Arquivo de Crônica - Insular https://novo.insular.com.br/categoria-produto/cronica/ Editora Insular Wed, 11 Feb 2026 17:14:47 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 Além do portão e outras crônicas https://novo.insular.com.br/produto/alem-do-portao-e-outras-cronicas/ https://novo.insular.com.br/produto/alem-do-portao-e-outras-cronicas/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:29:59 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/alem-do-portao-e-outras-cronicas/ Autora: Rosane Cordeiro ISBN: 978-65-88401-69-9 Páginas: 120 il. Peso: 185g Ano: 2021 Escrever é um acalanto, uma ferramenta para se fazer ouvir e escancarar dores. A crônica tem seu espaço no tempo e seu valor histórico-social; transborda empatia do cronista à medida que este protagoniza histórias que estão muito além das páginas de um livro, […]

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Autora: Rosane Cordeiro

ISBN: 978-65-88401-69-9

Páginas: 120 il.

Peso: 185g

Ano: 2021

Escrever é um acalanto, uma ferramenta para se fazer ouvir e escancarar dores. A crônica tem seu espaço no tempo e seu valor histórico-social; transborda empatia do cronista à medida que este protagoniza histórias que estão muito além das páginas de um livro, muito além do portão.

Cronista é um ser em movimento. Seu lugar é onde ele queira estar. Ali ele estaciona tão somente para tirar proveito dos instantes que mais interessam a seu desejo de contar. Realizado, ele muda para outro, sem remorso.
O cronista é um mambembe, um corisco, nas palavras de Chico Buarque; metaforicamente um aproveitador, nada o prende ou o aprisiona; o portão se abre magicamente ao apelo do cronista para lhe conceder passagem.
Rosane é tudo isso, em potencial e no bom sentido: xereteia nos espaços mais diversos e inusitados:  em casa, no ônibus, na escola, na Letônia, nos bares em rodas de choro, nos estádios onde o público xinga a presidenta e no cemitério onde lava e escova o túmulo da família.
Satisfeita, arranca muito rapidamente da bolsa seus equipamentos indispensáveis: papel e caneta e começa a contar tudo com seu jeito característico, sem papas na língua. Questiona, acusa, denuncia, escancara, protesta, xinga, e por vezes acalenta.
A nós, seus leitores, fica a opção de escolha de um lugar calmo e sossegado para saborear o resultado dessas inquietações.

Maria Agostini Mello,
professora e escritora

Rosane possui graduação em Português-Italiano pela Universidade Federal de Santa Catarina, onde também fez mestrado e doutorado. O encantamento pela escrita autoral e criativa levaram-na a sair da academia para se debruçar em versos e prosas. Publicou: Teatro do Cotidiano (2014), De choros e velas: o feminino em verso e prosa (2018) e o amor não cabe no peito (2019). Tem publicado também em jornais, revistas e no blog: Olhares Cotidianos (blogger.com). Diz-se uma escritora inconformada com o país que se desenha neste século, uma professora inquieta e uma acadêmica rebelde e, por isso escreve, para encontrar a (im)possível liberdade e enxergar muito além do portão.

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Ensaios, crônicas, contos e poemetos: de um médico e político https://novo.insular.com.br/produto/ensaios-cronicas-contos-e-poemetos-de-um-medico-e-politico/ https://novo.insular.com.br/produto/ensaios-cronicas-contos-e-poemetos-de-um-medico-e-politico/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:27:24 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/ensaios-cronicas-contos-e-poemetos-de-um-medico-e-politico/ Autor: Martinho Herculano Ghizzo ISBN: 978-85-524-0199-5 Páginas: 144 Peso: 236g Ano: 2021 Martinho abre as comportas da alma, esgarça as portas da mente e resgata do baú do tempo, envolto em brumas, preciosas reminiscências. Passeia pela infância plena de cores vivida e revivida em sua terra natal; relembra heróis adormecidos nas páginas amareladas dos gibis, […]

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Autor: Martinho Herculano Ghizzo

