Arquivo de Estudos Culturais - Insular https://novo.insular.com.br/categoria-produto/estudos-culturais/ Editora Insular Wed, 11 Feb 2026 17:04:24 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 Crítica literária feminista – uma trajetória https://novo.insular.com.br/produto/critica-literaria-feminista-uma-trajetoria/ https://novo.insular.com.br/produto/critica-literaria-feminista-uma-trajetoria/#respond Mon, 02 Feb 2026 02:02:24 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/critica-literaria-feminista-uma-trajetoria/ Série Estudos Culturais – Volume 5 Autora: Susana Bornéo Funck ISBN: 978-85-7474-969-3 Páginas: 432 Peso: 560g Ano: 2016 *** Crítica literária feminista – uma trajetória é a prova contundente do que sua autora, Susana Bornéo Funck, define, na Introdução, como “um modo de ser e de fazer”. Com um longo percurso acadêmico pautado tanto pela […]

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Série Estudos Culturais – Volume 5

Autora: Susana Bornéo Funck

ISBN: 978-85-7474-969-3
Páginas: 432
Peso: 560g
Ano: 2016

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Crítica literária feminista – uma trajetória é a prova contundente do que sua autora, Susana Bornéo Funck, define, na Introdução, como “um modo de ser e de fazer”. Com um longo percurso acadêmico pautado tanto pela paixão pela literatura quanto pela coerência de seu posicionamento como uma intelectual feminista, Susana articula o pessoal e o político na figura da leitora questionadora e perspicaz em seu enfoque às representações da mulher na literatura de autoria feminina, colocando em cena um elenco substancial de poetas e ficcionistas de língua inglesa, cujos textos foram publicados nas últimas quatro décadas.
Trata-se de uma geração de escritoras talentosas que produziram enquadramentos temático-formais singulares, não raro corrosivos, e que tecem uma linhagem de rebeldia criadora e, por que não dizer , perturbadora, no cenário da produção literária de seus respectivos países, Inglaterra, Canadá e Estados Unidos.

Tenho a impressão de que sou feminista desde sempre, mas foi apenas bem no final da década de1970 que adotei o rótulo sem restrições. Acho que foi quando li a frase “Feminism spokenhere” (Aqui se fala feminismo) na parede da casa de uma colega. Compreendi, então,que o feminismo é, sim, uma linguagem que se aprende, mas que ainda é praticamente uma língua estrangeira para muitas pessoas. E tenho me dedicado à tarefa de transformá-la numa língua franca, adotada por todos.

 

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Antropologia da Dança II – Pesquisas do CIRANDA – Círculo Antropológico de Dança https://novo.insular.com.br/produto/antropologia-da-danca-ii-pesquisas-do-ciranda-circulo-antropologico-de-danca/ https://novo.insular.com.br/produto/antropologia-da-danca-ii-pesquisas-do-ciranda-circulo-antropologico-de-danca/#respond Mon, 02 Feb 2026 01:58:18 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/antropologia-da-danca-ii-pesquisas-do-ciranda-circulo-antropologico-de-danca/ Organizadora: Giselle Guilhon Antunes Camargo ISBN: 978-85-7474-864-1 Páginas: 304 il. Peso: 680g Ano: 2015 Insular Livros *** O livro Antropologia da Dança II oferece contribuições de uma geração de estudiosos da arte e em particular da dança – integrantes e colaboradores do Projeto CIRANDA (Círculo Antropológico de Dança) –, oportunizando discussões sobre história, método, escopo […]

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Organizadora: Giselle Guilhon Antunes Camargo

ISBN: 978-85-7474-864-1
Páginas: 304 il.
Peso: 680g
Ano: 2015
Insular Livros

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O livro Antropologia da Dança II oferece contribuições de uma geração de estudiosos da arte e em particular da dança – integrantes e colaboradores do Projeto CIRANDA (Círculo Antropológico de Dança) –, oportunizando discussões sobre história, método, escopo e interdisciplinaridade do estudo da dança em contextos diferenciados. Alguns dos artigos que compõem este livro destacam fazeres e sentidos particulares para movimentações corporais e/ou coreografias em contextos específicos, ressaltando a necessidade de conhecer, valorizar, aprender e aprofundar o campo do estudo da dança a partir de novas perspectivas filosóficas. Líliam Barros

