Arquivo de Comunicação / Jornalismo - Insular https://novo.insular.com.br/categoria-produto/comunicacao-jornalismo/ Editora Insular Wed, 04 Mar 2026 14:34:51 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 Leonel Brizola por ele mesmo: documento inédito https://novo.insular.com.br/produto/leonel-brizola-por-ele-mesmo-documento-inedito/ https://novo.insular.com.br/produto/leonel-brizola-por-ele-mesmo-documento-inedito/#respond Wed, 04 Mar 2026 14:34:51 +0000 https://novo.insular.com.br/?post_type=product&p=3723 Organizadoras: Juliana Brizola e Rejane Guerra Prefácio: Roberto D’Ávila ISBN: 978-85-524-0595-5 Páginas: 208 Peso: 295g Ano: 2026 15 x 21 cm **** Leonel de Moura Brizola já motivou a publicação de inúmeros livros. Neste aqui, reproduzimos integralmente o seu depoimento inédito de três décadas passadas em Carazinho, sua terra natal, no interior do Rio Grande do […]

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Organizadoras: Juliana Brizola e Rejane Guerra
Prefácio: Roberto D’Ávila
ISBN: 978-85-524-0595-5
Páginas: 208
Peso: 295g
Ano: 2026

15 x 21 cm

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Leonel de Moura Brizola já motivou a publicação de inúmeros livros. Neste aqui, reproduzimos integralmente o seu depoimento inédito de três décadas passadas em Carazinho, sua terra natal, no interior do Rio Grande do Sul, incitado por especialistas em História Oral e a presença de velhos amigos. Foram mais de quatro horas de entrevista transcrita, cujo áudio recuperado compõe esta obra (QR Code), e no qual sua carismática voz acentua a pronúncia do que quer ressaltar. Rememora  a violenta perda do pai na Revolução de 1923, as dificuldades da família para sobreviver, a infância e a adolescência trespassadas pelo trabalho humilde e a necessidade de romper com as amarras da elite dominante, sempre estudando muito e uma vontade que se agiganta na juventude, com a adesão e a luta para construir o Trabalhismo. Compartilhou ao longo de toda a sua história de vida uma inabalável convicção e incansável militância para transformar o país. Seu pensamento mobiliza gerações de brasileiros na luta nacionalista anti-imperialista por um país igualitário e soberano, seu maior legado aqui imortalizado.
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A entrevista resgatada
Silvana Moura, Mestre em História/UFSC
Um Leonel Brizola que poucos conhecem até hoje vai se revelar para os que folhearem as páginas deste livro. Tudo começou em 1996, na Câmara Municipal de Vereadores de Carazinho, quando eu, como historiadora e entrevistadora, ao lado de Ney Eduardo Possapp d’Ávila, também historiador, tivemos o privilégio de ouvir do próprio Brizola o que ele lembrava e pensava desse personagem tão importante da vida nacional, o próprio Leonel de Moura Brizola. Durante 30 anos, guardei quase que como uma relíquia histórica a gravação em quatro fitas cassetes das palavras de Brizola, que é o documento original inédito e efetivo da entrevista realizada.
Neste ano, graças a um esforço conjunto com a Editora Insular, por intermediação do professor e amigo doutor Nildo Domingues Ouriques, presidente do Instituto de Estudos Latino-Americanos (IELA) da Universidade Federal de Santa Catarina, poderemos dividir com todos o depoimento que Brizola fez da sua vida pessoal e política. Acreditamos que, mais do que uma reconstituição de momentos da vida pessoal e política, a leitura dessa entrevista de História Oral, com a possibilidade de audição, será momento de reencontro com um dos principais personagens da história contemporânea do Brasil.
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Juliana Brizola é gaúcha, nascida em 1975, em Porto Alegre. Advogada e pós-graduada em Ciências Criminais. Neta de Leonel Brizola, é filiada ao Partido Democrático Trabalhista (PDT) desde os 18 anos, dedicando-se à defesa da Educação Pública de qualidade e da Escola de Tempo Integral. Foi dirigente da International Union of Socialist Youth (IUSY), em 2006, e, sempre pela legenda do PDT, conquistou os mandatos de vereadora na capital gaúcha (2009-2011) e deputada estadual no Rio Grande do Sul (2011-2023).
Rejane Guerra é mineira de Nova Era, nascida em 1962. Jornalista profissional diplomada atua como assessora de imprensa no Rio de Janeiro. Trabalhou na comunicação da Prefeitura do Rio, do cantor Martinho da Vila, nos mandatos dos vereadores Lysâneas Maciel (PDT) e Ricardo Maranhão (PSB), na coluna Boechat do Jornal do Brasil, na Câmara do Comércio França Brasil e na Academia Brasileira de Letras (ABL) e também em projetos do arquiteto Oscar Niemeyer e hoje com o ator Paulo Betti. Desde 1977 assessora Juliana Brizola. Em coautoria publicaram o livro Meu avô Leonel. Frases, “causos” e depoimentos de Brizola (Letra Capital, 2016).