ISBN: 978-85-524-0199-5

Páginas: 144

Peso: 236g

Ano: 2021

Martinho abre as comportas da alma, esgarça as portas da mente e resgata do baú do tempo, envolto em brumas, preciosas reminiscências.
Passeia pela infância plena de cores vivida e revivida em sua terra natal; relembra heróis adormecidos nas páginas amareladas dos gibis, a destreza do rolar bolinhas de gude, rodopiar piões, brincadeiras de cowboy, num misto de fantasia e realidade. Leva-nos, entre risos e memoráveis acordes musicais, aos salões cheios de brilho onde viveu seus sonhos adolescentes, onde teceu suas fantasias de moço.
Do solo gaúcho desengaveta vivências colhidas e recolhidas nas madrugadas solitárias, com a companhia das estrelas, a cumplicidade do luar e o som lúgubre das aves noturnas; soturnas testemunhas de suas experiências e inexperiências de médico de vidas e confidente de almas. Na toada do minuano e do silêncio das coxilhas abastece sua rica bagagem humana.
Seguindo os passos de seu pai, líder político da região, incursiona, com brilhantismo, pelo intrincado universo legislativo. Exerce seu mister, na seara política, com coragem, tirocínio e elevado espírito público, colhendo as experiências com que sedimenta e acalenta o sonho por um Brasil que todos almejamos.
Sua instigante obra, cheia de lirismo e pontilhada de saudade, resta por delinear o perfil e a dimensão do seu autor, ser humano inteligente, sensível e terno.Do outono da vida Martinho extraiu, com maestria, conclusões valiosas que transcendem de seus sábios ensaios e poemetos.
É com inusitado prazer e honra que respondo ao convite que me foi feito, de descerrar a cortina do palco da vida para apresentar Ensaios, Crônicas, Contos e Poemetos.

De um lado, a miséria tentando tirar do político um pouco do que a vida e a sociedade não lhe deram; de outro, o político se aproveitando da necessidade alheia para perpetuar a sua condição de poder e de privilégios.

Gravatas demais!
Sobre o voto, eleições e eleitores

… tomamos os cavalos. O dia vinha amanhecendo sem chuva e sem vento: apenas uma leve névoa. Um silêncio de campanha, quebrado apenas pelo relinchar dos cavalos, pelo cantar de um galo ou pelo grito de um quero-quero criava um estímulo para um jovem médico despreocupado, sonhador e feliz. Era cenário para romance. O frio não impediu de me sentir personagem deste romance, um bom médico, consciente e feliz.

Um parto na campanha

O livro do Martinho é rico em reflexões, memórias (reais e imaginadas) e “viagens” criativas, tudo muito gostoso de ler, mesmo em suas passagens mais densas. Seja na alegria, na denúncia ou na tristeza, o autor se vale harmoniosamente de várias formas, como o próprio título nos diz, nunca perdendo de vista seu estilo.
Sem dúvida, uma boa leitura.

O Editor

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Bicicletando o mundo https://novo.insular.com.br/produto/bicicletando-o-mundo/ https://novo.insular.com.br/produto/bicicletando-o-mundo/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:22:53 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/bicicletando-o-mundo/ Autor: Camilo Teixeira ISBN: 978-85-524-0226-8 Páginas: 424 Peso: 470g Ano: 2022 Bicicletando o Mundo conta a incrível viagem de um casal que viajou de bicicleta pela Europa e Ásia. Foram 10 meses e mais de 11.000 km pedalados. Você encontrará aventuras, histórias inusitadas e personagens encantadores. Além da narrativa desta fantástica aventura, você encontrará um […]

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Autor: Camilo Teixeira

ISBN: 978-85-524-0226-8

Páginas: 424

Peso: 470g

Ano: 2022

Bicicletando o Mundo conta a incrível viagem de um casal que viajou de bicicleta pela Europa e Ásia. Foram 10 meses e mais de 11.000 km pedalados. Você encontrará aventuras, histórias inusitadas e personagens encantadores. Além da narrativa desta fantástica aventura, você encontrará um pouco da contextualização histórica dos locais por onde eles passaram e dicas valiosas sobre como planejar e realizar uma cicloviagem. É um convite para adentrar lugares desconhecidos, lidar com culturas exóticas e aprender com o diferente. Uma leitura agradável e cativante, que desperta a curiosidade, provoca reflexão e te deixará com uma vontade louca de bicicletar.

Escrevendo estas palavras, agradeço pela coragem de ter dado o primeiro passo/pedal, que provavelmente é o mais difícil. Às vezes ainda não acredito na ousadia que tive ao planejar e realizar uma viagem desse porte. Superar as dificuldades da partida – e das despedidas – me fez observar e valorizar coisas simples, como os detalhes de um pôr do sol ou aquele diálogo despretensioso com um desconhecido à beira da estrada.
Difícil mensurar toda a energia direcionada e o aprendizado que a escolha de viajar de bicicleta proporcionou à minha vida. Nem no mais criativo sonho poderia imaginar as histórias que vivi, os lugares que passei e, principalmente, as pessoas que conheci. A viagem me fez perceber que sou do mundo. Que minha casa é a estrada e que os povos são irmãos. O maior aprendizado foi aproximar-me das pessoas e perceber que, ao contrário do que se tenta retratar, são amorosas, honestas e incríveis. São muitos os casos e acasos desta jornada, e por isto prepare-se, pois estaremos @BICICLETANDO O MUNDO.

