Arquivo de Esporte - Insular https://novo.insular.com.br/categoria-produto/esporte/ Editora Insular Wed, 11 Feb 2026 17:14:47 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 Bicicletando o mundo https://novo.insular.com.br/produto/bicicletando-o-mundo/ https://novo.insular.com.br/produto/bicicletando-o-mundo/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:22:53 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/bicicletando-o-mundo/ Autor: Camilo Teixeira ISBN: 978-85-524-0226-8 Páginas: 424 Peso: 470g Ano: 2022 Bicicletando o Mundo conta a incrível viagem de um casal que viajou de bicicleta pela Europa e Ásia. Foram 10 meses e mais de 11.000 km pedalados. Você encontrará aventuras, histórias inusitadas e personagens encantadores. Além da narrativa desta fantástica aventura, você encontrará um […]

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Autor: Camilo Teixeira

ISBN: 978-85-524-0226-8

Páginas: 424

Peso: 470g

Ano: 2022

Bicicletando o Mundo conta a incrível viagem de um casal que viajou de bicicleta pela Europa e Ásia. Foram 10 meses e mais de 11.000 km pedalados. Você encontrará aventuras, histórias inusitadas e personagens encantadores. Além da narrativa desta fantástica aventura, você encontrará um pouco da contextualização histórica dos locais por onde eles passaram e dicas valiosas sobre como planejar e realizar uma cicloviagem. É um convite para adentrar lugares desconhecidos, lidar com culturas exóticas e aprender com o diferente. Uma leitura agradável e cativante, que desperta a curiosidade, provoca reflexão e te deixará com uma vontade louca de bicicletar.

Escrevendo estas palavras, agradeço pela coragem de ter dado o primeiro passo/pedal, que provavelmente é o mais difícil. Às vezes ainda não acredito na ousadia que tive ao planejar e realizar uma viagem desse porte. Superar as dificuldades da partida – e das despedidas – me fez observar e valorizar coisas simples, como os detalhes de um pôr do sol ou aquele diálogo despretensioso com um desconhecido à beira da estrada.
Difícil mensurar toda a energia direcionada e o aprendizado que a escolha de viajar de bicicleta proporcionou à minha vida. Nem no mais criativo sonho poderia imaginar as histórias que vivi, os lugares que passei e, principalmente, as pessoas que conheci. A viagem me fez perceber que sou do mundo. Que minha casa é a estrada e que os povos são irmãos. O maior aprendizado foi aproximar-me das pessoas e perceber que, ao contrário do que se tenta retratar, são amorosas, honestas e incríveis. São muitos os casos e acasos desta jornada, e por isto prepare-se, pois estaremos @BICICLETANDO O MUNDO.

Camilo Teixeira nasceu na cidade de Florianópolis em 1985. Formou-se em Agronomia e História e atuou como Guarda-vidas por mais de dez temporadas. Criou o projeto Bicicletando o Mundo, no qual pretende, a partir de suas viagens, gerar entretenimento e conhecimento.
@bicicletandoomundo

 

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Clubes de Caça e Tiro Schützenverein: história, memória e identidade cultural https://novo.insular.com.br/produto/clubes-de-caca-e-tiro-schutzenverein-historia-memoria-e-identidade-cultural/ https://novo.insular.com.br/produto/clubes-de-caca-e-tiro-schutzenverein-historia-memoria-e-identidade-cultural/#respond Mon, 02 Feb 2026 02:00:07 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/clubes-de-caca-e-tiro-schutzenverein-historia-memoria-e-identidade-cultural/ Autor: Evandro André de Souza Pesquisas e entrevistas: Jonas Felácio Júnior ISBN: 978-85-524-0043-1 Páginas: 342 il. Peso: 447g Ano: 2017 *** Esta publicação é fruto do “Prêmio Nodgi Pellizzetti de Incentivo à Cultura”, promovido pela Fundação Cultural de Rio do Sul, dando voz a homens, mulheres e crianças que construíram a história dos Schützenverein e […]

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Autor: Evandro André de Souza

Pesquisas e entrevistas: Jonas Felácio Júnior

ISBN: 978-85-524-0043-1
Páginas: 342 il.
Peso: 447g
Ano: 2017

***

Esta publicação é fruto do “Prêmio Nodgi Pellizzetti de Incentivo à Cultura”, promovido pela Fundação Cultural de Rio do Sul, dando voz a homens, mulheres e crianças que construíram a história dos Schützenverein e preservando esse inestimável patrimônio histórico de Rio do Sul e região.
Uma tradição que remonta ao povoamento e à colonização alemã e se expressa em valores e relatos plenos de emoções. Neste livro, os primórdios dos clubes de caça e tiro, o esforço para superar os obstáculos na construção, as dificuldades enfrentadas durante a Segunda Guerra Mundial e o processo de nacionalização promovido pelo governo de Getúlio Vargas a partir da década de 40 do século passado, quando chegaram a ser fechados, e a luta para a sua preservação na atualidade.
Os cinco clubes aqui abordados, além de seu caráter cultural, são exemplos de integração e associativismo. Não apenas com seus atiradores e caçadores, mas pela confraternização e integração que propiciam através de jogos de bolão, bailes, almoços e jantares, cafés, recitais, entre muitas outras atividades. A expectativa dos historiadores Evandro André de Souza e Jonas Felácio Júnior resume-se numa frase: “Esperamos que a leitura deste livro contribua para a construção de um olhar orgulhoso dessa história que se confunde com a história empreendedora do nosso município”.

