multiversos-copia/ https://novo.insular.com.br/produto/poesia-desmedida-multiversos-copia/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:26:28 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/poesia-desmedida-multiversos-copia/ Autor: Jorge Gonçalves de Abrantes ISBN: 978-85-524-0214-5 Páginas: 150 Ano: 2021 A Poesia Desmedida é o pensar, o dizer e o escrever do poeta que não se limitam e nem são limitados pela métrica. A Poesia Desmedida não é o verso metrificado dos parnasianos, mas é o verso desmetrificado; desprovido de régua e mesura. A Poesia Desmedida não é uma canção de um cântico apenas, pois […]

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Autor: Jorge Gonçalves de Abrantes

ISBN: 978-85-524-0214-5

Páginas: 150

Ano: 2021

Poesia Desmedida é o pensar, o dizer e o escrever do poeta que não se limitam e nem são limitados pela métrica.

Poesia Desmedida não é o verso metrificado dos parnasianos, mas é o verso desmetrificado; desprovido de régua e mesura.

Poesia Desmedida não é uma canção de um cântico apenas, pois canta o vento e o amor; a morte e o tempo; a vida e o infinito; o verbo e o assombro; a fuga e o porvir; o Universo e o multiverso.

Poesia Desmedida não é uma lira de uma nota só, mas é uma lira de muitas notas, tocada por mãos diversas e cantada por vozes várias.

Poesia Desmedida também não é o verso ora livre ora branco dos modernistas, mas é o verso rimado e ritmado nas cordas da Musa desmesurada.

 

Sobre o autor

Reside no Sertão da Paraíba, em município de Lastro. Não mora na cidade, mas no campo, em um vilarejo rural muitíssimo próximo da zona urbana. Possui bacharelado e licenciatura em Física pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), e possui mestrado em filosofia spinozana por essa mesma Universidade. Cultiva o gosto pela poesia desde tenra idade, sendo um leitor ávido e entusiasta dos grandes poetas da língua portuguesa. Quando não está às voltas com a física e a filosofia, lê e faz poemas. Não cultiva gosto e estima pela métrica, pois pensa que ela limita e suprime o pensar e o dizer do poeta, mas nutre intensa devoção e carinho pela graciosa rima, por isso sua poesia é rimada, ritmada e sem métrica (desmedida)

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Enquanto a lua não vem https://novo.insular.com.br/produto/enquanto-a-lua-nao-vem/ https://novo.insular.com.br/produto/enquanto-a-lua-nao-vem/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:21:08 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/enquanto-a-lua-nao-vem/ Autor: Antônio Henrique Castilhos Karam ISBN: 978-85-524-0173-5 Páginas: 110 il. Peso: 215g Ano: 2020 Eu ficaria, pudesse, agarrando a vida nos braços, segurando as ventanias, pro rancho não terminar… Antônio Henrique Castilhos Karam nasceu em Bagé, Rio Grande do Sul, em 1954. Desde cedo, conviveu com os mais diversos tipos de literatura, desde quando seu […]

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Autor: Antônio Henrique Castilhos Karam

ISBN: 978-85-524-0173-5

Páginas: 110 il.