Camilo Teixeira nasceu na cidade de Florianópolis em 1985. Formou-se em Agronomia e História e atuou como Guarda-vidas por mais de dez temporadas. Criou o projeto Bicicletando o Mundo, no qual pretende, a partir de suas viagens, gerar entretenimento e conhecimento.
@bicicletandoomundo

 

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Até as coisas mais rasteiras https://novo.insular.com.br/produto/ate-as-coisas-mais-rasteiras/ https://novo.insular.com.br/produto/ate-as-coisas-mais-rasteiras/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:18:15 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/ate-as-coisas-mais-rasteiras/ Autor Michell Foitte ISBN 978-65-990246-4-1 Páginas 320 Peso 435g Ano 2020 Uma ponta gasta que só poderia ser vista com certa proximidade. A ponta gasta pelas bicudas nas quinas dos móveis, nos tropeços indesejados nas pedras e calçadas irregulares, ou talvez, um pé que insistia em encontrar as coisas mais rasteiras. O Autor  “Você vai […]

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Autor Michell Foitte

ISBN 978-65-990246-4-1

Páginas 320

Peso 435g

Ano 2020

Uma ponta gasta que só poderia ser vista com certa proximidade. A ponta gasta pelas bicudas nas quinas dos móveis, nos tropeços indesejados nas pedras e calçadas irregulares, ou talvez, um pé que insistia em encontrar as coisas mais rasteiras.
O Autor

 “Você vai escrever isto?” Essa pergunta fazia referência a um texto que iria publicar e o censurador do “isto” era ninguém menos que minha mãe, o ser que em boa parte da minha vida disse-me (e circunstancialmente ainda diz) variados tipos de nãos. “Não sacaneie com seu irmão”, “não gire os ponteiros do relógio de pulso ao contrário”, “não se masturbe usando as meias”. O não a “isto” não era indefinido, apenas irônico, relativo e assertivo a própria jocosidade e humor daquelas linhas que ela lia e ria, rasteiramente, de maneira debochada a pergunta lançada.
Michell Foitte é autor dos livros Versos em Você (Dioesc, 2011) e Inverno do Sol (Insular, 2016). Psicólogo do Centro Especializado em Aconselhamento e Prevenção das Infecções Sexualmente Transmissíveis do município de Palhoça, Santa Catarina.

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Código existencial https://novo.insular.com.br/produto/codigo-existencial/ https://novo.insular.com.br/produto/codigo-existencial/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:17:47 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/codigo-existencial/ Autor: Ernani Vilela ISBN 978-65-88401-03-3 Páginas 92 Peso: 120g Ano 2020 Procuram almas gêmeas, quase nunca encontram; e os processos dialéticos se incumbem de provocar solidões. A humanidade é uma fábrica de defuntos administrada pelo tempo. Não há como escapar aos signos, muito simples ou bastante complexos, que vão se formando ao longo da vida […]

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Autor: Ernani Vilela

ISBN 978-65-88401-03-3

Páginas 92

Peso: 120g

Ano 2020

Procuram almas gêmeas, quase nunca encontram;
e os processos dialéticos se incumbem
de provocar solidões.

A humanidade é uma fábrica de defuntos

administrada pelo tempo.
Não há como escapar aos signos, muito simples ou bastante complexos, que vão se formando ao longo da vida e transmitindo suas mensagens. Com extrema simplicidade, em textos curtos e concisos que traduzem o essencial, Ernani Vilela escancara sem pudor modos de ser mundanos e angustiantes em sua finitude. “Se algum leitor cauteloso sentir falta daquelas referências costumeiras, explico: é claro que muito li sobre filosofia e psicanálise, porém dispenso avalistas bibliográficos. Os textos que contêm meus aforismos e cenas que os ilustram, sejam elucidativos, incômodos ou divertidos, devem valer pelo que valem; e nada mais”, disse-me o autor.
O editor
Ernani Vilela é escritor e arquiteto. Publicou Sob o fascínio do pôquer (2006, 2013 − 2ª ed.), Reflexos de Niemeyer (2007), Degraus em Escadas Intermináveis (2017), Cartas do Demônio (2018), Angústia no Jardim Europa (2018), A Origem do Pecado & outros textos teatrais (2019).