Ao elaborar uma narrativa histórica a partir de relatos de experiências de grupos sociais diretamente envolvidos com os Clubes de Caça e Tiro, mesmo nos limites das pretensões deste livro, o autor descortina possibilidades para a compreensão de trajetórias de homens e mulheres cujos registros sociais permanecem marcantes na região enfocada.

Reinaldo Lindolfo Lohn

Professor do Departamento de História da UDESC

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Na contextura dos capítulos e subcapítulos abordados nesta obra, o autor, com muita astúcia, conduz o leitor a imergir no espírito do tempo, interpretado a partir dos anos 1850, com o surgimento de uma das mais emblemáticas manifestações socioculturais representadas pelos Clubes de Caça e Tiro – Schützenverein.

(…)

Nesta travessia de passado/presente, este livro, além de registrar a história, memória e identidade cultural destas sociedades, é, na realidade, uma contribuição que enriquece, sobretudo, a História de Rio do Sul e suas circunvizinhanças.

Sueli Maria Vanzuita Petry
Diretora do Patrimônio Histórico Museológico da Fundação Cultural de Blumenau

 

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O Futebol em Santa Catarina: Histórias de clubes (1910-2014) https://novo.insular.com.br/produto/o-futebol-em-santa-catarina-historias-de-clubes-1910-2014/ https://novo.insular.com.br/produto/o-futebol-em-santa-catarina-historias-de-clubes-1910-2014/#respond Mon, 02 Feb 2026 01:58:53 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/o-futebol-em-santa-catarina-historias-de-clubes-1910-2014/ Organizadores: Alexandre Fernandez Vaz e Norberto Dallabrida ISBN: 978-85-7474-821-4 Páginas: 304 il. Peso: 420g Ano: 2014 Capa e projeto gráfico: Valmor Fritsche Insular Livros *** Esta obra vem juntar-se a outros esforços de pesquisa da história do futebol em suas distintas expressões regionais. Pretende ser a primeira iniciativa sistemática de expor aspectos da história do […]

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Organizadores: Alexandre Fernandez Vaz e Norberto Dallabrida

ISBN: 978-85-7474-821-4
Páginas: 304 il.
Peso: 420g
Ano: 2014
Capa e projeto gráfico: Valmor Fritsche
Insular Livros

***

Esta obra vem juntar-se a outros esforços de pesquisa da história do futebol em suas distintas expressões regionais. Pretende ser a primeira iniciativa sistemática de expor aspectos da história do futebol em Santa Catarina entre 1910 – quando ocorreu o primeiro jogo de futebol público, na cidade de Florianópolis, entre os alunos do então Ginásio Santa Catarina (hoje Colégio Catarinense) e um combinado de cariocas e paulistas – e 2014, ano da realização Copa do Mundo no Brasil e da participação inédita de três times catarinenses na Séria A do Campeonato Brasileiro – Figueirense, Chapecoense e Criciúma – e da permanência de dois clubes – o Furação do Estreito e o representante de Chapecó e do acesso do Joinville, que se sagrou campeão da Série B em 2014 e do A vaí. O ano da Copa do Mundo no Brasil, converteu-se, em nível nacional, no ano de ouro do futebol catarinense.

***

AUTORES(AS)
ALEXANDRE FERNANDEZ VAZ
NORBERTO DALLABRIDA
PAULINO DE JESUS FRANCISCO CARDOSO
KARLA LEANDRO RASCKE
POLIDORO JR. (prefácio)
JAISON JOSÉ BASSANI
CARMEN SILVIA RIAL
CRISTIANE CECCHIN
CAROLINE SOARES DE ALMEIDA
JOÃO KLUG
THIAGO PEREZ JORGE
FELIPE MATOS
REINALDO LINDOLFO LOHN
EMERSON CÉSAR DE CAMPOS
MICHELE GONÇALVES CARDOSO
LISANDRA INVERNIZZI
MOZART MARAGNO
FRANCISCO ALFREDO BRAUN NETO
ROGÉRIO LUIZ DE SOUZA