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A Etnografia numa perspectiva antropológica não pressupõe, normalmente, resultados finais, no sentido de predeterminar o foco das investigações. “Permite que o trabalho de campo te ensine” é um refrão bem conhecido, uma abordagem estratégica que embora vise facilitar a descoberta de novos insights, privilegiando as perspectivas êmicas – o ponto de vista dos participantes – não exclui certa familiaridade com a informação preexistente e com alguma consideração sobre o que possa ser fundamental antes de se entrar no campo. Mas o pesquisador deve permanecer flexível, permitindo que as experiências de campo moldem as principais linhas de investigação.
Theresa Jill Buckland

“Nas Danças Circulares dos Povos, os indivíduos podem estabelecer profundas relações interpessoais. Esse fato favorece, por vezes, um contato íntimo do indivíduo com seu próprio ser e com o meio social em que vive.” Monike Christina Taborda

“Ao dançarmos Malachim, evidenciamos uma imagem semelhante à imagem da cruz, riscada no espaço quando invocamos a presença dos quatro Anjos: Miguel (à direita), Uriel (à frente), Gabriel (à esquerda) e Rafael (atrás). Essa simbologia da cruz, e também a dos Anjos, está em profunda ressonância com os ensinamentos da Cabala.” Ana Cláudia Pinto da Costa

“A música é tão importante para a dança do casal de Mestre Sala e Porta-Bandeira que Nando Elegância (Mestre-Sala) me disse, em conversa informal, que não só o ritmo, mas também a letra do samba é essencial para o seu processo de composição coreográfica.” Arianne Roberta Pimentel Gonçalves

“Nas festas de Zouk, a dança assume o seu caráter de arte cênica fazendo com que os dançarinos se coloquem tal qual o ator experiente que é aquele, como diz Eugenio Barba, que aprende a não associar a energia ao excesso de atividade muscular e nervosa, mas a algo que pulsa intimamente no seu ser e é irradiado do centro para as extremidades do seu corpo.” Airleise Sarges Rodrigues

“Na Dança dos Vaqueiros, os barulhos rítmicos dos tamancos, executados pelos dançarinos evocam, metaforicamente, uma verdadeira cavalgada nos campos do Marajó. Sobre seus cavalos, eles demonstram executar uma de suas maiores habilidades, laçar o boi.” Maria Ana Azevedo de Oliveira

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Giselle Guilhon Antunes Camargo é professora e pesquisadora na Universidade Federal do Pará (UFPA), atuando nos Cursos de Graduação em Dança, em Teatro e em Música, na Especialização em Estudos Contemporâneos do Corpo e no Programa de Pós-Graduação em Artes (PPGArtes). Ministrou, entre 2008 e 2013, as disciplinas Dança, Cultura e Sociedade I e II, Antropologia da Dança, Antropologia do Teatro, Corpo em Cena, Corpo e Performance, Etnocenologia e Pesquisa e Procedimentos Metodológicos em Artes. Orienta pesquisas de graduação e pós-graduação, voltadas para o estudo das formas expressivas – gêneros e estilos de dança, performance, ritual, etc. -, com ênfase nas correntes teóricas provenientes da Antropologia da Dança, da Antropologia Teatral, dos Estudos da Performance, da Etnocenologia e da Etnologia Ritual. Coordena o Grupo e Projeto de Pesquisa CIRANDA (Círculo Antropológico da Dança). É autora dos livros Sama: etnografia de uma dança sufi (2002) e Mukabele: ritual dervixe (2010) e Antropologia da Dança I (2013).