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Quatorze Contos de Réis https://novo.insular.com.br/produto/quatorze-contos-de-reis/ https://novo.insular.com.br/produto/quatorze-contos-de-reis/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:17:45 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/quatorze-contos-de-reis/ Contos e Crônicas Autor: Orlando L. Coutinho ISBN 978-65-991281-9-6 Páginas 102 Peso 145g Ano 2020 Um dedo de prosa. À primeira vista, é este o convite do autor ao leitor deste livro. Apesar de a expressão aglutinar duas características imprescindíveis ao bom contador de histórias (descontraída intimidade somada à fluidez de inteligente conversa), quem espera […]

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Contos e Crônicas

Autor: Orlando L. Coutinho

ISBN 978-65-991281-9-6

Páginas 102

Peso 145g

Ano 2020

Um dedo de prosa. À primeira vista, é este o convite do autor ao leitor deste livro. Apesar de a expressão aglutinar duas características imprescindíveis ao bom contador de histórias (descontraída intimidade somada à fluidez de inteligente conversa), quem espera destas páginas apenas um sentar-se na beirada da cadeira para a ligeireza de casos cotidianos, logo se verá surpreendido pela vontade de estender o encontro com uma boa xícara de café ou uma taça de vinho à mão.
(…)
Ao final, sairá destas páginas o leitor, ele também com a saudade na boca e uma vontade imensa de pensar na vida.
Milu Leite, no Prefácio

Assim acontece Quatorze Contos de Réis – Contos e Crônicas, um livro de resgate das lembranças revisitadas e desenhadas com novos olhares sobre as dobras da memória, em quatorze textos escolhidos sob a canção do tempo.
Algumas histórias retratam a vida, sob o aspecto das intempéries, dos lucros e perdas e tangenciam a crítica leve ao comportamento humano em tempos e lugares diferentes. Outras urdidas pelo ardor da caminhada, por pedras e flores da estrada, por receios e desejos da fase do destemor, projetam-se, como fotografias, na linha de chegada, agora já não tão distante.
Sendo essa a forma que achei de brindar à vida, sempre tão generosa, o que me faz inquieto a ponto de doar um pouco de mim e de minhas percepções a quem ama ler e pensar.

Orlando Lima Coutinho, na Apresentação

Orlando Lima Coutinho é engenheiro civil aposentado, filho de Itaperuna, no Rio de Janeiro. Nascido nos cantões do Bambuí, debaixo de um pé de café, segundo o modo de dizer de sua mãe, desde cedo, desenvolveu o gosto pelos contos ouvindo as histórias, sempre contadas ao som das gargalhadas à sombra da casa e tendo como vistas o pasto, as mangueiras, os açudes e o canto do quero-quero no campo. Escreve contos e crônicas desde a adolescência.
Trabalhou muito duro – é sua frase preferida com dupla intenção – em empresas de energia elétrica e outras, pelo Brasil afora. Teve diversos cargos diretivos, como voluntário na área filantrópica da infância e da adolescência, da educação e do desenvolvimento comunitário, atuando em organizações sociais civis de interesse público até a aposentadoria definitiva, em 2019, quando passou a se dedicar integralmente à literatura.
Casado com Neusa Ramos Coutinho, com quem teve três filhas, hoje vive escrevendo, mas a escrita, ainda que constante, não lhe rouba o tempo de amor, dedicação e orgulho pelos netos Davi, Felipe, João, Gabriel, Sara e Hanna.
É autor do livro Álbum de Impressões, publicado em 2006 pela Editora Garapuvu.

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Crônicas do Acontecer https://novo.insular.com.br/produto/cronicas-do-acontecer/ https://novo.insular.com.br/produto/cronicas-do-acontecer/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:15:56 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/cronicas-do-acontecer/ Autor: Thales de Oliveira ISBN: 978-65-88401-45-3 Páginas: 108 il. Peso: 182g Ano: 2021 Crônicas do Acontecer é um marco na carreira literária do escritor Thales de Oliveira, iniciada em 2001 com o epopeico romance histórico O Tropeiro, também publicado pela Editora Insular. Desde então, têm andado juntos. São 20 anos e 13 obras comemorados com este […]

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Autor: Thales de Oliveira

ISBN: 978-65-88401-45-3

Páginas: 108 il.

Peso: 182g

Ano: 2021

Crônicas do Acontecer é um marco na carreira literária do escritor Thales de Oliveira, iniciada em 2001 com o epopeico romance histórico O Tropeiro, também publicado pela Editora Insular. Desde então, têm andado juntos. São 20 anos e 13 obras comemorados com este novo lançamento.