ONZE TEXTOS EM CAMPO:
RECORTES DA HISTÓRIA DO FUTEBOL EM SANTA CATARINA

Não escapou a Pierre Bourdieu o paradoxo de que quando se observa o esporte em suas relações com a sociedade, os acadêmicos o desprezam, privilegiando objetos “úteis” e preterindo o campo esportivo, e que os desportistas, por sua vez, em geral pouco se importam em refletir analiticamente sobre suas práticas. Exceções à regra são os trabalhos do sociólogo alemão Norbert Elias, que em parceria com Eric Dunning e outros, analisou, de modo sócio-histórico, a emergência dos esportes modernos na Inglaterra do Oitocentos.
No entanto, nas últimas décadas, essa situação alterou-se substancialmente, de sorte que o interesse acadêmico pelo mundo do esporte vem crescendo de modo surpreendente. No Brasil, a curiosidade pelo esporte, mais especificamente pelo futebol no universo acadêmico tem um marco importante na obra coordenada por Roberto Da Matta, “Universo do Futebol”. Os esportes deixaram de ser tema apenas de torcedores apaixonados e dos brilhantes cronistas que reinventaram o Brasil – Mário Filho, João Saldanha e o maior de todos, Nelson Rodrigues, à frente – para se tornarem objeto do mundo universitário. Esse interesse de historiadores, sociólogos, antropólogos e educadores deve-se ao espaço que o esporte bretão tem tido ao longo do Novecentos e, especialmente, na contemporaneidade, envolvendo identificações locais, regionais e nacionais, manifestações de massa, vultuosos investimentos financeiros e movimentos de globalização.
Toda uma historiografia do futebol tem sido, nos últimos anos, escrita e reescrita, ainda que prevaleçam, de forma geral, trabalhos que tomam o esporte mais popular em uma generalidade que, afinal de contas, refere-se às cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, vistas como paradigmas do futebol entre nós. Um excelente exemplo de ensaio sobre o futebol brasileiro, que segue essa tendência, é o livro “Veneno Remédio”, de José Miguel Wisnik, lançado há seis anos. Trata-se de obra ao mesmo tempo fluente e consistente que, além de fazer reflexões instigantes sobre a emergência do futebol na Inglaterra em meados do século XIX e sua circulação em diferentes países e grupos sociais, reapresenta uma história social do futebol, marcada inicialmente pelo “timbre aristocrático” devido à sua prática em clubes e colégios masculinos da elite branca, mas, desde a década de 1930 aceleradamente plasmada pela apropriação nacional, em que se destacam os afrodescendentes, que passariam a oferecer, talvez em registo mais simbólico que material, ginga do moderno esporte bretão. Segundo Wisnik, nos primeiros anos após a Revolução de 1930, além de começar a se profissionalizar no eixo Rio-São Paulo, “o futebol mulato” começa a se afirmar e os primeiros desfiles-concurso de escolas de samba são promovidos pelo futebolista-mor carioca, Mário Filho. Desta forma, no Brasil, não por acaso, o futebol gingado e o samba passam ser os principais ícones expressivos nacionais.
O presente livro, no entanto, vem juntar-se a outros esforços de pesquisa da história do futebol em suas distintas expressões regionais. Pretende ser o primeiro esforço sistemático de expor aspectos da história do futebol em Santa Catarina entre 1910 – quando ocorreu o primeiro jogo de futebol público, na cidade de Florianópolis, entre os alunos do então Ginásio Santa Catarina (hoje Colégio Catarinense) e um combinado de cariocas e paulistas – e 2014, ano da realização Copa do Mundo no Brasil e da participação inédita de três times catarinenses na Séria A do Campeonato Brasileiro – Figueirense, Chapecoense e Criciúma – e da permanência de dois clubes – o Furação do Estreito e o representante de Chapecó e do acesso do Joinville, que se sagrou campeão da Série B em 2014 e do Avaí. O ano da Copa do Mundo no Brasil, converteu-se, em nível nacional, no ano de ouro do futebol catarinense.
Praticado em diferentes espaços sociais, tanto urbanos como rurais, o futebol disseminou-se, de modo intenso, e integrou-se à estrutura descentralizada do Estado de Santa Catarina, em que a capital não é uma metrópole que se impõe e as zonas geoeconômicas guardam referência a cidades de importância regional. Assim, os times de Florianópolis – Figueirense e Avaí – nunca conseguiram capilarizar efetivamente suas torcidas nos municípios do litoral e dos vales, muito menos naqueles do Planalto Serrano. De outra parte, os times catarinenses têm, historicamente, identificações locais/municipais/regionais e muitos torcedores são aficionados por equipes do eixo Rio-São Paulo ou de Porto Alegre.
Os textos que compõem o livro assumem a responsabilidade da pesquisa acadêmica, mas também procuram dialogar com um público mais amplo, não necessariamente especialista, mas interessado na história do futebol em Santa Catarina. Grosso modo, trata-se de uma centúria da prática futebolista no território catarinense. Cada capítulo se dedica a uma questão. Todos se ocupam de equipes catarinenses em recortes de sua história. Três são clubes que representam cidades e mesmo aglutinam regiões de Santa Catarina, Chapecoense, Joinville e Criciúma. Com distintas trajetórias, mas sempre representando regionalmente a paixão nacional, a história de cada um mostra continuidades de rupturas do percurso do futebol catarinense ao longo do século passado e início deste nosso século vinte e um. Cinco textos são de Florianópolis, cidade cindida pela rivalidade de oito décadas entre Avaí e Figueirense, mas que contou com outros clubes também pesquisados, o extinto Annita Garibaldi e o Colegial, equipe ligada ao Colégio Catarinense, contemplada com dois estudos que se dedicam à relação entre esporte e formação das futuras elites catarinenses. Entre todos, um capítulo sobre o Marcílio Dias, outro representante litorâneo, mas da cidade de Itajaí. Completa o livro o prefácio do jornalista Polidoro Júnior – autor de dois ótimos álbuns-livros sobre o futebol e veterano cronista esportivo de Santa Catarina.
Onze textos, cada um em sua posição em campo, nesta pequena seleção catarinense de estudos da história do futebol.
Boa leitura!
Alexandre Fernandez Vaz
Norberto Dallabrida