Peso: 215g

Ano: 2020

Eu ficaria, pudesse,

agarrando a vida nos braços,
segurando as ventanias,

pro rancho não terminar…

Antônio Henrique Castilhos Karam nasceu em Bagé, Rio Grande do Sul, em 1954. Desde cedo, conviveu com os mais diversos tipos de literatura, desde quando seu pai, em casa, tinha uma ampla biblioteca, e seus irmãos mais velhos demonstravam interesse pela leitura. No entanto, foi, principalmente, influenciado pelo primo Alcides Sérgio Castilhos Jacintho Pereira, que trazia, quando vinha de Porto Alegre, onde estudava, muitos e diversificados livros – desde filosofia política até literatura mais poética, em alta na época – como os de Manoel Bandeira, Vinicius de Moraes e Carlos Drummond de Andrade… E autores mais novos, como Renato D’Arrigo e outros tantos… Destaca, dentre seus professores, quando estudou no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, em Bagé, dois mestres que teve, Ernesto Wayne e Guido Machado de Moraes, que reforçaram seu gosto pela literatura.
Nesse período todo, principalmente “lá fora”, na estância Santa Elizabeth, entre Bagé e a localidade de Serrilhada (fronteira com o Uruguai) – época em que o primo Sérgio levava livros sobre política, proibidos e considerados subversivos pela ditadura militar, nos anos 1960 – foi quando se deliciava com a literatura de engajamento social e humanista, nos romances de Graciliano Ramos, José Lins do Rego, Jorge Amado, Érico Veríssimo e outros autores, cujos nomes não são menos importantes. Em 1976, ingressou no Banco do Brasil, na cidade de Cacequi, transitando por várias cidades como funcionário, tanto em agências pelo Rio Grande do Sul quanto em Pernambuco. Graduou-se posteriormente em Direito pela Universidade Federal de Pelotas, cidade onde reside e advoga até hoje. Quando completou 60 anos, em 2014, fez, em parceria com seu amigo e músico, Frederico Viana, um CD comemorativo ao seu sexagésimo aniversário, brindando os seus amigos e familiares com o referido disco intitulado Inventário. Encontrou, ali, uma forma de registrar as suas passagens poéticas e musicais, pois se atreveu também a compor algumas músicas, interpretadas por Frederico, além de recitar outras tantas. Teve, desde sempre, a necessidade de expressar esses sentimentos. Agora, com o incentivo de amigos e parentes, apresenta alguns poemas que refletem o cotidiano da infância até hoje, no campo e na cidade.

 

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Boca de mulher https://novo.insular.com.br/produto/boca-de-mulher/ https://novo.insular.com.br/produto/boca-de-mulher/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:20:37 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/boca-de-mulher/ Série Palavra de mulher  Volume 13 Autora: Marlene Vieira Perez ISBN: 978-65-990246-9-6 Páginas: 108 Peso: 276g Ano: 2020 Não são poucas as simbologias para boca, por ela passa o alimento, a palavra, o palavrão. É ponto de partida e origem de contradições e ambiguidades, afinal, afaga e escarra. A boca de Marlene é marcante, excitante, pode […]

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Série Palavra de mulher  Volume 13

Autora: Marlene Vieira Perez

ISBN: 978-65-990246-9-6

Páginas: 108

Peso: 276g

Ano: 2020

Não são poucas as simbologias para boca, por ela passa o alimento, a palavra, o palavrão. É ponto de partida e origem de contradições e ambiguidades, afinal, afaga e escarra. A boca de Marlene é marcante, excitante, pode ser a boca do filho que gargalha, da mãe que implora, da professora que inova, da mulher que ama, da poeta que busca. É a boca que grita por direitos à igualdade, contra o fascismo, mas que também declama sonetos de amor.  É boca que alimenta outras bocas, com comida e arte. É dela que sai uma voz forte de contralto que (en)canta e atua. É boca de artista fingida, trapaceira e verdadeira.
Rosane Cordeiro
Série Palavra de Mulher traz publicações de autoras catarinenses que fazem da palavra escrita uma ferramenta para a reafirmação e reinvenção do que é ser mulher no mundo. A partir de suas próprias experiências, essas meninas se reinventam em suas apreensões e impressões da realidade por meio da literatura e das artes, e em suas sensações, sentimentos e reflexões, se desnudam e se revestem delas mesmas nas páginas de seus livros nos encorajando e nos convidando a tomarmos para nós a caneta que escreve na história um novo sentido para nossa mulheridade.
Não estamos no mundo somente a passeio, todo dia matamos um leão em busca da igualdade, e para isso, ainda que exaustas, somos incansáveis. Palavra de mulher!
Iara Germer e Jana Gularte
Conselheiras editoriais
Marlene Vieira Perez nasceu em 1935 na Ilha de Santa Catarina. Desde cedo se encantou em ler, escrever, cantar e atuar no rádio. Cozinhou, limpou e bordou, sem nunca ser reprovada na escola. Seu primeiro emprego foi de auxiliar de secretária no Instituto Brasileiro do Café. Depois veio Farmácia, Direito, casamento e três filhos, agora doutores. Logo, professora, enveredou para o campo das letras e das ciências naturais. Em São Paulo formou-se em Línguas na USP, e depois em Pedagogia. E vieram estudos de Homeopatia.
Voltou à ilha mágica para viver na “Morada da Velha Gralha Azul” entre belos jardins, chás, poções, xaropes, unguentos, pomadas e derivados afins. E a poesia concreta a cercou. Viciada em escola, aos 84 anos e aposentada, continua aluna e mestra. É religiosa da linha ecumênica. “Embaso tudo na consciência mística do Universo. Que belo! Enveredo pelo assunto engatinhando em física quântica. Fascinante”, diz a autora.