Thales de Oliveira tem mantido uma produção literária constante e essencialmente qualificada. São crônicas, contos, romances, poesias e até uma imersão no mundo infantojuvenil, sempre com muito bom trato e, acima de tudo, mirando os seus leitores. Admiradores que se formaram ao longo das duas últimas décadas e que todo o tempo lhe cobram mais uma publicação. São poucos como ele, tão frequente e cada vez mais apurado nessa saga de escritor, nesse país onde o livro não está ao alcance de todos.
Desta vez, é uma obra de fragmentos e sinais de lembranças, fruto de minuciosas indagações, que com perfeição foram trançadas em sua incansável criação sobre o ficcional e a realidade.

Nelson Rolim de Moura
Editor

Obras do autor:
O Tropeiro (2001)
Além da Emoção (2004, 2ª ed. 2007)
Contos do Cotidiano (2004)
Contos do Entardecer (2007)
Zizi (2008)
Poemas de Ontem e de Hoje (2008)
O Pescador Braz (2014)
Prodígio (2014)
Também Te Amo (2015, 2ª ed. 2017)
Contos do Anoitecer (2017)
As Irmãs Maria (2017)
Conversa de Bichos (2019)
Crônicas do Acontecer (2021)

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Sua Majestade, O Efêmero: 50 anos de crônicas https://novo.insular.com.br/produto/sua-majestade-o-efemero-50-anos-de-cronicas/ https://novo.insular.com.br/produto/sua-majestade-o-efemero-50-anos-de-cronicas/#respond Mon, 02 Feb 2026 02:00:14 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/sua-majestade-o-efemero-50-anos-de-cronicas/ Autor: Raul Caldas Filho ISBN: 978-85-524-0039-4 Páginas: 220 Peso: 338g Ano: 2017 *** Combinando a leveza do cronista, o rigor do jornalista e a imaginação do ficcionista, Raul Caldas Filho nos oferece neste livro um conjunto de textos selecionados da sua produção em jornais, revistas e livros. Escritos em sua grande maioria para veículos de […]

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Autor: Raul Caldas Filho

ISBN: 978-85-524-0039-4
Páginas: 220
Peso: 338g
Ano: 2017

***

Combinando a leveza do cronista, o rigor do jornalista e a imaginação do ficcionista, Raul Caldas Filho nos oferece neste livro um conjunto de textos selecionados da sua produção em jornais, revistas e livros. Escritos em sua grande maioria para veículos de comunicação, esses trabalhos sobreviveram à passagem do tempo e transformaram-se em material literário que se eleva acima das épocas.
Os textos percorrem um período de cinquenta anos (1966/2016), nos quais a tecnologia mundial modificou-se com surpreendente velocidade, não significa isso, porém que a raça humana tenha evoluído muito em sua essência, pois os problemas fundamentais continuam os mesmos.
Dividido em quatro capítulos temáticos, dois retrospectivos e mais dois que poderiam ser denominados de “bônus”, e definido de uma forma geral como livro de crônicas, o seu conteúdo, todavia, ultrapassa esta designação.
Pois há também pequenos “estudos” sociológicos (como “O Irresistível Apelo dos Bares”), narrativas (os hilariantes “Relatos Ilhéus”), impressões de viagens, memórias (pessoal e coletiva), sátiras, críticas político-sociais etc, tudo temperado com bom humor e ironia.
A cidade erguida sobre a Ilha de Santa Catarina, a ex Desterro atual Florianópolis (denominações horrorosas, segundo o autor) também merece uma atenção especial e aparece várias vezes, com suas belezas naturais, seus hábitos, sua jocosidade e dissabores. Outra cidade que é cenário para algumas crônicas é o Rio de Janeiro, onde o autor viveu em duas ocasiões.
As crônicas mais recentes estão agrupadas sob o título geral de “Oh! Tempos, Oh! Costumes”, nas quais são abordados temas dos mais diferentes matizes, tanto globais, quanto nacionais. A citação (Oh! Tempora, Oh Mores) foi extraída das “Catilinárias”, famosos discursos do tribuno e cônsul romano Cícero contra o seu adversário Catilina, que conspirava contra o governo republicano, além de ser uma crítica à dissolução dos costumes daqueles tempos. Qualquer semelhança com o Brasil dos dias atuais não é mera coincidência.
Este é, portanto, um livro que diverte e, por vias oblíquas, nos provoca reflexões sobre os rumos (nem sempre benfazejos) do país e do mundo em que vivemos.