 

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Os megaeventos esportivos: suas consequências, impactos e legados para a América Latina https://novo.insular.com.br/produto/os-megaeventos-esportivos-suas-consequencias-impactos-e-legados-para-a-america-latina/ https://novo.insular.com.br/produto/os-megaeventos-esportivos-suas-consequencias-impactos-e-legados-para-a-america-latina/#respond Mon, 02 Feb 2026 01:54:30 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/os-megaeventos-esportivos-suas-consequencias-impactos-e-legados-para-a-america-latina/ Organizadores: Paulo Capela e Elaine Tavares ISBN: 978-85-7474-759-0 Páginas: 224 Peso: 430g Ano: 2014 *** Os chamados megaeventos esportivos, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, são um verdadeiro saque à maioria da população fruto de inescrupulosos interesses econômicos particulares, que consomem gigantescos recursos públicos, exploram os trabalhadores e produzem o desenvolvimento do subdesenvolvimento. […]

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Organizadores: Paulo Capela e Elaine Tavares

ISBN: 978-85-7474-759-0
Páginas: 224
Peso: 430g
Ano: 2014

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Os chamados megaeventos esportivos, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, são um verdadeiro saque à maioria da população fruto de inescrupulosos interesses econômicos particulares, que consomem gigantescos recursos públicos, exploram os trabalhadores e produzem o desenvolvimento do subdesenvolvimento. Tais eventos não interessam à nação, é o que evidencia este livro, pois pertencem apenas à FIFA e ao COI (Comitê Olímpico Internacional).

Este livro retrata os debates ocorridos durante a IX edição das Jornadas Bolivarianas, promovidas no ano passado pelo Instituto de Estudos Latino-Americanos – IELA. É uma profunda análise dos megaeventos esportivos, hoje ainda tão pouco estudados. Trata-se de ver mais além da festa que estes projetos pretendem proporcionar à população e quais são os interesses que se escondem por detrás destas promoções.
“Sendo assim, somamo-nos, com essa publicação, às vozes das ruas e de todos os intelectuais e lutadores populares na crítica dos megaeventos esportivos Copa FIFA 2014 e Olimpíadas COI 2016, eventos emblemáticos do desperdício e da corrupção promovida pela elites nacionais e internacionais sobre as populações mundiais”, dizem os organizadores desta obra Paulo Capela e Elaine Tavares.

Autores

André Furlan Meirinho
Danuza Meneghello
Eddie Cottle
Elaine Tavares
Fábio Machado Pinto
Fernando Mascarenhas
Jaime Breilh
Juca Kfouri
Marcelo Weishaupt Proni
Mariângela Ribeiro dos Santos
Mauricio Mejía
Mauricio Rombaldi
Natália Nascimento Miranda
Nildo Ouriques
Nilso Ouriques
Paulo Capela
Pedro Fernando Avalone Athayde
Raumar Rodríguez Giménez
Renato Cosentino

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Copa do Mundo na África do Sul – Um legado para quem? https://novo.insular.com.br/produto/copa-do-mundo-na-africa-do-sul-um-legado-para-quem/ https://novo.insular.com.br/produto/copa-do-mundo-na-africa-do-sul-um-legado-para-quem/#respond Mon, 02 Feb 2026 01:54:25 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/copa-do-mundo-na-africa-do-sul-um-legado-para-quem/ Organizado por Eddie Cottle Traduzido por Lara Freitas ISBN: 978-85-7474-752-1 Páginas: 408 ilustradas Peso: 750g Ano: 2014 Foto da capa: Estádio do Soccer City, na abertura da Copa 2010 na África do Sul Capa: Rodrigo Poeta *** Informações à edição brasileira Uma lição vinda da África do Sul: Os cartéis da construção estão aumentando significativamente […]