 

 

 

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Antropologia da Dança III: Pesquisas do Ciranda – Círculo Antropológico da Dança https://novo.insular.com.br/produto/antropologia-da-danca-iii-pesquisas-do-ciranda-circulo-antropologico-da-danca/ https://novo.insular.com.br/produto/antropologia-da-danca-iii-pesquisas-do-ciranda-circulo-antropologico-da-danca/#respond Mon, 02 Feb 2026 01:58:01 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/antropologia-da-danca-iii-pesquisas-do-ciranda-circulo-antropologico-da-danca/ Organizadora: Giselle Guilhon Antunes Camargo ISBN: 978-85-7474-879-5 Páginas: 232 il. Peso: 505g Ano: 2015 Insular Livros Projeto gráfico e capa: Carlos Serrao A coleção Antropologia da Dança, organizada pela professora e pesquisadora Giselle Guilhon, chega ao seu terceiro volume sagrando seus leitores com uma densa trama de textos que revelam a contemporaneidade dos desafios, abordagens […]

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Organizadora: Giselle Guilhon Antunes Camargo

ISBN: 978-85-7474-879-5
Páginas: 232 il.
Peso: 505g
Ano: 2015
Insular Livros
Projeto gráfico e capa: Carlos Serrao

A coleção Antropologia da Dança, organizada pela professora e pesquisadora Giselle Guilhon, chega ao seu terceiro volume sagrando seus leitores com uma densa trama de textos que revelam a contemporaneidade dos desafios, abordagens e vertentes de investigações antropológicas cujas ênfases estão nos estudos etnográficos, enquanto construção epistemológica do comportamento humano.

Esse trançado de construção do conhecimento em Antropologia da Dança, em franca consolidação e expansão no Brasil, engendrou-se a partir de uma minuciosa revisão da contribuição de autores como Franz Boas, Gertrude Kurath, Joann Kealiinohomoku, Adrienne Kaeppler, Anya Royce, Judith Hanna entre outros.

Partindo do referencial teórico-metodológico desses autores —em diálogo com os Estudos da Performance, a Etnologia Ritual, a Antropologia Teatral e a Etnocenologia —, Giselle Guilhon vem traçando um impor-tante percurso nos estudos antropológicos da dança. Como coordenadora do Grupo de Pesquisa CIRANDA (Círculo Antropológico da Dança), remarca com aguçado e sensível olhar a amplitude e o caráter transversal do tema, considerando diversas abordagens, experimentalismos, inovações e trânsitos, conforme o leitor terá oportuni-dade de constatar nos artigos deste volume.

O livro se estrutura em três baterias de textos, não havendo fortes demarcações frontei-riças entre elas: na primeira, encontramos um conjunto de cinco artigos classificáveis como estudos em performance; na segunda, há um grupo de três textos filiados à corrente etnocenológica; e, na terceira, deparamo-nos com um agrupamento de quatro artigos indexáveis como estudos sobre ritual.

Miguel Santa Brígida

 

“O Tambor de Mina Nagô constituiu-se, no Pará, a partir dos ritos do Can-domblé, da crença nos voduns e da mestiçagem com a pajelança cabocla. Um mesmo médium pode receber diferentes entidades —voduns, orixás, caboclos, encantados, reis, rainhas, nobres e erês.” Keila Andréa Cardoso dos Santos

“No processo de criação da Flor de Efun, no espetáculo O Auto do Círio, pedi permissão a Exu —o dono da rua —, Orixá mensageiro do Candomblé-Ketu, para experimentar, artisticamente, o corpo modificado (em êxtase) da Yaô, em sua dança de saída do Roncó. Experimentei esse estado ao sair com os pés descalços pelas ruas da Cidade Velha, como fazem os filhos e filhas de santo com a chegada dos Orixás.” Ana Cláudia Moraes de Carvalho

“Não existe Arukwahaw [casamento] sem Sapurahai [dança]. ‘Aqui a gente dança sempre, mesmo quando não há casamento, e pra dançar tem que estar pintado, enfeitado, alegre. E a gente aprende assim, desde pequeno, por isso, quando as crianças entram na roda, ninguém tira, porque elas precisam aprender também, e só aprende quem dança’, diz o noivo, Irikwá.” Bárbara Dias dos Santos

“No início, Ana Lúcia, a dona do frete, só tomava conta do velório e do cortejo fúnebre, o “frete”, hoje dá banho, aplica formol e arruma o morto. Seu contrato só termina quando voltam para casa e ela diz à família do morto: ’estão entre-gues!’.” Valéria Fernanda Sousa Sales