 

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O Piano de Casablanca: Crônicas de amor e de guerra https://novo.insular.com.br/produto/o-piano-de-casablanca-cronicas-de-amor-e-de-guerra/ https://novo.insular.com.br/produto/o-piano-de-casablanca-cronicas-de-amor-e-de-guerra/#respond Mon, 02 Feb 2026 01:57:28 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/o-piano-de-casablanca-cronicas-de-amor-e-de-guerra/ Autor: Fernando Evangelista ISBN: 978-85-7474-844-3 Páginas: 168 Peso: 210g Ano: 2015 Foto da capa: Matt Corner (Leste da Turquia – Curdistão, 2011) *** O engenheiro iraquiano Abdul Magid Moahamed, que testemunhara 24 anos de ditadura de Saddam Hussein, oito anos de guerra com o Irã, uma invasão frustrada ao vizinho Kwaitt, duas guerras lideradas pelos […]

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Autor: Fernando Evangelista

ISBN: 978-85-7474-844-3
Páginas: 168
Peso: 210g
Ano: 2015
Foto da capa: Matt Corner (Leste da Turquia – Curdistão, 2011)

***

O engenheiro iraquiano Abdul Magid Moahamed, que testemunhara 24 anos de ditadura de Saddam Hussein, oito anos de guerra com o Irã, uma invasão frustrada ao vizinho Kwaitt, duas guerras lideradas pelos Estados Unidos e 12 anos de embargo, quis saber de onde vinha o repórter.
– Sou brasileiro – respondeu Cândido.
– Brasil? Você vive no Brasil?
E então, com espanto sincero, ele segurou o braço do brasileiro e perguntou:
– E você não tem medo? Não é muito perigoso?

(Trecho da crônica “Pra lá de Bagdá”)

 

Dividido em duas partes, o livro é composto por 20 crônicas do cotidiano e 20 crônicas em áreas de conflito. Ex-correspondente da revista Caros Amigos, Fernando cobriu três guerras no Oriente Médio, além do conflito entre curdos e turcos no Leste da Turquia.

Na primeira parte do livro, o autor aborda assuntos dos mais variados – desde um misterioso delito em um colégio católico nos anos 1980, em Florianópolis, passando pela angústia de um filho em sua relação com o pai, até detalhes da surpreendente história das 15 mil latas de maconha que chegaram boiando nas praias brasileiras em 1987. São textos sensíveis e despretensiosos.

De acordo com o autor, o desafio maior na produção do livro foi manter este tom leve nas crônicas de guerra. “Em alguns momentos, eu me perguntei se isso seria possível e se seria ético escrever deste modo diante de tanta tragédia”, reconhece.

Tendo como base as anotações pessoais daquela época, Fernando relata em terceira pessoa os bastidores dessas reportagens no Oriente Médio. “Fiz estas coberturas com 20 e poucos anos e meu objetivo era manter o mesmo olhar de espanto, de surpresa e muitas vezes de ingenuidade daquele período”, afirma. As crônicas que compõem esta segunda parte do livro começam em ritmo de aventura, mas aos poucos se transformam numa contundente denúncia contra as atrocidades das guerras.

Parceiro e personagem

Nessas empreitadas, Fernando Evangelista esteve acompanhado do fotógrafo italiano Matt Corner, que na coletânea aparece com o nome de Pierluigi Salvatore, o Giggio. A dupla colecionou histórias que vão do drama à comédia.

Em 2002, em Ramallah, a dupla testemunhou a Operação Escudo Defensivo, a última grande batalha entre o israelense Ariel Sharon e o palestino Yasser Arafat. Fernando foi o único repórter brasileiro a acompanhar o início dessa operação.

Em junho do ano seguinte, a dupla esteve no Iraque, logo após a tomada da capital pelas forças de coalizão. Em Bagdá, na praça central da cidade, circundada por tanques e soldados, um engenheiro local quis saber de onde vinha aquele repórter. “Do Brasil”, respondeu Fernando. Então, com espanto sincero, o iraquiano pegou nos braços do catarinense e perguntou: “Do Brasil? E você não tem medo de morar lá? Não é muito perigoso?”.

O título do livro vem da crônica que conta a história, real, da parceria de um maestro e de um menino na composição de uma música para um festival. O sonho desse maestro era tocar no piano do filme Casablanca, de 1942. A imagem da capa, do italiano Matt Corner, foi batida em Diyarbakir, no leste da Turquia em 2007, na celebração do ano novo curdo.

