Arquivo de Futebol - Insular https://novo.insular.com.br/categoria-produto/futebol/ Editora Insular Wed, 11 Feb 2026 17:06:37 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 Vozes do gol https://novo.insular.com.br/produto/vozes-do-gol/ https://novo.insular.com.br/produto/vozes-do-gol/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:18:19 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/vozes-do-gol/ História da narração de futebol no rádio de Porto Alegre Autor: Ciro Gotz ISBN 978-65-991281-1-0 Páginas 226 Ano 2020 O livro As vozes do gol – História da narração de futebol no rádio de Porto Alegre conta a história, repleta de peripécias, estilos e técnicas dos locutores, desde os pioneiros até os nomes atuais e contemporâneos. Estão […]

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História da narração de futebol no rádio de Porto Alegre

Autor: Ciro Gotz

ISBN 978-65-991281-1-0

Páginas 226

Ano 2020

O livro As vozes do gol – História da narração de futebol no rádio de Porto Alegre conta a história, repleta de peripécias, estilos e técnicas dos locutores, desde os pioneiros até os nomes atuais e contemporâneos. Estão todos lá! E, assim, ergue-se como obra fundamental para leitura de quem cultua a memória social, a história do rádio e do futebol.
Sergio Francisco Endler

Este livro As vozes do gol − História da narração de futebol no rádio de Porto Alegre, além da trajetória dos narradores, traz a própria história do rádio e da capital gaúcha. Trata-se de uma obra que, certamente, se tornará referência tanto para profissionais como para estudantes e professores de Comunicação e de público em geral.
Doris Fagundes Haussen

(…) o autor resgata, arqueologicamente, a trajetória dos narradores de futebol da capital gaúcha. Enriquece-a com peculiaridades do dia a dia, em quem se espelharam para optar pelos estilos adotados, adicionando aspectos essenciais de natureza histórica. A partir disso, identifica as características de cada um e efetua, na análise das amostras selecionadas, comparação entre os profissionais, propondo uma classificação da narração futebolística, que, com certeza, servirá de base para futuras pesquisas do gênero.

Luciano Klöckner
A primeira parte deste livro contextualiza a forma como a narração de futebol se estabeleceu em Porto Alegre, entre as décadas de 1920 e 1950, e são apresentadas as histórias de Ernani Ruschel, que narrou Grêmio e Seleção do Paraná, em 1931, e Cândido Norberto, sem deixar de citar outros nomes, como Farid Germano, que integram o período dos narradores desbravadores.
Entre os narradores paradigmáticos são destacados os locutores que perpetuaram a narrativa de rádio porto-alegrense entre os períodos que compreendem as décadas de 1950 a 1990, tais como Pedro Carneiro Pereira, Mendes Ribeiro, Armindo Antônio Ranzolin e Haroldo de Souza.
Encerra com os narradores contemporâneos, quando conta a história de locutores que, dos anos 1980 até a segunda década do século XXI, dão continuidade à trajetória da narrativa de futebol no rádio de Porto Alegre, como Marco Antônio Pereira, Mário Lima, José Aldo Pinheiro, Orestes de Andrade, Pedro Ernesto Denardin, Daniel Oliveira e André Silva.
Ciro Augusto Francisconi Götz é doutorando e mestre em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Jornalista formado pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), concentra suas pesquisas na história do radiojornalismo esportivo. Foi professor do curso de Jornalismo da Associação Educacional Luterana (Faculdade IELUSC). Atuou como narrador e repórter em diferentes emissoras, com destaque para as rádios Guaíba, Grenal e Reconquista (Uruguai).

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O Futebol em Santa Catarina: Histórias de clubes (1910-2014) https://novo.insular.com.br/produto/o-futebol-em-santa-catarina-historias-de-clubes-1910-2014/ https://novo.insular.com.br/produto/o-futebol-em-santa-catarina-historias-de-clubes-1910-2014/#respond Mon, 02 Feb 2026 01:58:53 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/o-futebol-em-santa-catarina-historias-de-clubes-1910-2014/ Organizadores: Alexandre Fernandez Vaz e Norberto Dallabrida ISBN: 978-85-7474-821-4 Páginas: 304 il. Peso: 420g Ano: 2014 Capa e projeto gráfico: Valmor Fritsche Insular Livros *** Esta obra vem juntar-se a outros esforços de pesquisa da história do futebol em suas distintas expressões regionais. Pretende ser a primeira iniciativa sistemática de expor aspectos da história do […]

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Organizadores: Alexandre Fernandez Vaz e Norberto Dallabrida

ISBN: 978-85-7474-821-4
Páginas: 304 il.
Peso: 420g
Ano: 2014
Capa e projeto gráfico: Valmor Fritsche
Insular Livros