“Na Capoeira Angola, inverte-se o corpo ocidental, colocando-o de pernas para cima, quadris para cima, cabeça —símbolo da razão no mundo moderno —no chão, mãos sendo utilizadas para locomoção, como se fossem pés e pernas; e pés como principais instrumentos para o diálogo corporal.” Carmem Pricila Virgolino Teixeira

Giselle Guilhon Antunes Camargo é professora e pesquisadora na Universidade Federal do Pará (UFPA), atuando nos Cursos de Graduação em Dança, em Teatro e em Música, na Especialização em Estudos Contemporâneos do Corpo e no Programa de Pós-Graduação em Artes (PPGArtes). Ministrou, entre 2008 e 2013, as disciplinas Dança, Cultura e Sociedade I e II, Antropologia da Dança, Antropologia do Teatro, Corpo em Cena, Corpo e Performance, Etnocenologia e Pesquisa e Procedimentos Metodológi-cos em Artes. Orienta pesquisas de graduação e pós-graduação, voltadas para o estudo das formas expressivas – gêneros e estilos de dança, performance, ritual, etc. -, com ênfase nas correntes teóricas provenientes da Antropologia da Dança, da Antropologia Teatral, dos Estudos da Performance, da Etnocenologia e da Etnologia Ritual. Coordena o Grupo e Projeto de Pesquisa CIRANDA (Círculo Antropológico da Dança). É autora dos livros Sama: etnografia de uma dança sufi (2002) e Mukabele: ritual dervixe (2010) , Antropologia da Dança I (2013) e Antropologia da Dança II(2015).

 

 

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Antropologia da Dança https://novo.insular.com.br/produto/antropologia-da-danca-i-indisponivel/ https://novo.insular.com.br/produto/antropologia-da-danca-i-indisponivel/#respond Mon, 02 Feb 2026 01:54:54 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/antropologia-da-danca-i-indisponivel/ Organizadora: Giselle Guilhon Antunes Camargo Tradutores: Giselle Guilhon Antunes Camargo, Leonardo Pires Rosse e Maria Acselrad ISBN: 978-85-7474-698-2 Páginas: 192 il. Peso: 440g Ano: 2013 Até as últimas décadas do século vinte, os estudos antropológicos em dança estiveram, em sua maioria, restritos às danças referidas como “outras” em relação às danças teatrais europeias e norte-americanas. […]

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Organizadora: Giselle Guilhon Antunes Camargo
Tradutores: Giselle Guilhon Antunes Camargo, Leonardo Pires Rosse e Maria Acselrad

ISBN: 978-85-7474-698-2
Páginas: 192 il.
Peso: 440g
Ano: 2013

Até as últimas décadas do século vinte, os estudos antropológicos em dança estiveram, em sua maioria, restritos às danças referidas como “outras” em relação às danças teatrais europeias e norte-americanas. A etnografia era a abordagem preferida para estudos em dança que demonstrassem interesse acadêmico por gêneros que fossem rotulados como primitivo, folk, tribal, social, popular, nativo ou, simplesmente, não europeu-americano. O desafio da Antropologia da Dança no século vinte e um não é apenas o de empregar o método etnográfico para investigar a dança, mas também o de apontar uma nova linha de investigação capaz de revelar como e porque a dança pode funcionar como ação social discursiva e afetiva de uma ordem humana particular. A chave para a abordagem antropológica da dança é a busca pela compreensão e pela comunicação do “êmico”, ou seja, a perspectiva dos participantes. A perspectiva êmica pode mudar com o tempo, assim como variar de pessoa para pessoa e é esse conhecimento que os etnógrafos contemporâneos da dança revelam aos seus leitores.