 

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Asas e Aquarelas https://novo.insular.com.br/produto/asas-e-aquarelas/ https://novo.insular.com.br/produto/asas-e-aquarelas/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:18:08 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/asas-e-aquarelas/ Autor Márcio Dison ISBN 978-65-991281-2-7 Páginas 112 Ano 2020 Glória às borboletas À memória de Maria Estas raras borbo(letras) Passageiras da alegria! Márcio Dison, 58, jornalista, escreveu Poesia(enterrada)Viva (Edição do Autor, 2012) e Vernissage (Editora Insular, 2016). Casado com Cristiane, pai de Elis e Marcio, avô de Sara, nasceu em Porto União (SC),  mas reside na Ilha […]

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Autor Márcio Dison

ISBN 978-65-991281-2-7

Páginas 112

Ano 2020

Glória às borboletas

À memória de Maria

Estas raras borbo(letras)

Passageiras da alegria!

Márcio Dison, 58, jornalista, escreveu Poesia(enterrada)Viva (Edição do Autor, 2012) e Vernissage (Editora Insular, 2016). Casado com Cristiane, pai de Elis e Marcio, avô de Sara, nasceu em Porto União (SC),  mas reside na Ilha de Santa Catarina desde 1970. Concluiu o ensino secundário no Colégio de Aplicação da UFSC e o superior – Comunicação Social-Jornalismo-UFSC –  em 1982. Trabalhou em TV, rádio, jornal e assessorias de Comunicação. Depois passou a atuar no Colégio Tradição, de sua família.

 

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Uma Questão de Poética https://novo.insular.com.br/produto/uma-questao-de-poetica/ https://novo.insular.com.br/produto/uma-questao-de-poetica/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:16:17 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/uma-questao-de-poetica/ Autora: Marlene Vieira Perez ISBN: 978-65-88401-30-9 Páginas: 130 Peso: 215g Ano: 2020 Marlene é um desafio, afinal, é portadora de uma escrita inesperada, além de ser alguém além de seu tempo de mulher, mãe, avó e professora. Como seus textos, não se deixa encaixar em um gênero ou estilo, foge deles. É rebelde e contraditória, […]

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Autora: Marlene Vieira Perez

ISBN: 978-65-88401-30-9

Páginas: 130

Peso: 215g

Ano: 2020

Marlene é um desafio, afinal, é portadora de uma escrita inesperada, além de ser alguém além de seu tempo de mulher, mãe, avó e professora. Como seus textos, não se deixa encaixar em um gênero ou estilo, foge deles. É rebelde e contraditória, pois quer contar uma história divina e devassa. É mulher que não cala.
(…)
E por ser desbocada, a poeta, travestida de Marlene, faz-se presente, sendo uma bruxa condenada à fogueira. Logo, é um livro que, ao desconstruir contos do vigário e contar história sem carochinha, atrai o leitor, seja pela forma às vezes futurista de escrever, seja pela coragem de dizer e desdizer o que muitos temem. Rosane Cordeiro