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25 anos de jornalismo digital no Brasil: A contribuição da pesquisadora Luciana Mielniczuk para os estudos no país https://novo.insular.com.br/produto/25-anos-de-jornalismo-digital-no-brasil-a-contribuicao-da-pesquisadora-luciana-mielniczuk-para-os-estudos-no-pais/ https://novo.insular.com.br/produto/25-anos-de-jornalismo-digital-no-brasil-a-contribuicao-da-pesquisadora-luciana-mielniczuk-para-os-estudos-no-pais/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:32:26 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/25-anos-de-jornalismo-digital-no-brasil-a-contribuicao-da-pesquisadora-luciana-mielniczuk-para-os-estudos-no-pais/ Organizadoras: Alciane Baccin, Stefanie C. da Silveira e Vivian Belochio ISBN: 978-65-88401-55-2 Páginas: 368 Peso: 465g Ano: 2021 Dentre os mais de 20 anos de pesquisa sobre jornalismo digital no Brasil, praticamente todos eles tiveram a marca de uma das precursoras da área no país: Luciana Mielniczuk. Desde 1995, a professora e pesquisadora dedicou seus […]

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Organizadoras: Alciane Baccin, Stefanie C. da Silveira e Vivian Belochio

ISBN: 978-65-88401-55-2

Páginas: 368

Peso: 465g

Ano: 2021

Dentre os mais de 20 anos de pesquisa sobre jornalismo digital no Brasil, praticamente todos eles tiveram a marca de uma das precursoras da área no país: Luciana Mielniczuk. Desde 1995, a professora e pesquisadora dedicou seus esforços de investigação à compreensão deste fenômeno que até hoje desafia e motiva não apenas o mundo acadêmico como também as redações que se adaptam ao contexto atual. Este livro se propõe a registrar e homenagear a trajetória de contribuição de Luciana à área.

As operações de internet comercial no Brasil se iniciaram em meados da década de 1990. Neste momento, diversas empresas jornalísticas do país movimentam-se para alcançar a mudança que começava a nascer. Junto a isso, vários pesquisadores brasileiros também voltaram seus olhares e interesses de pesquisa para o que começaríamos a chamar de jornalismo digital. Dentre os precursores desta área, está a professora Luciana Mielniczuk, que, em 1995, já se debruçava sobre o jornalismo online e os espaços do leitor no então NetEstado. Depois disso, foram mais de 20 anos dedicados à investigação do jornalismo em ambiente digital, suas linguagens, seus formatos e características. Este livro é uma homenagem e um registro da gigantesca contribuição de Luciana à evolução dos estudos nesta área em toda Ibero-América.

 

Participam do livro:

Alciane Bacci

Barbara Nickel

Claudia Irene de Quadros

Fábio Giacomelli

Felipe Moura de Oliveira

Gonzalo Prudkin

Janaína Kalsing

João Canavilhas

Luciana Mielniczuk (in memoriam)