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Organizado por Eddie Cottle

Traduzido por Lara Freitas

ISBN: 978-85-7474-752-1
Páginas: 408 ilustradas
Peso: 750g
Ano: 2014

Foto da capa: Estádio do Soccer City, na abertura da Copa 2010 na África do Sul

Capa: Rodrigo Poeta

***

Informações à edição brasileira

Uma lição vinda da África do Sul:

Os cartéis da construção estão aumentando significativamente os custos de infraestrutura da Copa do Mundo FIFA 2014 no Brasil?
Eddie Cottle, Paulo Capela, André Furlan Meirinho

Introdução
A luta e a organização dos trabalhadores da construção civil e madeira da África do Sul para reivindicar melhores condições de trabalho antes e depois da realização da Copa do Mundo de Futebol de 2010 naquele país tornaram-se referência para as jornadas de lutas e organização dos trabalhadores da construção civil de todo o mundo.
A exitosa organização dos sindicatos possibilitou inúmeros ganhos aos trabalhadores e também o desenvolvimento de uma metodologia de análise das obras das arenas “padrão” FIFA, capaz de desvelar os valores dos superfaturamentos das indústrias da construção em conluio com empreiteiras. Assim, em abril de 2013, os diretores do Instituto de Estudos Latino-
Americanos da Universidade Federal de Santa Catarina (IELA-UFSC), têm um primeiro contato com o pesquisador sul-africano Eddie Cottle, convidado para uma das conferências da IX edição das Jornadas Bolivarianas, principal atividade científica anual do Instituto. Eddie é convidado por seu protagonismo durante todo o processo de luta dos trabalhadores sul-africanos que laboraram nas obras da Copa do Mundo FIFA de Futebol de 2010-África do Sul e também por ser organizador, autor e editor do original em língua inglesa: South Africa’s World Cup: a legacy for whom?. Em sua obra, juntamente com outros 12 importantes pesquisadores sul-africanos, ele põe luz sobre inúmeros fatos envolvendo a realização da Copa FIFA de Futebol
de 2010. Em julho de 2013, Eddie Cottle retorna ao IELA para realizar uma investigação conjunta com pesquisadores e acadêmicos do Instituto sobre o custo das arenas de futebol para a Copa FIFA de Futebol de 2014 no Brasil.
Utilizando-se da metodologia empregada por ele na África do Sul, são encontrados números importantes sobre os valores das obras das arenas construídas e reformadas no Brasil. São números que ainda carecem de mais aprofundamentos, mas que já permitem visualizar muitos dos valores que estão sendo gastos a mais para a realização da Copa do Mundo de futebol
2014 no Brasil. O relatório preliminar do IELA propunha-se tornar público os primeiros números da operação dos cartéis da construção durante a execução de obras da Copa do Mundo de Futebol FIFA e a primeira atividade da parceria
que passaremos a estabelecer com os pesquisadores do continente africano no sentido de potencializar nossas ações de esclarecimento e oferecimento de informações científicas para a ação dos trabalhadores numa perspectiva
desde o sul, fugindo assim do determinismo científico eurocêntrico e estadunidense que tem enfraquecido as ações dos pesquisadores universitários brasileiros em vincularem-se organicamente às lutas populares e no mesmo
sentido produzido um academicismo estéril às causas nacionais. Já em 2008 o relatório do Comitê de Concorrência da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) do setor de construção descobriu que, “infelizmente, a indústria da construção foi vítima da atividade de cartel, conforme foi exposto em matérias amplamente divulgadas em todo o mundo”. Na mesa-redonda do OCDE, 19 países da Europa, Ásia, América do Norte, e principalmente, da África do Sul denunciaram amplamente a atividade de cartel. Foi descoberto cartel na indústria do cimento na Turquia e na Alemanha, incluindo fixação de preços e divisão de mercado. Na Holanda, as empresas de construção foram consideradas culpadas
por manter contas secretas nas quais mantinham valores de fraudes cometidas em 8,8% de todas as obras públicas que executaram. Valores, portanto, produto de conluio. No Japão e no Reino Unido, grandes empresas envolveram-se na manipulação das licitações para construção de pontes, estradas, escolas, hospitais e conjuntos habitacionais, para citar apenas alguns exemplos.
Nesse encontro do OCDE, a África do Sul apresentou seu relatório sobre os custos excessivos relacionados aos estádios da Copa do Mundo FIFA 2010 que, na época, estavam sob suspeitas de ter licitações fraudulentas.
Através de práticas de conluio, fraude nas licitações e superfaturamento, as empresas de construção de obras para a Copa FIFA vêm obtendo em todo mundo enormes ganhos financeiros à custa dos trabalhadores e dos contribuintes dos países-sede. O que tem ocorrido com as irregularidades do setor de construção é preocupante pelo fato de que esse setor não é somente vital
para todos os aspectos da atividade econômica, mas também porque oferece a infraestrutura necessária para suprir as necessidades básicas das pessoas tais como habitação, escolas, universidades, hospitais e uma série de outras
edificações do governo e outras instalações públicas. O setor de construção também constrói estradas, ferrovias, portos, sistemas de esgoto etc.
Implicitamente, isso significa que as metas de desenvolvimento propostas pelos governos nacionais que sediam a Copa FIFA de Futebol são frustradas em parte pela transferência maciça de riqueza desses Estados para empresas privadas, em detrimento da criação de emprego e redistribuição de renda para a população, inibindo assim os ganhos econômicos a que se destina. É neste contexto que se insurge o descontentamento nacional no Brasil, levando milhares de pessoas, nas principais cidades, a manifestarem sua indignação de forma legítima contra o aumento dos custos de transporte, a má qualidade dos serviços de saúde e de educação, incluindo os custos crescentes da realização da Copa do Mundo da FIFA. São as práticas de conluio de empresas de construção que produzem os custos exorbitantes dos estádios da Copa do Mundo e dos projetos de infraestrutura. Na África do Sul, que sediou a Copa do Mundo FIFA 2010, somente o custo dos estádios aumentou em 1.008%.
No Brasil, o aumento dos custos dos estádios da Copa do Mundo já está em 327%, segundo as estimativas de 2013, e aumentarão rapidamente conforme os estádios sejam concluídos. No ritmo atual de aumento dos custos, é provável que o Brasil
realize a Copa do Mundo FIFA mais cara da história das Copas do Mundo.
Portanto, esta análise desafia a população e o governo brasileiro a seguirem, imediatamente, o exemplo dado pela Comissão de Concorrência da África do Sul, que investigou as operações do cartel de construção e a forma como atuaram na construção das obras da Copa FIFA, levando finalmente as empresas culpadas a um tribunal que multou as empresas de construção por práticas de concorrência desleais, estando as empresas na eminência de também serem consideradas empresas não cooperativas.