Sumário

Crônicas de amor

Sorria, mantenha a linha e não se afogue
Um homem bom
O segredo da longevidade
O Profeta da Praça XV
Uma morena e um acaso
Sete dias entre a vida e a morte
Delito no colégio católico
A noite dos discos voadores
Adamastor, o passarinho
Loira Gina
O tempo que nos resta
O baiano voador
O adesivo do Fusca
A rendição de Leopoldo
Maconha da lata
Delírio na endoscopia
Estimada e desconhecida alma gêmea
Outra história no supermercado
Tarde demais
A música da floresta
O piano de Casablanca

Crônicas de guerra

Duas letras e um pedido
Primo-Salvador
Refugiados
Todos os riscos
Sem saída em Beirute
A imagem da guerra
A Casa de Samir
Passeio de bicicleta
Crianças na varanda
A reconstrução
Cândido contra Israel
“Querida, tem um tanque me perseguindo”
Assassinato em Ramallah
Enterro coletivo
Bombas em Jerusalém
Na fronteira do Iraque
Pra lá de Bagdá
Três historinhas tristes
Dentro do Palácio de Saddam
Agradecimentos

***

Fernando Evangelista é jornalista e documentarista, mestre em comunicação pela Universidade de Coimbra. Foi repórter especial da revista Caros Amigos e cobriu diversos eventos internacionais, entre eles a Operação Escudo Defensivo na Palestina, a guerra no Iraque, a guerra no Líbano e o conflito entre curdos e turcos. Recebeu o Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos por uma reportagem sobre a questão agrária no interior de São Paulo. Além de jornais e revistas no Brasil, tem reportagens publicadas na Itália e na Alemanha. Foi professor no curso de jornalismo da Faculdade Estácio de Sá e, atualmente, é cronista do site Nota de Rodapé, diretor da Doc Dois Filmes e assessor de imprensa da biblioteca comunitária Barca dos Livros, em Florianópolis.

 

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Não era prá contar https://novo.insular.com.br/produto/nao-era-pra-contar/ https://novo.insular.com.br/produto/nao-era-pra-contar/#respond Mon, 02 Feb 2026 01:55:17 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/nao-era-pra-contar/ Autor: Maurício Amorim ISBN: 978-85-7474-726-2 Páginas: 128 Peso: 220g Ano: 2013 Capa: Rodrigo Poeta *** Em uma daquelas noites de sexta-feira no Praia Clube, onde a falecida Confraria dos Dinossauros se reunia, em conversas com o Maurício soube que estava concluindo os originais da presente obra literária, cujo conteúdo logo tive conhecimento e pude avaliar […]

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Autor: Maurício Amorim

ISBN: 978-85-7474-726-2
Páginas: 128
Peso: 220g
Ano: 2013

Capa: Rodrigo Poeta

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Em uma daquelas noites de sexta-feira no Praia Clube, onde a falecida Confraria dos Dinossauros se reunia, em conversas com o Maurício soube que estava concluindo os originais da presente obra literária, cujo conteúdo logo tive conhecimento e pude avaliar sua importância, principalmente porque narra fatos pitorescos e marcantes da sua vida, associando amigos e lugares de nossa querida Ilha Capital. Fato seguinte: fizemos contato com o Rolim da Insular, que deu o maior incentivo para que o trabalho fosse editado, cuja viabilização só foi possível graças ao empenho e amizade, tanto do Maurício como minha, do extraordinário Caco Bastos, que também envolveu outros amigos seus.
Ainda sobre o Maurício Amorim, todos os “manézinhos” que apreciam Carnaval, particularmente o bloco do Lira, o Berbigão do Boca, o Sou+Eu e muitos outros blocos carnavalescos da cidade, conhecem e apreciam sua forma boemia, extrovertida, divertida e amiga de ser. Para conferir é só assistir no Canal 20 o programa Clube do Mané.
Rogério “Reitor” 

***

Tive o prazer de conhecer (pessoalmente) o Maurício Amorim numa tradicional “saideira ao amanhecer” no Bar das Pedras, em Itaguaçu, num dia 1º do ano de não sei quando, após terminar um baile de Réveillon no Clube 12 de Agosto. Falo isso porque já o admirava, por suas iniciativas e criativas ideias na área do entretenimento (para não falar da noite), e na ocasião ele estava com seu dileto e saudoso amigo e também meu guru Airton Oliveira, o Peteleco. Ativo fomentador da cultura Ilhoa, versátil, como bom boêmio fundou e presidiu o Clube Social Paineiras e transformou uma desativada Igreja em boate, a “Capelinha”; como amante da boa música, participou de Corais e de grupos de amigos “cantadores”; como carnavalesco, coordenou e foi jurado de diversos desfiles de escolas de samba, ajudou a fundar e/ou manter diversos blocos, tais como Amanhece Bom Jesus, LIC Gay, 12×12, Ânsia de Vômito, do Lira TC etc, além da fundamental colaboração com a festa do Berbigão do Boca, onde coordena seu festival gastronômico; e, como bom “mané”, participou da fundação de diversas confrarias, dentre elas a do Almoço das Estrelas, Clube do Galfo, Dinossauros…
Putz, é só uma orelha, mas falar do Maurício dava uma enciclopédia… e nem entrei no lado “sério”, o Profissional, que, por cuja competência, exerceu destacados cargos na vida pública.
Caco Bastos