“A dança pode ser definida mais propriamente como um comportamento humano, composto, do ponto de vista do dançarino, de sequências voluntárias, que são intencionalmente rítmicas e culturalmente estruturadas.” Judith Hanna

“A dança é uma forma cultural engendrada pelos processos criativos de movimentação dos corpos humanos no tempo e no espaço. A forma cultural produzida, apesar de seu caráter efêmero, possui um conteúdo organizado. Manifestação visual das relações sociais, ela poderia ser o objeto de estudo de um sistema estético elaborado, relevante certamente para o campo dos antropólogos.”Adrienne Kaeppler

“O que é de especial interesse para os antropólogos é a possibilidade de que a dança seja um tipo especial de atividade social que não pode ser reduzida a nenhuma outra categoria, e que a invocação de seus símbolos pode comunicar e gerar certos tipos de experiências que não podem ser vivenciadas de nenhuma outra forma.” John Blacking

“Os conceitos relativos à dança variam consideravelmente segundo as culturas e as línguas do mundo. Algumas línguas não possuem termo genérico para essas atividades que chamamos de dança, mas denominações específicas para cada tipo de dança. E se termos genéricos existem, eles não cobrem necessariamente, ou mesmo raramente, o mesmo campo semântico que o verificado na Europa contemporânea.” Hugo Zemp

Giselle Guilhon Antunes Camargo é professora e pesquisadora na Universidade Federal do Pará (UFPA), atuando nos Cursos de Graduação em Dança, em Teatro e em Música, na Especialização em Estudos Contemporâneos do Corpo e no Programa de Pós-Graduação em Artes (PPGArtes). Ministrou, entre 2008 e 2013, as disciplinas Dança, Cultura e Sociedade I e II, Antropologia da Dança, Antropologia do Teatro, Corpo em Cena, Corpo e Performance, Etnocenologia e Pesquisa e Procedimentos Metodológicos em Artes. Orienta pesquisas de graduação e pós-graduação, voltadas para o estudo das formas expressivas —gêneros e estilos de dança, performance, ritual, etc. —, com ênfase nas correntes teóricas provenientes da Antropologia da Dança, da Antropologia Teatral, dos Estudos da Performance, da Etnocenologia e da Etnologia Ritual. Coordena o Grupo e Projeto de Pesquisa CIRANDA (Círculo Antropológico da Dança). É autora dos livros Sama: etnografia de uma dança sufi (2002) e Mukabele: ritual dervixe (2010) e Antropologia da Dança II (2015).

 

 

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A América Latina no cinema contemporâneo: Outros olhares https://novo.insular.com.br/produto/a-america-latina-no-cinema-contemporaneo-outros-olhares/ https://novo.insular.com.br/produto/a-america-latina-no-cinema-contemporaneo-outros-olhares/#respond Mon, 02 Feb 2026 01:47:18 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/a-america-latina-no-cinema-contemporaneo-outros-olhares/ Série Estudos Culturais – Volume 4 Autora: Anelise Reich Corseuil ISBN: 978-85-7474-564-0 Paginas: 160 il. Peso: 240g Ano: 2012 Ilustração da capa: Imagem do documentário Gringo in Mañanaland, cortesia de DeeDee Halleck Como ensaio de discussão teórica, este texto apresenta alguns dos argumentos mais recentes da teoria pós-colonial, das políticas de identidade, da narratologia e […]

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Série Estudos Culturais – Volume 4

Autora: Anelise Reich Corseuil

ISBN: 978-85-7474-564-0
Paginas: 160 il.
Peso: 240g
Ano: 2012

Ilustração da capa: Imagem do documentário Gringo in Mañanaland, cortesia de DeeDee Halleck

Como ensaio de discussão teórica, este texto apresenta alguns dos argumentos mais recentes da teoria pós-colonial, das políticas de identidade, da narratologia e do discurso histórico.
Como roteiro de estudos, ele se constitui em excelente complemento para uma mostra, que compõe um espectro que parte desde produções de grande porte, com elencos milionários (como é o caso de A Missão, de Roland Joffé, e Salvador, de Oliver Stone), até produções artesanais, de caráter militante (caso dos vídeos sobre comunidades chicanas, favelas brasileiras, Chiapas ou Cuba). Alguns desses filmes já eram acessíveis por sua inserção no mercado de vídeo (caso do road movie Diários de Motocicleta, de Walter Salles, ou do experimental Walker, de Alex Cox), outros, de títulos menos conhecidos, são agora disponíveis pelas redes de informação (como por exemplo The World is Watching, documentário canadense sobre a Nicarágua de Jim Munro e Peter Raymont).
José Gatti