Lições dadas pela África do Sul

O aumento de custos da Copa do Mundo FIFA 2010 na África do Sul foi significativo e inicialmente atribuído à vulnerabilidade dos países por conta da crise econômica mundial 2008-2009. O ex-ministro da Fazenda sul-africano, Trevor Manuel, afirmou, em outubro de 2008, que as obras da construção da Copa do Mundo seriam afetadas porque “os custos de construção são uma grande ameaça para o que queremos fazer”. No entanto, ele não observou que em outubro de 2007 a Comissão de Concorrência da África do Sul montou uma equipe para rever os materiais de construção e o setor de serviços.
A estimativa do custo inicial foi calculada em 2,3 bilhões de rands (moeda sul-africana) – o equivalente a 519 milhões, em reais – e seria pago pelo governo sul-africano, em grande parte para financiar os estádios e a infra-estrutura. Entretanto, o custo total estimado de 2010 (e é provável que seja ainda muito maior) para o governo da África do Sul era de 39,3 bilhões de
rands (8,9 bilhões, em reais) – um aumento absurdo de 1.709% sobre a estimativa inicial. Os custos dos estádios aumentaram da estimativa inicial de 1,5 bilhões de rands (338 milhões, em reais) para a última estimativa de custos em mais de 17,4 milhões de rands (3,9 bilhões, em reais), representando um aumento de 1.008%. Cinco grandes empresas de construção civil na África do Sul: Aveng, Murray & Roberts, Group Five, Wilson Bayly Holmes-Ovcon (WBHO) e Basil Read foram as principais empreiteiras na construção dos estádios para a Copa do Mundo FIFA 2010 e vários projetos de infraestrutura nos quais
elas obtiveram lucros substanciais. Em 2007, todas estavam sob investigação da Comissão de Concorrência da África do Sul por suspeita de conluio e práticas anticompetitivas em relação a esses projetos.
Infelizmente, a comissão não investigou as ações de empresas internacionais tais como a alemã HBM Stadien-und Sportstättenbau GmbH, empresa especializada na construção de estádios, a GMP Architekten and Hi-ghtex engineers; a italiana Cimolai; a francesa Bouygues e a holandesa BAM International, envolvidas na construção dos estádios e que tiveram grandes
aumentos dos custos de construção.
Em 17 de julho de 2013, no tribunal da Comissão da Concorrência da África do Sul foram estimados de forma moderada em cerca de 4,7 bilhões De rands(1 bilhão, em reais) os “lucros indevidos” obtidos por empresas de construção nos preparativos para a Copa do Mundo 2010 e em outros projetos. Elas foram multadas, consequentemente, em um total de 1,5 bilhões de
rands(338 milhões, em reais). As empresas de construção que não concordaram com a resolução, tais como a Group 5, a Construction ID e a Power Construction, agora enfrentam um possível processo.