***

Esta obra vem juntar-se a outros esforços de pesquisa da história do futebol em suas distintas expressões regionais. Pretende ser a primeira iniciativa sistemática de expor aspectos da história do futebol em Santa Catarina entre 1910 – quando ocorreu o primeiro jogo de futebol público, na cidade de Florianópolis, entre os alunos do então Ginásio Santa Catarina (hoje Colégio Catarinense) e um combinado de cariocas e paulistas – e 2014, ano da realização Copa do Mundo no Brasil e da participação inédita de três times catarinenses na Séria A do Campeonato Brasileiro – Figueirense, Chapecoense e Criciúma – e da permanência de dois clubes – o Furação do Estreito e o representante de Chapecó e do acesso do Joinville, que se sagrou campeão da Série B em 2014 e do A vaí. O ano da Copa do Mundo no Brasil, converteu-se, em nível nacional, no ano de ouro do futebol catarinense.

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AUTORES(AS)
ALEXANDRE FERNANDEZ VAZ
NORBERTO DALLABRIDA
PAULINO DE JESUS FRANCISCO CARDOSO
KARLA LEANDRO RASCKE
POLIDORO JR. (prefácio)
JAISON JOSÉ BASSANI
CARMEN SILVIA RIAL
CRISTIANE CECCHIN
CAROLINE SOARES DE ALMEIDA
JOÃO KLUG
THIAGO PEREZ JORGE
FELIPE MATOS
REINALDO LINDOLFO LOHN
EMERSON CÉSAR DE CAMPOS
MICHELE GONÇALVES CARDOSO
LISANDRA INVERNIZZI
MOZART MARAGNO
FRANCISCO ALFREDO BRAUN NETO
ROGÉRIO LUIZ DE SOUZA