O universo proposto é amplo e diversificado, e em mergulhos de diferentes profundidades vai percorrer o imaginário sobre os Estados Unidos, o México, o Brasil, mas também El Salvador e a Nicarágua, com passagens pela Argentina, Chile, Venezuela e Peru. Focando mais atentamente Chiapas, La Plata ou mesmo a favela de Vigário Geral ou onde o Texas e a Califórnia margeiam o México. Recorrendo a sotaques que vão do náuatle, maia e kuna, ao espanhol, português e inglês, com todas as suas inflexões regionais.
O ponto forte do trabalho – composto de uma série de ensaios, alguns já apresentados em congressos e publicados – é a problematização do modo de representação audiovisual em seus formatos documentários ou de ficção. Por este caminho, de maneira contundente, são explorados os limites do campo, repensado o manejo das instâncias narrativas e verificadas as estéticas metalingüísticas que lidam com o espelhamento e a alusão às imagens geradas no processo de busca do real social, repletas de intertextealidades.
Um trabalho que opera numa temática contemporânea através da sensível percepção dos artifícios da linguagem.
Tunico Amâncio

A organização do livro se estrutura a partir de três aspectos teóricos: a produção de filmes políticos denunciatórios na década de 80; filmes transnacionais da década de 90; e a vertente alegórica e paródica do filme político.

 

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LITERATURAS DE LÍNGUA INGLESA: VISÕES E REVISÕES https://novo.insular.com.br/produto/literaturas-de-lingua-inglesavisoes-e-revisoes-esgotado/ https://novo.insular.com.br/produto/literaturas-de-lingua-inglesavisoes-e-revisoes-esgotado/#respond Mon, 02 Feb 2026 01:31:29 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/literaturas-de-lingua-inglesavisoes-e-revisoes-esgotado/ Série Estudos Culturais – Volume 3 Organizadores: Lêda M. B. Tomitch, M. Helena V. Abrahão, Carlos Daghlian e Dilvo I. Ristoff ISBN: 85-7474-258-9 Páginas: 576 Peso: 700g Ano: 2005 *** Este volume da série Estudos Culturais reúne 56 trabalhos de pesquisadores brasileiros e estrangeiros, apresentados durante o XXXII SENAPULLI (Seminário Nacional de Professores de Literaturas […]

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Série Estudos Culturais – Volume 3

Organizadores: Lêda M. B. Tomitch, M. Helena V. Abrahão, Carlos Daghlian e Dilvo I. Ristoff

ISBN: 85-7474-258-9
Páginas: 576
Peso: 700g
Ano: 2005

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Este volume da série Estudos Culturais reúne 56 trabalhos de pesquisadores brasileiros e estrangeiros, apresentados durante o XXXII SENAPULLI (Seminário Nacional de Professores de Literaturas de Língua Inglesa) nas seguintes áreas: literaturas americana, anglo-irlandesa, britânica, canadense e indiana; diálogos e Shakespeare.
Os Estudos Culturais permitem um questionamento das fronteiras que separam as várias disciplinas, a interpretação entre diferentes áreas de conhecimento, o redirecionamento das discussões em torno do cânone e da suposta separação entre cultura elitizada e cultura popular, para questões vinculadas ao hibridismo de formas narrativas, discursos e gêneros, que constituem a realidade cultural contemporânea. Os textos reunidos podem ser fonte de referência para pesquisadores de todo o Brasil e leitura prazerosa àqueles que desejam se aprofundar na produção cultural em língua inglesa. Somando vários autores, textos e gêneros, os ensaios proporcionam uma análise que vai desde Shakespeare a autores recentes, como Tony Morrison e Martin McDonagh, de textos canônicos literários e filmes de arte como Ran, a narrativas hollywoodianas como Patricinhas de Beverly Hills e filmes de gângster.