Marcelo Träsel

Marcos Palacios

Marília Gehrke

Marlise Viegas Brenol

Stefanie Carlan da Silveira

Raquel Longhi

Suzana Barbosa

Vivian Belochio

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Metodologias de Pesquisa em Telejornalismo: o jornalismo para telas https://novo.insular.com.br/produto/metodologias-de-pesquisa-em-telejornalismo-o-jornalismo-para-telas-2/ https://novo.insular.com.br/produto/metodologias-de-pesquisa-em-telejornalismo-o-jornalismo-para-telas-2/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:31:23 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/metodologias-de-pesquisa-em-telejornalismo-o-jornalismo-para-telas-2/ Organizadora: Cárlida Emerim ISBN: 978-85-524-0160-5 Páginas: 204 Peso: 265g Ano: 2020 O contexto atual vem obrigando, assim, os telejornais a operarem renovações significativas nos formatos por eles adotados, deixando de lado os modelos mais engessados, tão insistentemente cultivados, ao longo do tempo, pelas próprias emissoras, em prol de proposições mais compatíveis com o novo normal. E […]

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Organizadora: Cárlida Emerim

ISBN: 978-85-524-0160-5

Páginas: 204

Peso: 265g

Ano: 2020

O contexto atual vem obrigando, assim, os telejornais a operarem renovações significativas nos formatos por eles adotados, deixando de lado os modelos mais engessados, tão insistentemente cultivados, ao longo do tempo, pelas próprias emissoras, em prol de proposições mais compatíveis com o novo normal. E essas novas tendências vêm ganhando força. O tratamento discursivo e expressivo dos diferentes espaços e temporalidades tem-se voltado ostensivamente à articulação de diversas telas, que, independentemente dos distintos suportes que as veiculam, visitam diferentes espaços e tempos e oferecem novas possibilidades de interação do apresentador/âncora com os correspondentes, enviados especiais, repórteres, comentaristas, protagonistas dos acontecimentos, testemunhas que podem estar em lugares e temporalidades distintas.
(…)
Ainda que, nesse novo normal, alguns telejornais continuem insistindo na manutenção da forma de estruturação convencional e adotando um formato engessado que se reporta ao modelo tradicional, a grande maioria registra mudanças estruturais significativas, operando não só atualizações do modelo convencional, como realizando as transformações necessárias para dar conta desse novo contexto. Se elas serão permanentes…, só o tempo dirá! (Elizabeth Bastos Duarte)

Metodologias de Pesquisa em telejornalismo: o jornalismo para telas apresenta diferentes aportes teórico-metodológicos para enfrentar a análise deste objeto complexo da contemporaneidade que é o telejornalismo produzido para diferentes telas e suportes, com amplo acesso, distribuição e compartilhamento nas mais diversas camadas sociais. Seja via televisão aberta, que ainda é a forma de maior aproximação das camadas populares e periféricas no mundo inteiro, seja via mobile ou em sistemas de acesso pago. Mais do que modelos de estudo, são possibilidades de investigação, mostrando o amplo espectro científico do telejornalismo.

 

Autoras
Ariane Pereira

Beatriz Cavenaghi

Cárlida Emerim

Cristiane Finger

Edna de Mello Silva

Elizabeth Bastos Duarte

Fabiana Piccinin

Iluska Coutinho

Michele Negrini

Rita Paulino

Roberta Roos

Sandra Ramalho

Sandra Oliveira

Valquíria Aparecida Passos Kneipp

 

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Gandhi, Mandela e Luther King: as autonarrativas dos ativistas e o diálogo por direitos humanos https://novo.insular.com.br/produto/gandhi-mandela-e-luther-king-as-autonarrativas-dos-ativistas-e-o-dialogo-por-direitos-humanos/ https://novo.insular.com.br/produto/gandhi-mandela-e-luther-king-as-autonarrativas-dos-ativistas-e-o-dialogo-por-direitos-humanos/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:31:22 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/gandhi-mandela-e-luther-king-as-autonarrativas-dos-ativistas-e-o-dialogo-por-direitos-humanos/ Autora: Ingrid Gomes Bassi ISBN: 978-65-88401-56-9 Páginas: 198 Ano: 2021 O livro trata de três figuras luminares na defesa da paz como forma de resolver conflitos nos quais a violência era recorrente, que sempre serão uma inspiração para todos nós. O “nós” a que me refiro engloba toda a Humanidade. Uma obra escrita com delicadeza […]