ONZE TEXTOS EM CAMPO:
RECORTES DA HISTÓRIA DO FUTEBOL EM SANTA CATARINA

Não escapou a Pierre Bourdieu o paradoxo de que quando se observa o esporte em suas relações com a sociedade, os acadêmicos o desprezam, privilegiando objetos “úteis” e preterindo o campo esportivo, e que os desportistas, por sua vez, em geral pouco se importam em refletir analiticamente sobre suas práticas. Exceções à regra são os trabalhos do sociólogo alemão Norbert Elias, que em parceria com Eric Dunning e outros, analisou, de modo sócio-histórico, a emergência dos esportes modernos na Inglaterra do Oitocentos.
No entanto, nas últimas décadas, essa situação alterou-se substancialmente, de sorte que o interesse acadêmico pelo mundo do esporte vem crescendo de modo surpreendente. No Brasil, a curiosidade pelo esporte, mais especificamente pelo futebol no universo acadêmico tem um marco importante na obra coordenada por Roberto Da Matta, “Universo do Futebol”. Os esportes deixaram de ser tema apenas de torcedores apaixonados e dos brilhantes cronistas que reinventaram o Brasil – Mário Filho, João Saldanha e o maior de todos, Nelson Rodrigues, à frente – para se tornarem objeto do mundo universitário. Esse interesse de historiadores, sociólogos, antropólogos e educadores deve-se ao espaço que o esporte bretão tem tido ao longo do Novecentos e, especialmente, na contemporaneidade, envolvendo identificações locais, regionais e nacionais, manifestações de massa, vultuosos investimentos financeiros e movimentos de globalização.
Toda uma historiografia do futebol tem sido, nos últimos anos, escrita e reescrita, ainda que prevaleçam, de forma geral, trabalhos que tomam o esporte mais popular em uma generalidade que, afinal de contas, refere-se às cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, vistas como paradigmas do futebol entre nós. Um excelente exemplo de ensaio sobre o futebol brasileiro, que segue essa tendência, é o livro “Veneno Remédio”, de José Miguel Wisnik, lançado há seis anos. Trata-se de obra ao mesmo tempo fluente e consistente que, além de fazer reflexões instigantes sobre a emergência do futebol na Inglaterra em meados do século XIX e sua circulação em diferentes países e grupos sociais, reapresenta uma história social do futebol, marcada inicialmente pelo “timbre aristocrático” devido à sua prática em clubes e colégios masculinos da elite branca, mas, desde a década de 1930 aceleradamente plasmada pela apropriação nacional, em que se destacam os afrodescendentes, que passariam a oferecer, talvez em registo mais simbólico que material, ginga do moderno esporte bretão. Segundo Wisnik, nos primeiros anos após a Revolução de 1930, além de começar a se profissionalizar no eixo Rio-São Paulo, “o futebol mulato” começa a se afirmar e os primeiros desfiles-concurso de escolas de samba são promovidos pelo futebolista-mor carioca, Mário Filho. Desta forma, no Brasil, não por acaso, o futebol gingado e o samba passam ser os principais ícones expressivos nacionais.
O presente livro, no entanto, vem juntar-se a outros esforços de pesquisa da história do futebol em suas distintas expressões regionais. Pretende ser o primeiro esforço sistemático de expor aspectos da história do futebol em Santa Catarina entre 1910 – quando ocorreu o primeiro jogo de futebol público, na cidade de Florianópolis, entre os alunos do então Ginásio Santa Catarina (hoje Colégio Catarinense) e um combinado de cariocas e paulistas – e 2014, ano da realização Copa do Mundo no Brasil e da participação inédita de três times catarinenses na Séria A do Campeonato Brasileiro – Figueirense, Chapecoense e Criciúma – e da permanência de dois clubes – o Furação do Estreito e o representante de Chapecó e do acesso do Joinville, que se sagrou campeão da Série B em 2014 e do Avaí. O ano da Copa do Mundo no Brasil, converteu-se, em nível nacional, no ano de ouro do futebol catarinense.
Praticado em diferentes espaços sociais, tanto urbanos como rurais, o futebol disseminou-se, de modo intenso, e integrou-se à estrutura descentralizada do Estado de Santa Catarina, em que a capital não é uma metrópole que se impõe e as zonas geoeconômicas guardam referência a cidades de importância regional. Assim, os times de Florianópolis – Figueirense e Avaí – nunca conseguiram capilarizar efetivamente suas torcidas nos municípios do litoral e dos vales, muito menos naqueles do Planalto Serrano. De outra parte, os times catarinenses têm, historicamente, identificações locais/municipais/regionais e muitos torcedores são aficionados por equipes do eixo Rio-São Paulo ou de Porto Alegre.
Os textos que compõem o livro assumem a responsabilidade da pesquisa acadêmica, mas também procuram dialogar com um público mais amplo, não necessariamente especialista, mas interessado na história do futebol em Santa Catarina. Grosso modo, trata-se de uma centúria da prática futebolista no território catarinense. Cada capítulo se dedica a uma questão. Todos se ocupam de equipes catarinenses em recortes de sua história. Três são clubes que representam cidades e mesmo aglutinam regiões de Santa Catarina, Chapecoense, Joinville e Criciúma. Com distintas trajetórias, mas sempre representando regionalmente a paixão nacional, a história de cada um mostra continuidades de rupturas do percurso do futebol catarinense ao longo do século passado e início deste nosso século vinte e um. Cinco textos são de Florianópolis, cidade cindida pela rivalidade de oito décadas entre Avaí e Figueirense, mas que contou com outros clubes também pesquisados, o extinto Annita Garibaldi e o Colegial, equipe ligada ao Colégio Catarinense, contemplada com dois estudos que se dedicam à relação entre esporte e formação das futuras elites catarinenses. Entre todos, um capítulo sobre o Marcílio Dias, outro representante litorâneo, mas da cidade de Itajaí. Completa o livro o prefácio do jornalista Polidoro Júnior – autor de dois ótimos álbuns-livros sobre o futebol e veterano cronista esportivo de Santa Catarina.
Onze textos, cada um em sua posição em campo, nesta pequena seleção catarinense de estudos da história do futebol.
Boa leitura!
Alexandre Fernandez Vaz
Norberto Dallabrida

 

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Indomável Leão – A mística do “faz coisa”. https://novo.insular.com.br/produto/indomavel-leao-a-mistica-do-faz-coisa/ https://novo.insular.com.br/produto/indomavel-leao-a-mistica-do-faz-coisa/#respond Mon, 02 Feb 2026 01:58:15 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/indomavel-leao-a-mistica-do-faz-coisa/ Autora: Kátia Maria de Paula ISBN: 978-85-7474-860-3 Páginas: 96 il. Peso: 135g Ano: 2015 Insular Livros Capa: Larissa Poeta de Mello No dia 29 de novembro de 2014 aconteceu a última rodada do campeonato brasileiro de futebol da segunda divisão. Das quatro vagas que dão acesso à elite do futebol, três delas já estavam conquistadas […]

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Autora: Kátia Maria de Paula


ISBN: 978-85-7474-860-3
Páginas: 96 il.
Peso: 135g
Ano: 2015
Insular Livros
Capa: Larissa Poeta de Mello

No dia 29 de novembro de 2014 aconteceu a última rodada do campeonato brasileiro de futebol da segunda divisão. Das quatro vagas que dão acesso à elite do futebol, três delas já estavam conquistadas territorial e matematicamente por Joinville, Ponte Preta e Vasco da Gama. A última vaga será decidida nesse dia. Quatro times lutam por ela: Boa Esporte, Atlético Goianiense, América de MG e Avaí Futebol Clube. O Avaí, para a conquista do acesso, além de vencer o seu jogo, precisa que Atlético Go e Boa Esporte não vençam os seus.