***

RECOMENDAÇÃO

Por muito tempo resisti à idéia e às sugestões – principalmente de meu irmão Mauro – de colocar no papel as histórias que eu conhecia, ou tinha vivido. Apresento àqueles que se atreverem a ler as coisas que me aconteceram e a todos os que comigo conviveram, que não foram poucos. O período vai desde 1960 até os dias de hoje. Não há uma preocupação com a cronologia. A ideia básica, como não poderia deixar de ser, é contar como se vivia, numa época em que as diversões eram poucas e, por isso mesmo, havia a necessidade de muita criatividade. Desde o Paineiras, passando pela Capelinha, Secretaria de Turismo, Secretaria de Segurança e Informações, Casa Civil, Faculdade de Direito, Assembleia Estadual Constituinte e Ministério Público – onde me aposentei -, recolhi diversas histórias que, a meu ver, merecem registro. Aos que por acaso, se identifiquem com os aqui mencionados e não aprovem a sua inclusão, as minhas escusas.

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Sobre Maurício Amorim

Filho de Mário Amorim e de Maria Amorim, ilhéus do Ribeirão da Ilha e da Caieira da Barra do Sul, respectivamente , nasceu em 31 de julho de 1941 na cidade de Iraí, no Rio Grande do Sul, onde permaneceu por um dia, até sua mãe ter alta da maternidade local e retornar à moradia na terra catarinense. O Sr. Mário Amorim, pai do Maurício era Delegado de Polícia e tinha sido transferido, por dever de ofício, de Florianópolis para Itapiranga, no Oeste Catarinense. Como na época não tinha Maternidade em Itapiranga, por ironia do destino, sua mãe teve que cruzar a fronteira para dar à luz em terras gauchescas. Ano seguinte voltaram a residir na capital catarinense. Maurício tem um irmão, Mauro Júlio Amorim e dois filhos, Matheus e Rafaella. Fez os estudos primários no Grupo Escolar Lauro Müller, secundário no Instituto Estadual de Educação e Escola Antonieta de Barros, depois passou pela Academia de Comércio até colar grau de Bacharel em Direito pela UFSC. Exerceu diversas atividades profissionais, tais como cartorário e serventuário da Justiça, labutou na antiga Cia. Telefônica (depois Telesc), Celesc, Distribuidora Catarinense de Títulos e Valores Mobiliário, Cia. Catarinense de Crédito, Financiamento e Investimento, Prefeitura Municipal de Florianópolis (onde exerceu o cargo de Secretário de Turismo), Secretaria de Segurança e Informações, Polícia Militar, ALESC e, como funcionário concursado da Procuradoria Geral de Justiça, por lá se aposentou. Cresceu na Avenida Trompowsky e hoje divide seu tempo entre seu apê no centro e outro em Canasvieiras. Teve uma vida social intensa (agora tá mais sossegado …. +/-) com participação direta na evolução dos estilos de bem viver da cidade, onde fundou e/ou participou da fundação, foi dirigente, presidiu algumas, foi sócio, colaborador etc, tais como os Clubes Sociais Paineiras, Doze de Agosto e Lira Tênis Clube, a Boate Capelinha, os blocos carnavalescos Amanhece Bom Jesus, LIC Gay, Doze X Doze, Ânsia de Vômito, do Lira T.C., as confrarias Clube do Galfo e Almoço das Estrelas e por aí vai. Hoje além de coordenar o festival gastronômico do Berbigão do Boca, é responsável pelos ensaios e desfile do bloco de sujos do Lira. Ninguém na cidade conhece mais de carnaval que o Maurício, que já o coordenou por diversas vezes (muitas em parceria com o Aldírio Simões), foi jurado, comentarista para emissoras de rádio e TV e Secretário de Turismo Municipal. Não é a toa que recebeu o troféu “Manezinho da Ilha” em sua primeira edição, do saudoso Aldírio Simões, em 1987.

 

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