Marlene Vieira Perez é poeta inconformada. Dispensa a forma fixa, os moldes literários estabelecidos e as margens do texto. Aliás, é nas margens onde reside a poesia surpreendente de Marlene. Não que seja uma escritora marginal (nada mais dentro dos conformes hoje em dia do que ser marginal). É inconformada porque seu texto contempla a mulher romântica, a mãe, a funcionária professora e do lar, para em seguida se estilhaçar na negação de todas elas. É preciso a mão da poeta para subverter o cotidiano em poema. Marlene não se detém à prosa ou à poesia. Há poesia em sua prosa e há prosa em alguns de seus poemas, porque sua poesia comunica, sem jamais ser prosaica. Há também o olhar da cronista atenta às injustiças, e elas estão desde sempre por aí. Este é o segundo livro de Marlene lançado pela Insular. O primeiro, Boca de mulher, já havia nos surpreendido pela escritora livre, mas com pleno domínio de seu texto. Neste Uma Questão de Poética seguimos presos pela sua escrita subversiva, na mais santa acepção da palavra. “Quem gosta de mãe é bandido”, diz um dos versos do poema “Indulto”. Ganhamos todos nós.

 

Marlene Vieira Perez, MPerez, nasceu em 1935 na Ilha de Santa Catarina. Desde cedo se encantou em ler, escrever, cantar e atuar no rádio. Cozinhou, limpou e bordou, sem nunca ser reprovada na escola. Seu primeiro emprego foi de auxiliar de secretária no Instituto Brasileiro do Café. Depois veio Farmácia, Direito, casamento e três filhos, agora doutores. Logo, professora, enveredou para o campo das letras e das ciências naturais. Em São Paulo formou-se em Línguas na USP, e depois em Pedagogia. E vieram estudos de Homeopatia.
Voltou à ilha mágica para viver na “Morada da Velha Gralha Azul” entre belos jardins, chás, poções, xaropes, unguentos, pomadas e derivados afins. E a poesia concreta a cercou. Viciada em escola, aos 84 anos e aposentada, continua aluna e mestra. É religiosa da linha ecumênica. “Embaso tudo na consciência mística do Universo. Que belo! Enveredo pelo assunto engatinhando em física quântica. Fascinante”, diz a autora. É autora de Boca de Mulher, volume 13 da Série Palavra de Mulher, publicado pela Editora Insular.

 

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O amor não cabe no peito https://novo.insular.com.br/produto/o-amor-nao-cabe-no-peito/ https://novo.insular.com.br/produto/o-amor-nao-cabe-no-peito/#respond Mon, 02 Feb 2026 02:06:34 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/o-amor-nao-cabe-no-peito/ Série Palavra de mulher volume 8 Autora: Rosane Cordeiro ISBN: 978-85-524-0166-7 Páginas: 78 il. Peso: 136g Ano: 2019   O que dizer da poeta que atiça as palavras num sopro brando e faz fogaréu? O que dizer da poeta que confabula revoluções e nos apresenta a palavra (des)armada? (…) O que dizer da poeta que […]

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Série Palavra de mulher volume 8

Autora: Rosane Cordeiro

ISBN: 978-85-524-0166-7

Páginas: 78 il.

Peso: 136g

Ano: 2019

 

O que dizer da poeta que atiça as palavras num sopro brando e faz fogaréu?
O que dizer da poeta que confabula revoluções e nos apresenta a palavra (des)armada?
(…)
O que dizer da poeta que rasga a carne, rasga o corpo, rasga a alma e protagoniza o feminino?

Eliane Debuis

 

Série Palavra de Mulher traz publicações de autoras catarinenses que fazem da palavra escrita uma ferramenta para a reafirmação e reinvenção do que é ser mulher no mundo. A partir de suas próprias experiências, essas meninas se reinventam em suas apreensões e impressões da realidade por meio da literatura e das artes, e em suas sensações, sentimentos e reflexões, se desnudam e se revestem delas mesmas nas páginas de seus livros nos encorajando e nos convidando a tomarmos para nós a caneta que escreve na história um novo sentido para nossa mulheridade.
Não estamos no mundo somente a passeio, todo dia matamos um leão em busca da igualdade, e para isso, ainda que exaustas, somos incansáveis.

Palavra de mulher!

Iara Germer e Jana Gularte
Conselheiras editoriais

 

Rosane Cordeiro é natural de Florianópolis. Graduada, mestre e doutora em Letras-Literatura Brasileira pela Universidade Federal de Santa Catarina. Publicou Teatro do Cotidiano  (2014) e De choros e velas: o feminino em verso e prosa  (2018). É professora e membro da Academia São José de Letras. Rosane tem mais uma paixão além da família e da literatura: a música. Compôs com Tânia Meyer e José Carlos Mello marchas de carnaval já classificadas em concursos da Grande Florianópolis: Hoje nas platinelas do pandeiro, procura outras vozes abafadas também em sons e ritmos.