É sobre as batalhas que determinaram o vencedor dessa guerra que lhes escrevo. Confessando-lhes, antes mesmo de começar a narrativa, e assim já me redimindo das tendências que a história que lhes escrevo traz (porque minhas armas, estratégias e alma são totalmente avaianas), que aqui defendo o território Azul com todas as minhas forças. Em sendo assim, lhes dou pinceladas sobre três batalhas e aumento, hipervalorizo e mistifico, até deixar épica, a batalha entre Avaí x Vasco da Gama.

A história a seguir é totalmente tendenciosa, mas verdadeira. Porque “em vão bate à porta das Musas quem está de sangue frio.”
Confessei!

Vamos descompassar o tempo e “deslimitalizar” o espaço. Temos permissão para isso em nosso DNA. E é esse transcender permissivo, dado em seu nascimento aos Avaianos, que legaliza o Avaí a “fazer coisa”.
KK de Paula

Kátia Maria de Paula
Manezinha da Ilha
Concebida Avaiana
Formada em Filosofia/UFSC
Pós Graduada em Gestão Universitária/UFSC

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Os megaeventos esportivos: suas consequências, impactos e legados para a América Latina https://novo.insular.com.br/produto/os-megaeventos-esportivos-suas-consequencias-impactos-e-legados-para-a-america-latina/ https://novo.insular.com.br/produto/os-megaeventos-esportivos-suas-consequencias-impactos-e-legados-para-a-america-latina/#respond Mon, 02 Feb 2026 01:54:30 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/os-megaeventos-esportivos-suas-consequencias-impactos-e-legados-para-a-america-latina/ Organizadores: Paulo Capela e Elaine Tavares ISBN: 978-85-7474-759-0 Páginas: 224 Peso: 430g Ano: 2014 *** Os chamados megaeventos esportivos, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, são um verdadeiro saque à maioria da população fruto de inescrupulosos interesses econômicos particulares, que consomem gigantescos recursos públicos, exploram os trabalhadores e produzem o desenvolvimento do subdesenvolvimento. […]

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Organizadores: Paulo Capela e Elaine Tavares

ISBN: 978-85-7474-759-0
Páginas: 224
Peso: 430g
Ano: 2014

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Os chamados megaeventos esportivos, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, são um verdadeiro saque à maioria da população fruto de inescrupulosos interesses econômicos particulares, que consomem gigantescos recursos públicos, exploram os trabalhadores e produzem o desenvolvimento do subdesenvolvimento. Tais eventos não interessam à nação, é o que evidencia este livro, pois pertencem apenas à FIFA e ao COI (Comitê Olímpico Internacional).

Este livro retrata os debates ocorridos durante a IX edição das Jornadas Bolivarianas, promovidas no ano passado pelo Instituto de Estudos Latino-Americanos – IELA. É uma profunda análise dos megaeventos esportivos, hoje ainda tão pouco estudados. Trata-se de ver mais além da festa que estes projetos pretendem proporcionar à população e quais são os interesses que se escondem por detrás destas promoções.
“Sendo assim, somamo-nos, com essa publicação, às vozes das ruas e de todos os intelectuais e lutadores populares na crítica dos megaeventos esportivos Copa FIFA 2014 e Olimpíadas COI 2016, eventos emblemáticos do desperdício e da corrupção promovida pela elites nacionais e internacionais sobre as populações mundiais”, dizem os organizadores desta obra Paulo Capela e Elaine Tavares.

Autores

André Furlan Meirinho
Danuza Meneghello
Eddie Cottle
Elaine Tavares
Fábio Machado Pinto
Fernando Mascarenhas
Jaime Breilh
Juca Kfouri
Marcelo Weishaupt Proni
Mariângela Ribeiro dos Santos
Mauricio Mejía
Mauricio Rombaldi
Natália Nascimento Miranda
Nildo Ouriques
Nilso Ouriques
Paulo Capela
Pedro Fernando Avalone Athayde
Raumar Rodríguez Giménez
Renato Cosentino

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Copa do Mundo na África do Sul – Um legado para quem? https://novo.insular.com.br/produto/copa-do-mundo-na-africa-do-sul-um-legado-para-quem/ https://novo.insular.com.br/produto/copa-do-mundo-na-africa-do-sul-um-legado-para-quem/#respond Mon, 02 Feb 2026 01:54:25 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/copa-do-mundo-na-africa-do-sul-um-legado-para-quem/ Organizado por Eddie Cottle Traduzido por Lara Freitas ISBN: 978-85-7474-752-1 Páginas: 408 ilustradas Peso: 750g Ano: 2014 Foto da capa: Estádio do Soccer City, na abertura da Copa 2010 na África do Sul Capa: Rodrigo Poeta *** Informações à edição brasileira Uma lição vinda da África do Sul: Os cartéis da construção estão aumentando significativamente […]