***

O setor da construção brasileiro

De acordo com o Portal 2014 brasileiro (www.portal2014.org.br/andamento-obras) as empresas de construção contratadas para a Copa do Mundo e infraestrutura relacionada são: Odebrecht, Andrade Gutierrez, Galvão Engenharia, OAS Empreendimentos, Mendes Júnior, Via Engineering, Andrade Mendonça, Construcap, Egesa, Hap e Engevix. As duas maiores empresas de construção brasileiras envolvidas na Copa do Mundo são a Andrade Gutierrez e a Odebrecht. Conforme a Copa do Mundo e as Olimpíadas se aproximam, o setor de construção brasileiro está prestes a sair de sua inesperada queda de faturamento, o que pode ser vista pelo seu fraco desempenho, atingindo um crescimento de apenas 4,2% em 2011 e de 2,2% em 2012.
Esse resultado está relacionado ao fato de que em maio de 2012 somente 25% dos projetos de transporte para a Copa haviam completado o processo de licitação; e no final do mesmo mês, 41% das obras para a Copa do Mundo ainda não haviam sido iniciadas. O setor de construção tem que concluir a construção de 13 aeroportos, 7 portos e 37 projetos de transporte, e ainda construir ou reformar 12 estádios para a Copa do Mundo de 2014.
Este setor emprega 2,5 milhões de trabalhadores formais e as estimativas mostram que existem 1,5 milhões de trabalhadores informais. O atraso contribui para o aumento da taxa de desemprego no Brasil que foi de 5,60% em fevereiro de 2013.
Muitas das empresas envolvidas nos gastos com a infraestrutura da Copa do Mundo no Brasil são sociedades fechadas e, portanto, as informações financeiras das empresas não estão prontamente disponíveis. No momento da composição deste texto a maioria das empresas ainda não havia divulgado seus Relatórios Anuais de 2013, que poderiam oferecer uma perspectiva diferente ao que está sendo apresentado aqui, pois a posição financeira provavelmente melhorou conforme indicado anteriormente. O que ficou claro é que parece que o setor está passando por flutuações drásticas em seus lucros líquidos anuais. A Engevix, por exemplo, divulgou -85% em 2010, porém apontou um aumento de 256% em 2011. Empresas tais como a OAS Empreendimentos, que tinha um lucro líquido de 2.244% em 2010, teve uma diminuição de 360% em 2011. A Andrade Gutierrez divulgou um aumento de lucro líquido de 23% em 2010 e de 28% em 2011. Já a Odebrecht divulgou um aumento de 148% em seu lucro líquido em 2010, o maior lucro de sua história.
As empresas não envolvidas nos projetos de construção da Copa do Mundo são a Santa Barbara Consortium Construction, da Arena Pantanal, que foi à falência, e a Delta Construction, que participou da construção do estádio do Maracanã, porém
um Comitê do Congresso descobriu que ela estava envolvida em subornos feitos a políticos e outros agentes públicos.

Gastos excessivos dos estádios brasileiros

Construtoras brasileiras e estrangeiras, tais como o escritório de arquitetura alemão GMP, são os principais beneficiários dos gastos com a Copa do Mundo FIFA 2014 e com a infraestrutura relacionada à Copa, que está atualmente calculada em U$ 18 bilhões, sendo 78% dos gastos totais provenientes de financiamento público.
De acordo com o ministro dos Esportes do Brasil, o impacto geral econômico superará U$ 100 bilhões, criando 332.000 empregos permanentes (2009-2014) e 381.000 empregos temporários em 2014.

O fato de que até maio de 2012 apenas 41% das obras para a Copa do Mundo ainda não tivessem começado levou o Governo Federal a mudar seus procedimentos para a aprovação de projetos com um “estatuto de excepcionalidade”, criado para aumentar a velocidade de aprovações para projetos de infraestrutura da Copa do Mundo 2014. Consequentemente, as empresas de construção usarão de forma oportuna essa situação a seu favor para fixar os custos das licitações oficiais acima do seu valor, resultando em gastos excessivos que terão de ser pagos pelo governo brasileiro com fundos públicos.
A Andrade Gutierrez está envolvida na construção do Estádio Nacional Mané Garrincha (Brasília), da Arena Amazonas (Manaus), do Estádio Beira–Rio (Porto Alegre) e do Estádio do Maracanã (Rio de Janeiro). A Odebrecht
na construção do Estádio do Maracanã (Rio de Janeiro), do Estádio da Fonte Nova (Salvador), da Arena Pernambuco (Recife) e do Itaquerão (São Paulo).
As duas empresas são responsáveis por 7 dos 12 estádios da Copa do Mundo. Embora tenhamos usado fontes confiáveis para obter os custos dos estádios, os números podem variar ou serem inconsistentes. A fonte mais confiável para as estimativas originais de custo de cada um dos estádios está no Brazil 2014 Bid Book. Porém, o Brazil 2014 FIFA World Cup Bid Book não é
divulgado publicamente (assim como todos os bid books), não sendo então possível consultar os custos originais para cada estádio. No entanto, é razoável supor que já que o Brazil Bid Book foi enviado à FIFA até 31 de julho de 2007 e que a Equipe de Inspeção da FIFA realizou a visita de inspeção em 23 de agosto de 2007, o valor constante neste relatório de U$ 1,1 bilhões para todos os estádios reflete os números originais do Bid Book.