 

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O NEO-REALISMO NO CONTEXTO DA CRISE DA REPRESENTAÇÃO https://novo.insular.com.br/produto/o-neo-realismo-no-contexto-da-crise-da-representacao/ https://novo.insular.com.br/produto/o-neo-realismo-no-contexto-da-crise-da-representacao/#respond Mon, 02 Feb 2026 01:21:31 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/o-neo-realismo-no-contexto-da-crise-da-representacao/ ESTUDOS CULTURAIS Organizador:Dilvo I. Ristoff ISBN: 85-7474-158-2 Código de barras: 9788574741581 Páginas: 184 Peso: 350g ANO: 2003 Em julho de 2000, professores universitários de literatura de língua inglesa, de várias partes do Brasil e do mundo, reuniram-se em Juiz de Fora, Minas Gerais, para discutir o papel do neo-realismo no contexto da crise da representação […]

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ESTUDOS CULTURAIS

Organizador:Dilvo I. Ristoff

ISBN: 85-7474-158-2
Código de barras: 9788574741581
Páginas: 184
Peso: 350g
ANO: 2003

Em julho de 2000, professores universitários de literatura de língua inglesa, de várias partes do Brasil e do mundo, reuniram-se em Juiz de Fora, Minas Gerais, para discutir o papel do neo-realismo no contexto da crise da representação de nossos dias. Este livro é, portanto, uma tentativa de resgate de alguns momentos da discussão ocorrida durante este evento. A publicação destes textos encontra a sua justificativa no entendimento de que (1) o neo-realismo tem recebido menos atenção da academia do que lhe é devida e (2) de que esta corrente neo-realista, em função das novas tecnologias e das teorias pós-modernas, não permaneceu livre das influências da crise de representação que tem caracterizado a metaficção.

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AÇORES TRAVESSIAS https://novo.insular.com.br/produto/acores-travessias-junkes-lauro/ https://novo.insular.com.br/produto/acores-travessias-junkes-lauro/#respond Mon, 02 Feb 2026 01:20:52 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/acores-travessias-junkes-lauro/ Autor: Lauro Junkes ISBN: 85-7474-184-1 Páginas: 200 Peso: 250g Ano: 2003 (…) A contribuição mais específica dos açorianos, em Santa Catarina, parece ter-se manifestado nas áreas da cultura popular – engenhos de farinha, olarias, atividades artesanais, e da religiosidade, não isenta de crendices e superstições. Povo alegre e expansivo, preservou e desenvolveu festividades religioso-populares, como […]

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Autor: Lauro Junkes

ISBN: 85-7474-184-1

Páginas: 200

Peso: 250g

Ano: 2003

(…) A contribuição mais específica dos açorianos, em Santa Catarina, parece ter-se manifestado nas áreas da cultura popular – engenhos de farinha, olarias, atividades artesanais, e da religiosidade, não isenta de crendices e superstições. Povo alegre e expansivo, preservou e desenvolveu festividades religioso-populares, como aquelas que se dirigiam ao Espírito Santo, o “Império do Divino” e as festas joaninas ou juninas, que tinham seu ponto alto na festa de São João Batista. (…) Restringimos, porém, o enfoque sobre cinco ficcionistas que resgataram sistematicamente inúmeros traços do lastro açoriano, incorporando-os às suas narrativas, constituindo até mesmo elementos determinantes na elaboração de suas obras: Virgílio Várzea, Othon D’Eça, Franklin Cascaes, Almiro Caldeira de Andrade e Flávio José Cardozo.

 

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MONSTROS, ÍNDIOS E CANIBAIS: Ensaios de crítica literária e cultural https://novo.insular.com.br/produto/monstros-indios-e-canibais-ensaios-de-critica-literaria-e-cultural/ https://novo.insular.com.br/produto/monstros-indios-e-canibais-ensaios-de-critica-literaria-e-cultural/#respond Mon, 02 Feb 2026 01:01:12 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/monstros-indios-e-canibais-ensaios-de-critica-literaria-e-cultural/ Série Estudos Culturais Volume 1 Autor: Sérgio Luiz Prado Bellei Prado ISBN: 85-7474-035-7 Páginas: 192 Peso: 320g Ano:2000 Em sua trajetória histórica em busca de identidade e legitimação, toda cultura produz artifícios e artefatos narrativos para contar para si mesma certas histórias a serem aceitas e lembradas e outras a serem rejeitadas e esquecidas. São […]