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Organizado por Eddie Cottle

Traduzido por Lara Freitas

ISBN: 978-85-7474-752-1
Páginas: 408 ilustradas
Peso: 750g
Ano: 2014

Foto da capa: Estádio do Soccer City, na abertura da Copa 2010 na África do Sul

Capa: Rodrigo Poeta

***

Informações à edição brasileira

Uma lição vinda da África do Sul:

Os cartéis da construção estão aumentando significativamente os custos de infraestrutura da Copa do Mundo FIFA 2014 no Brasil?
Eddie Cottle, Paulo Capela, André Furlan Meirinho

Introdução
A luta e a organização dos trabalhadores da construção civil e madeira da África do Sul para reivindicar melhores condições de trabalho antes e depois da realização da Copa do Mundo de Futebol de 2010 naquele país tornaram-se referência para as jornadas de lutas e organização dos trabalhadores da construção civil de todo o mundo.
A exitosa organização dos sindicatos possibilitou inúmeros ganhos aos trabalhadores e também o desenvolvimento de uma metodologia de análise das obras das arenas “padrão” FIFA, capaz de desvelar os valores dos superfaturamentos das indústrias da construção em conluio com empreiteiras. Assim, em abril de 2013, os diretores do Instituto de Estudos Latino-
Americanos da Universidade Federal de Santa Catarina (IELA-UFSC), têm um primeiro contato com o pesquisador sul-africano Eddie Cottle, convidado para uma das conferências da IX edição das Jornadas Bolivarianas, principal atividade científica anual do Instituto. Eddie é convidado por seu protagonismo durante todo o processo de luta dos trabalhadores sul-africanos que laboraram nas obras da Copa do Mundo FIFA de Futebol de 2010-África do Sul e também por ser organizador, autor e editor do original em língua inglesa: South Africa’s World Cup: a legacy for whom?. Em sua obra, juntamente com outros 12 importantes pesquisadores sul-africanos, ele põe luz sobre inúmeros fatos envolvendo a realização da Copa FIFA de Futebol
de 2010. Em julho de 2013, Eddie Cottle retorna ao IELA para realizar uma investigação conjunta com pesquisadores e acadêmicos do Instituto sobre o custo das arenas de futebol para a Copa FIFA de Futebol de 2014 no Brasil.
Utilizando-se da metodologia empregada por ele na África do Sul, são encontrados números importantes sobre os valores das obras das arenas construídas e reformadas no Brasil. São números que ainda carecem de mais aprofundamentos, mas que já permitem visualizar muitos dos valores que estão sendo gastos a mais para a realização da Copa do Mundo de futebol
2014 no Brasil. O relatório preliminar do IELA propunha-se tornar público os primeiros números da operação dos cartéis da construção durante a execução de obras da Copa do Mundo de Futebol FIFA e a primeira atividade da parceria
que passaremos a estabelecer com os pesquisadores do continente africano no sentido de potencializar nossas ações de esclarecimento e oferecimento de informações científicas para a ação dos trabalhadores numa perspectiva
desde o sul, fugindo assim do determinismo científico eurocêntrico e estadunidense que tem enfraquecido as ações dos pesquisadores universitários brasileiros em vincularem-se organicamente às lutas populares e no mesmo
sentido produzido um academicismo estéril às causas nacionais. Já em 2008 o relatório do Comitê de Concorrência da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) do setor de construção descobriu que, “infelizmente, a indústria da construção foi vítima da atividade de cartel, conforme foi exposto em matérias amplamente divulgadas em todo o mundo”. Na mesa-redonda do OCDE, 19 países da Europa, Ásia, América do Norte, e principalmente, da África do Sul denunciaram amplamente a atividade de cartel. Foi descoberto cartel na indústria do cimento na Turquia e na Alemanha, incluindo fixação de preços e divisão de mercado. Na Holanda, as empresas de construção foram consideradas culpadas
por manter contas secretas nas quais mantinham valores de fraudes cometidas em 8,8% de todas as obras públicas que executaram. Valores, portanto, produto de conluio. No Japão e no Reino Unido, grandes empresas envolveram-se na manipulação das licitações para construção de pontes, estradas, escolas, hospitais e conjuntos habitacionais, para citar apenas alguns exemplos.
Nesse encontro do OCDE, a África do Sul apresentou seu relatório sobre os custos excessivos relacionados aos estádios da Copa do Mundo FIFA 2010 que, na época, estavam sob suspeitas de ter licitações fraudulentas.
Através de práticas de conluio, fraude nas licitações e superfaturamento, as empresas de construção de obras para a Copa FIFA vêm obtendo em todo mundo enormes ganhos financeiros à custa dos trabalhadores e dos contribuintes dos países-sede. O que tem ocorrido com as irregularidades do setor de construção é preocupante pelo fato de que esse setor não é somente vital
para todos os aspectos da atividade econômica, mas também porque oferece a infraestrutura necessária para suprir as necessidades básicas das pessoas tais como habitação, escolas, universidades, hospitais e uma série de outras
edificações do governo e outras instalações públicas. O setor de construção também constrói estradas, ferrovias, portos, sistemas de esgoto etc.
Implicitamente, isso significa que as metas de desenvolvimento propostas pelos governos nacionais que sediam a Copa FIFA de Futebol são frustradas em parte pela transferência maciça de riqueza desses Estados para empresas privadas, em detrimento da criação de emprego e redistribuição de renda para a população, inibindo assim os ganhos econômicos a que se destina. É neste contexto que se insurge o descontentamento nacional no Brasil, levando milhares de pessoas, nas principais cidades, a manifestarem sua indignação de forma legítima contra o aumento dos custos de transporte, a má qualidade dos serviços de saúde e de educação, incluindo os custos crescentes da realização da Copa do Mundo da FIFA. São as práticas de conluio de empresas de construção que produzem os custos exorbitantes dos estádios da Copa do Mundo e dos projetos de infraestrutura. Na África do Sul, que sediou a Copa do Mundo FIFA 2010, somente o custo dos estádios aumentou em 1.008%.
No Brasil, o aumento dos custos dos estádios da Copa do Mundo já está em 327%, segundo as estimativas de 2013, e aumentarão rapidamente conforme os estádios sejam concluídos. No ritmo atual de aumento dos custos, é provável que o Brasil
realize a Copa do Mundo FIFA mais cara da história das Copas do Mundo.
Portanto, esta análise desafia a população e o governo brasileiro a seguirem, imediatamente, o exemplo dado pela Comissão de Concorrência da África do Sul, que investigou as operações do cartel de construção e a forma como atuaram na construção das obras da Copa FIFA, levando finalmente as empresas culpadas a um tribunal que multou as empresas de construção por práticas de concorrência desleais, estando as empresas na eminência de também serem consideradas empresas não cooperativas.