Priscila Anversa é graduada em Artes Plásticas, mestre em Artes Visuais e doutoranda também em Artes Visuais pela Universidade do Estado de Santa Catarina. É professora e membro do grupo de pesquisa Educação, Arte e Inclusão (UDESC), participa do Clube de Fotografia (UDESC), é coordenadora pedagógica do projeto Família no Museu e do projeto Assessoria Pedagógica para professores de Educação Infantil da rede municipal de ensino em Florianópolis, ambos vinculados ao Laboratório de Formação de Educadores-LIFE, da UDESC.

 

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Se lembra de Stela? (Esboços de prosa poética) https://novo.insular.com.br/produto/se-lembra-de-stela-esbocos-de-prosa-poetica/ https://novo.insular.com.br/produto/se-lembra-de-stela-esbocos-de-prosa-poetica/#respond Mon, 02 Feb 2026 02:04:44 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/se-lembra-de-stela-esbocos-de-prosa-poetica/ Autor: Osmard Andrade Faria ISBN: 978-85-7474-946-4 Páginas: 116 Peso: 160g Ano: 2016 *** A autocrítica do autor (virtude pouco cultivada pela suposta intelectualidade patrícia) nos aconselha a admitir que os versinhos que aqui se apresentam guardam certa distância dos bons poemas; são mais uma prosa poética do que poesia. A diferença, embora sutil, existe. Aos […]

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Autor: Osmard Andrade Faria

ISBN: 978-85-7474-946-4
Páginas: 116
Peso: 160g
Ano: 2016

***

A autocrítica do autor (virtude pouco cultivada pela suposta intelectualidade patrícia) nos aconselha a admitir que os versinhos que aqui se apresentam guardam certa distância dos bons poemas; são mais uma prosa poética do que poesia. A diferença, embora sutil, existe.
Aos que se aventurem a ler estes meus escritos, pedindo perdão pelo tempo que lhes tomei, invoco em minha defesa o não poeta – talvez por isso mesmo genial – Henfil:”Se não houver frutos, valeu a beleza das flores; se não houver flores, valeu a sombra das folhas; se nem houver folhas, valeu a intenção da semente”.

Osmard Andrade Faria
O autor nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 1923. Na adolescência, para custear seus estudos de medicina, precisou trabalhar. Pelas mãos de Manuel da Nóbrega iniciou-se como locutor da PRH-8, Rádio Ipanema, tendo, a partir daí, feito longa carreira de radialista e jornalista durante quase vinte anos. Em 1940, com seu colega de faculdade Abelardo Barbosa, participou do lançamento do Cassino da Chacrinha, na PRD-8, Rádio Club Fluminense. Durante seis anos foi locutor e produtor da PRA-3, Radio Club do Brasil, tendo escrito mais de 1200 programas, reportagens, novelas etc. Mais tarde, por mais seis anos foi diretor artístico da mesma PRH-8 onde começou, agora Rádio Mauá. Manteve no ar durante oito anos um programa lítero-musical, “Noturno”, às 23 horas, com poemas e músicas selecionadas. Durante dois anos foi colunista diário nos jornais Tribuna e O Sol. Depois, por mais dois anos, escreveu para a PRA-2, Rádio Ministério da Educação e 48 outras emissoras entreligadas, entre as quais, PRD-2, Rádio Roquette Pinto, “Paisagens da Vida”, documentários de contrapropaganda comunista que lhe valeram dois ataques contra a vida.
Deixou rádios e jornais em 18 de maio de 1953 quando tomou posse como médico do Corpo de Saúde da Marinha no posto de Capitão-tenente. Em 1956, em Hospital da Marinha, realizou pela primeira vez no mundo três cirurgias de amigdalectomias sem anestesia química, usando como anestésico a indução hipnótica, prática que introduziu na medicina brasileira. Em consequência escreveu o livro Manual de Hipnose Médica que teve seis edições no Brasil e quatro no exterior. Escreveu mais tarde outros livros de medicina e literatura.
Em 1961 veio para Florianópolis, comissionado na direção do Hospital Naval que havia na cidade. Em 1965, querendo continuar a viver em Floripa despediu-se da Marinha no posto de Capitão-de-Fragata da reserva. Voltou à medicina na vida civil. Em 1968, começou como médico perito no antigo IAPI, tendo mais tarde, no já INSS exercido a chefia da perícia médica por 10 anos em todo o estado de Santa Catarina..Em 1967, por concurso.tornou-se broncoesofagologista do Hospital Edith Gama Ramos, atual Hospital Joana de Gusmão.
Publicou ao todo, entre edições, coedições e reedições, mais de 20 títulos, um dos quais, pela Editora da Universidade Federal de Santa Catarina, Eutanásia.
Recebeu seis prêmios literários.
Com este Se Lembra de Stela?, despede-se da literatura, aos 93 anos de idade.