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Série Estudos Culturais Volume 1

Autor: Sérgio Luiz Prado Bellei Prado

ISBN: 85-7474-035-7

Páginas: 192
Peso: 320g
Ano:2000

Em sua trajetória histórica em busca de identidade e legitimação, toda cultura produz artifícios e artefatos narrativos para contar para si mesma certas histórias a serem aceitas e lembradas e outras a serem rejeitadas e esquecidas. São narrativas que tentam sempre, mas frequentemente de forma precária, ocultar a violência característica do ato de separar o bem formado, o branco e o civilizado, que devem ficar do lado de dentro, do deformado, do escuro e do primitivo, que devem ficar do lado de fora. Ou vice-versa. São, em todos os casos, histórias mal contadas porque contaminadas pela angústia que, normalmente, aparece como subproduto da tentativa mal-sucedida de ocultar a violência. O objetivo dos textos aqui apresentados é tentar surpreender e examinar, em alguns textos clássicos das culturas brasileira e anglo-americana, momentos narrativos em que a história, por ser mal contada em sua angústia, acaba por dizer mais do que sabe e revelar-se em suas contradições.

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PALCO, TELA E PÁGINA https://novo.insular.com.br/produto/palco-tela-e-pagina/ https://novo.insular.com.br/produto/palco-tela-e-pagina/#respond Mon, 02 Feb 2026 01:00:34 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/palco-tela-e-pagina/ Série Estudos Culturais – Volume 2 Organizadores: Anelise R. Corseuil e John Caughie ISBN: 85-7474-052-7 Código de barras: 9788574740522 Páginas: 240 Peso: 365g Ano: 2001 Este livro reúne trabalhos de professores da Universidade Federal de Santa Catarina e da Universidade de Glasgow, Escócia. São estudos culturais nas áreas de teatro, cinema, televisão e literatura. Segundo […]

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Série Estudos Culturais – Volume 2

Organizadores: Anelise R. Corseuil e John Caughie

ISBN: 85-7474-052-7
Código de barras: 9788574740522
Páginas: 240
Peso: 365g
Ano: 2001

Este livro reúne trabalhos de professores da Universidade Federal de Santa Catarina e da Universidade de Glasgow, Escócia. São estudos culturais nas áreas de teatro, cinema, televisão e literatura. Segundo Anelise R. Corseuil, organizadora da obra junto com John Caughie, “os Estudos Culturais, com seu questionamento das fronteiras que separam as várias disciplinas, permitem uma interpretação entre diferentes áreas de conhecimento, redirecionando discussões em torno do canône e da suposta separação entre cultura elitizada e cultura popular para questões mais vinculadas ao hibridismo de formas, discursos, e gêneros, que constituem a nossa realidade cultural contemporânea”. Diz ainda que “a ilustração mais precisa da urgente necessidade de se redefinir as separações tradicionais entre as produções culturais produzidas em países de primeiro e terceiro mundo encontra-se no cinema e na televisão, onde ocorre uma interpretação de formas estéticas”. Sucede uma penetração recíproca “de culturas tradicionalmente vistas como isoladas uma das outras, renegociando, também, relações hierárquicas pré-estabelecidas”.
Interessante destacar que os ensaios deste livro foram produzidos por autores situados em “contextos histórico-nacionais mais periféricos: o Brasil em relação aos EEUU e à Europa, e a Escócia em relação à Inguaterra”, como observa-se na introdução da obra. “Esse olhar geográficamente privilegiado renegocia espaços e fronteiras nas críticas produzidas neste livro e reconfigura as relações entre periferia e centro.”

Autores
Anelise R. Corseuil
Dilvo I. Ristoff
Gilka Girandello
Greg Giesakam
Jan McDonald
John Caughie
José Gatti
José Roberto O’Shea
Karen Lury
Maria Lúcia Milléo Martins
Meg Mumford

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