Lições dadas pela África do Sul

O aumento de custos da Copa do Mundo FIFA 2010 na África do Sul foi significativo e inicialmente atribuído à vulnerabilidade dos países por conta da crise econômica mundial 2008-2009. O ex-ministro da Fazenda sul-africano, Trevor Manuel, afirmou, em outubro de 2008, que as obras da construção da Copa do Mundo seriam afetadas porque “os custos de construção são uma grande ameaça para o que queremos fazer”. No entanto, ele não observou que em outubro de 2007 a Comissão de Concorrência da África do Sul montou uma equipe para rever os materiais de construção e o setor de serviços.
A estimativa do custo inicial foi calculada em 2,3 bilhões de rands (moeda sul-africana) – o equivalente a 519 milhões, em reais – e seria pago pelo governo sul-africano, em grande parte para financiar os estádios e a infra-estrutura. Entretanto, o custo total estimado de 2010 (e é provável que seja ainda muito maior) para o governo da África do Sul era de 39,3 bilhões de
rands (8,9 bilhões, em reais) – um aumento absurdo de 1.709% sobre a estimativa inicial. Os custos dos estádios aumentaram da estimativa inicial de 1,5 bilhões de rands (338 milhões, em reais) para a última estimativa de custos em mais de 17,4 milhões de rands (3,9 bilhões, em reais), representando um aumento de 1.008%. Cinco grandes empresas de construção civil na África do Sul: Aveng, Murray & Roberts, Group Five, Wilson Bayly Holmes-Ovcon (WBHO) e Basil Read foram as principais empreiteiras na construção dos estádios para a Copa do Mundo FIFA 2010 e vários projetos de infraestrutura nos quais
elas obtiveram lucros substanciais. Em 2007, todas estavam sob investigação da Comissão de Concorrência da África do Sul por suspeita de conluio e práticas anticompetitivas em relação a esses projetos.
Infelizmente, a comissão não investigou as ações de empresas internacionais tais como a alemã HBM Stadien-und Sportstättenbau GmbH, empresa especializada na construção de estádios, a GMP Architekten and Hi-ghtex engineers; a italiana Cimolai; a francesa Bouygues e a holandesa BAM International, envolvidas na construção dos estádios e que tiveram grandes
aumentos dos custos de construção.
Em 17 de julho de 2013, no tribunal da Comissão da Concorrência da África do Sul foram estimados de forma moderada em cerca de 4,7 bilhões De rands(1 bilhão, em reais) os “lucros indevidos” obtidos por empresas de construção nos preparativos para a Copa do Mundo 2010 e em outros projetos. Elas foram multadas, consequentemente, em um total de 1,5 bilhões de
rands(338 milhões, em reais). As empresas de construção que não concordaram com a resolução, tais como a Group 5, a Construction ID e a Power Construction, agora enfrentam um possível processo.