 

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Beba Poesia https://novo.insular.com.br/produto/beba-poesia/ https://novo.insular.com.br/produto/beba-poesia/#respond Mon, 02 Feb 2026 02:02:22 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/beba-poesia/ Autor: Cláudio Schuster Indisponível ISBN: 978-85-7474-966-2 Peso: 200g Páginas:168 Ano: 2016 se você vem para pouco pouco faz sentido a um louco varrido A obra reúne 149 poemas, entre inéditos e selecionados dos livros Crime perfeito (publicação do autor – 1994), Risco (publicação do autor – 1997) e Bluz (Editora Blocos – 1999). Alguns também […]

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Autor: Cláudio Schuster

Indisponível

ISBN: 978-85-7474-966-2
Peso: 200g
Páginas:168

Ano: 2016

se você vem para pouco
pouco faz sentido
a um louco varrido

A obra reúne 149 poemas, entre inéditos e selecionados dos livros Crime perfeito (publicação do autor – 1994), Risco (publicação do autor – 1997) e Bluz (Editora Blocos – 1999). Alguns também foram publicados no livro do 2º Concurso Literário Conto e Poesia (1996), do Sindicato dos Eletricitários de Florianópolis, e na 2ª edição da revista Rebosteio (2012).

“O nome Beba poesia surgiu na criação do blog e da página no Facebook, e foi inspirado por algumas poesias bêbadas, novas e antigas”, diz o autor. Schuster prefere deixar a definição de sua poesia ao olhar de cada pessoa. “A riqueza está na multiplicidade de olhares e entendimentos. Às vezes, nem é preciso se preocupar com isso, e só sentir o impacto causado por uma imagem interessante ou estranha que as palavras desenham”.

Cláudio Schuster nasceu em 1962, em Pelotas (RS). Jornalista, formado pela Universidade Católica de Pelotas, vive em Florianópolis (SC) desde 1986. Participou da I Bienal Internacional de Poesia de Belo Horizonte (1998) com o livro Risco, que teve seus poemas interpretados pelo ator Sérgio Mamberti.

Sobre a capa:

Com design de André Hippertt, a capa do livro Beba Poesia é o primeiro trabalho sob encomenda assinado pelo projeto ACAPA (@acapabr), coletivo formado por jornalistas e designers premiados do país. Primeiro “jornal sem jornal” do mundo, ACAPA consiste em uma primeira página sobre temas atuais com tratamento interpretativo. É publicada nas redes sociais e, em oito meses, conquistou 13 mil seguidores no Facebook e atraiu a atenção de jornais, sites especializados e universidades. Integram ACAPA os jornalistas Edgar Gonçalves Jr. (Florianópolis), Renata Maneschy (São Paulo), Fabrício Cardoso (Goiânia), André Hippertt (Rio de Janeiro), Nélson Nunes (São Paulo), Cláudio Duarte (Florianópolis), Evandro de Assis (Blu-menau) e Fábio Nienow (Brasília).

O livro tem projeto gráfico de Alexandre Salles, foto de Rosane Lima e revisão de
Liliane Vargas.

Outras informações no
facebook.com/bebapoesia


bebapoesia.blogspot.com.br

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