Rumo a uma investigação sobre cartel no setor de construção

Em agosto de 2013, o Congresso Brasileiro propôs a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar os gastos excessivos com os estádios e as alegações de corrupção. O pedido de investigação veio do “senador Álvaro Dias, do principal partido de oposição, o PSDB, que inicialmente solicitou a investigação”
como resposta às exigências dos manifestantes brasileiros nas ruas. Acreditamos que há motivos suficientes para o governo brasileiro abrir uma investigação completa sobre as operações de um cartel de construção; o Relatório do Comitê de Concorrência da OCDE, a evidência irrefutável do Relatório da Comissão de Concorrência da África do Sul, especialmente
em relação à Copa do Mundo FIFA 2010, e os aumentos abusivos de custos dos estádios do Brasil quando comparados com o Relatório da Equipe de Inspeção da FIFA de 2007. Ainda mais uma motivação para a necessidade de tal investigação é a
recente decisão por parte do estado de São Paulo de “abrir um processo contra a Siemens AG (SI) para tentar recuperar o dinheiro que a empresa supostamente superfaturou do Estado pelos trens vendidos por um consórcio para a cidade e redes de transporte regionais”. Neste último caso, deverão demonstrar a necessidade de garantir que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), envolvido na investigação da Siemens, estenda sua investigação ao setor de construção. Tal investigação sobre os negócios do cartel de construção não deve se limitar às empresas brasileiras, mas deve, também, se estender às empresas internacionais envolvidas em atividades de construção civil relacionadas.
Por fim, é necessário que o governo brasileiro responda aos apelos da sociedade civil por mais transparência na prestação de contas e nos assuntos relacionados à Copa do Mundo FIFA 2014 e que divulgue publicamente o Bid Book brasileiro oficial.

Sumário

Introdução
Eddie Cottle
1 FIFA e o complexo desportivo de acumulação
Dale T. McKinley
2 Promessas econômicas e armadilhas da Copa do Mundo da
África do Sul
Patrick Bond e Eddie Cottle
3 O caneco deles transbordou – Empresas de construção e a Copa
do Mundo da FIFA de 2010
Michelle Taal
4 Chutando no próprio gol? – A greve dos operários da Copa do
Mundo de 2010
Eddie Cottle
5 O legado dos sindicatos da Copa do Mundo 2010
– a solidariedade internacional revitalizada
Vasco Pedrina e Joachim Merz
6 Comércio informal e a batalha pelos negócios
Pat Horn
7 Mentiras, deturpação e expectativas não alcançadas – Exploração
sexual e a Copa do Mundo de Futebol de 2010
Vivienne Mentor-Lalu
8 O greenwashing da FIFA – A Copa do Mundo e o Aquecimento
Global
Trsiten Taylor
9 Soccer City – Quem bebeu toda a cerveja da cabaça?
Mondli Hlatshwayo
10 Green Point Stadium – O Legado FIFA do jogo desleal
Mondli Hlatshwayo e Michael Blake
11 Contando vantagem – Dissecação da lenda urbana do legado de
desenvolvimento do Moses Mabhida Stadium de Durban
Aisha Bahadur
12 Mbombela – Corrupção, assassinato, falsas promessas e
resistência
Dale T. McKinley (com o African Eye News Service)
13 Construindo Coliseus, vivendo em barracos – Operários
na sombra da cidade mundial
Tony Roshan Samara
Colaboradores

 

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Autora: Isabel Corradini

ISBN:85-7474-285-6

Páginas: 160

Peso 235g

Ano: 2006

ACOMPANHA CD ROM

Trata sobre a história da Natação nos Jogos Abertos de Santa Catarina (JASC), resgata a evolução dos resultados e também as situações vividas por atletas entre 1960 a 2004, criando um cenário da formação e transformação da modalidade no estado.
Uma piscina é montada num rio sujeito à correnteza, mulheres nadavam sem touca, noutra edição falta água para encher a piscina e os organizadores resolvem enchê-la com a água do rio que tinha do lado do clube –, são algumas curiosidades que conseguem mostrar o avanço que a Natação catarinense e que os JASC alcançaram. Hoje, há nadadores de nível internacional, alguns deles campeões mundiais.
A autora relata por meio de 32 entrevistas a evolução dos tempos no decorrer desses anos e um panorama do que foi e do que é a natação no estado. O foco da narrativa está na superação dos atletas, na rivalidade, união das equipes, na emoção de vencer os jogos.

 

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