***

O setor da construção brasileiro

De acordo com o Portal 2014 brasileiro (www.portal2014.org.br/andamento-obras) as empresas de construção contratadas para a Copa do Mundo e infraestrutura relacionada são: Odebrecht, Andrade Gutierrez, Galvão Engenharia, OAS Empreendimentos, Mendes Júnior, Via Engineering, Andrade Mendonça, Construcap, Egesa, Hap e Engevix. As duas maiores empresas de construção brasileiras envolvidas na Copa do Mundo são a Andrade Gutierrez e a Odebrecht. Conforme a Copa do Mundo e as Olimpíadas se aproximam, o setor de construção brasileiro está prestes a sair de sua inesperada queda de faturamento, o que pode ser vista pelo seu fraco desempenho, atingindo um crescimento de apenas 4,2% em 2011 e de 2,2% em 2012.
Esse resultado está relacionado ao fato de que em maio de 2012 somente 25% dos projetos de transporte para a Copa haviam completado o processo de licitação; e no final do mesmo mês, 41% das obras para a Copa do Mundo ainda não haviam sido iniciadas. O setor de construção tem que concluir a construção de 13 aeroportos, 7 portos e 37 projetos de transporte, e ainda construir ou reformar 12 estádios para a Copa do Mundo de 2014.
Este setor emprega 2,5 milhões de trabalhadores formais e as estimativas mostram que existem 1,5 milhões de trabalhadores informais. O atraso contribui para o aumento da taxa de desemprego no Brasil que foi de 5,60% em fevereiro de 2013.
Muitas das empresas envolvidas nos gastos com a infraestrutura da Copa do Mundo no Brasil são sociedades fechadas e, portanto, as informações financeiras das empresas não estão prontamente disponíveis. No momento da composição deste texto a maioria das empresas ainda não havia divulgado seus Relatórios Anuais de 2013, que poderiam oferecer uma perspectiva diferente ao que está sendo apresentado aqui, pois a posição financeira provavelmente melhorou conforme indicado anteriormente. O que ficou claro é que parece que o setor está passando por flutuações drásticas em seus lucros líquidos anuais. A Engevix, por exemplo, divulgou -85% em 2010, porém apontou um aumento de 256% em 2011. Empresas tais como a OAS Empreendimentos, que tinha um lucro líquido de 2.244% em 2010, teve uma diminuição de 360% em 2011. A Andrade Gutierrez divulgou um aumento de lucro líquido de 23% em 2010 e de 28% em 2011. Já a Odebrecht divulgou um aumento de 148% em seu lucro líquido em 2010, o maior lucro de sua história.
As empresas não envolvidas nos projetos de construção da Copa do Mundo são a Santa Barbara Consortium Construction, da Arena Pantanal, que foi à falência, e a Delta Construction, que participou da construção do estádio do Maracanã, porém
um Comitê do Congresso descobriu que ela estava envolvida em subornos feitos a políticos e outros agentes públicos.

Gastos excessivos dos estádios brasileiros

Construtoras brasileiras e estrangeiras, tais como o escritório de arquitetura alemão GMP, são os principais beneficiários dos gastos com a Copa do Mundo FIFA 2014 e com a infraestrutura relacionada à Copa, que está atualmente calculada em U$ 18 bilhões, sendo 78% dos gastos totais provenientes de financiamento público.
De acordo com o ministro dos Esportes do Brasil, o impacto geral econômico superará U$ 100 bilhões, criando 332.000 empregos permanentes (2009-2014) e 381.000 empregos temporários em 2014.

O fato de que até maio de 2012 apenas 41% das obras para a Copa do Mundo ainda não tivessem começado levou o Governo Federal a mudar seus procedimentos para a aprovação de projetos com um “estatuto de excepcionalidade”, criado para aumentar a velocidade de aprovações para projetos de infraestrutura da Copa do Mundo 2014. Consequentemente, as empresas de construção usarão de forma oportuna essa situação a seu favor para fixar os custos das licitações oficiais acima do seu valor, resultando em gastos excessivos que terão de ser pagos pelo governo brasileiro com fundos públicos.
A Andrade Gutierrez está envolvida na construção do Estádio Nacional Mané Garrincha (Brasília), da Arena Amazonas (Manaus), do Estádio Beira–Rio (Porto Alegre) e do Estádio do Maracanã (Rio de Janeiro). A Odebrecht
na construção do Estádio do Maracanã (Rio de Janeiro), do Estádio da Fonte Nova (Salvador), da Arena Pernambuco (Recife) e do Itaquerão (São Paulo).
As duas empresas são responsáveis por 7 dos 12 estádios da Copa do Mundo. Embora tenhamos usado fontes confiáveis para obter os custos dos estádios, os números podem variar ou serem inconsistentes. A fonte mais confiável para as estimativas originais de custo de cada um dos estádios está no Brazil 2014 Bid Book. Porém, o Brazil 2014 FIFA World Cup Bid Book não é
divulgado publicamente (assim como todos os bid books), não sendo então possível consultar os custos originais para cada estádio. No entanto, é razoável supor que já que o Brazil Bid Book foi enviado à FIFA até 31 de julho de 2007 e que a Equipe de Inspeção da FIFA realizou a visita de inspeção em 23 de agosto de 2007, o valor constante neste relatório de U$ 1,1 bilhões para todos os estádios reflete os números originais do Bid Book.

Rumo a uma investigação sobre cartel no setor de construção

Em agosto de 2013, o Congresso Brasileiro propôs a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar os gastos excessivos com os estádios e as alegações de corrupção. O pedido de investigação veio do “senador Álvaro Dias, do principal partido de oposição, o PSDB, que inicialmente solicitou a investigação”
como resposta às exigências dos manifestantes brasileiros nas ruas. Acreditamos que há motivos suficientes para o governo brasileiro abrir uma investigação completa sobre as operações de um cartel de construção; o Relatório do Comitê de Concorrência da OCDE, a evidência irrefutável do Relatório da Comissão de Concorrência da África do Sul, especialmente
em relação à Copa do Mundo FIFA 2010, e os aumentos abusivos de custos dos estádios do Brasil quando comparados com o Relatório da Equipe de Inspeção da FIFA de 2007. Ainda mais uma motivação para a necessidade de tal investigação é a
recente decisão por parte do estado de São Paulo de “abrir um processo contra a Siemens AG (SI) para tentar recuperar o dinheiro que a empresa supostamente superfaturou do Estado pelos trens vendidos por um consórcio para a cidade e redes de transporte regionais”. Neste último caso, deverão demonstrar a necessidade de garantir que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), envolvido na investigação da Siemens, estenda sua investigação ao setor de construção. Tal investigação sobre os negócios do cartel de construção não deve se limitar às empresas brasileiras, mas deve, também, se estender às empresas internacionais envolvidas em atividades de construção civil relacionadas.
Por fim, é necessário que o governo brasileiro responda aos apelos da sociedade civil por mais transparência na prestação de contas e nos assuntos relacionados à Copa do Mundo FIFA 2014 e que divulgue publicamente o Bid Book brasileiro oficial.

Sumário

Introdução
Eddie Cottle
1 FIFA e o complexo desportivo de acumulação
Dale T. McKinley
2 Promessas econômicas e armadilhas da Copa do Mundo da
África do Sul
Patrick Bond e Eddie Cottle
3 O caneco deles transbordou – Empresas de construção e a Copa
do Mundo da FIFA de 2010
Michelle Taal
4 Chutando no próprio gol? – A greve dos operários da Copa do
Mundo de 2010
Eddie Cottle
5 O legado dos sindicatos da Copa do Mundo 2010
– a solidariedade internacional revitalizada
Vasco Pedrina e Joachim Merz
6 Comércio informal e a batalha pelos negócios
Pat Horn
7 Mentiras, deturpação e expectativas não alcançadas – Exploração
sexual e a Copa do Mundo de Futebol de 2010
Vivienne Mentor-Lalu
8 O greenwashing da FIFA – A Copa do Mundo e o Aquecimento
Global
Trsiten Taylor
9 Soccer City – Quem bebeu toda a cerveja da cabaça?
Mondli Hlatshwayo
10 Green Point Stadium – O Legado FIFA do jogo desleal
Mondli Hlatshwayo e Michael Blake
11 Contando vantagem – Dissecação da lenda urbana do legado de
desenvolvimento do Moses Mabhida Stadium de Durban
Aisha Bahadur
12 Mbombela – Corrupção, assassinato, falsas promessas e
resistência
Dale T. McKinley (com o African Eye News Service)
13 Construindo Coliseus, vivendo em barracos – Operários
na sombra da cidade mundial
Tony Roshan Samara
Colaboradores

 

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