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Autora: Ingrid Gomes Bassi

ISBN: 978-65-88401-56-9

Páginas: 198

Ano: 2021

O livro trata de três figuras luminares na defesa da paz como forma de resolver conflitos nos quais a violência era recorrente, que sempre serão uma inspiração para todos nós. O “nós” a que me refiro engloba toda a Humanidade. Uma obra escrita com delicadeza encantadora em tempos em que o País e o mundo vivem momentos de intolerância exacerbada, é mais do que bem-vinda, é necessária.
Milton Pimentel, pesquisador, docente e comunicador

Nunca foi tão oportuno se debruçar sobre a história de figuras públicas que viveram e lutaram pelos direitos humanos no momento em que testemunhamos movimentos de opressão e riscos à democracia em todo o mundo.  Nunca foi tão urgente falar sobre como esses nomes que sacudiram a humanidade narraram suas próprias jornadas. Quais vozes escutaram? Que valores defendiam como inegociáveis? Neste livro, Ingrid Gomes Bassi mergulha sobre as autobiografias de Mahatma Gandhi, Martin Luther King Jr. e Nelson Mandela para analisar como construíram suas ações. Como esses visionários pregaram, em suas obras autobiográficas, palavras como “amor” e “práticas não violentas”? A pesquisa acadêmica não é o resumo desses rastros ou uma investigação filosófica.  É um convite ao entendimento desses conceitos à luz da comunicação.
Maria Cleidejane Esperidião, jornalista, pesquisadora e docente.

Dotada de sensibilidade e rigor científico sem igual, Ingrid Gomes Bassi escreve este livro, resgatando a história da causa da não violência e da justiça de três enormes personalidades mundiais: o indiano Mahatma Gandhi (1869-1948), o estadunidense Martin Luther King Jr. (1929-1968) e o sul africano Nelson Mandela (1918-2013). Esse compêndio é resultado de exaustiva pesquisa ancorada na hermenêutica como método e ainda consegue abordar temas como: direito à ternura, “love”, diálogo e alteridade; tópicos que definem completamente Bassi. Também aqui se encontra a possibilidade do entendimento de que, ao se comunicar aos seus iguais os indícios da violência e fazê-los se “enxergarem” como portadores de direitos, essas vítimas de diversas discriminações são mobilizadas a se organizarem e a resistirem, o que sempre foi, é e será um risco. Assim, este trabalho nunca foi mais atual e urgente de ser lido.
Marta Cardoso de Andrade, pós-doutora em Ciências da Comunicação.

 

A Autora

Paulista de Limeira (SP), Ingrid Gomes Bassi é graduada em Jornalismo pela Universidade Metodista de Piracicaba, Unimep. Mestre pela Universidade Metodista de São Paulo, Umesp, com o tema “As três imagens de Lula, os posicionamentos das revistas Carta CapitalPrimeira Leitura e Veja nas eleições para presidente em 2002” (2007). Doutora pela Umesp com “Olhares sobre o outro: estudo das representações do Islã nos jornais Estado de S.Paulo e Folha de S.Paulo” (2012) e pós-doutora pela Umesp em Processos Comunicacionais. Sua atuação acadêmica surge da crítica da mídia e dos estudos culturais. Na universidade pública, reencontrou o trabalho com as comunidades em projetos de pesquisa e extensão. É autora do livro Olhares sobre o Islã. Estudo das representações do muçulmano nos jornais brasileiros. Desde 2018, faz parte do corpo docente da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, Unifesspa, em Rondon do Pará (PA).
Sandra Garcia, jornalista, pesquisadora e professora no Curso de Jornalismo da UFRRJ.

 

 

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Mídia e Zeitgeist – Ebook https://novo.insular.com.br/produto/midia-e-zeitgeist-ebook/ https://novo.insular.com.br/produto/midia-e-zeitgeist-ebook/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:31:20 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/midia-e-zeitgeist-ebook/ Organizadores: Ivan Bomfim, Basilio Sartor, Karine Moura Vieira e Marcia Veiga da Silva ISBN: 978-65-88401-66-8 Páginas: 290 Ano: 2021 Como podemos pensar os diversos entrelaçamentos que relacionam a dimensão midiática e o “Espírito do Tempo”? Em Mídia e Zeitgeist, pesquisadores da área da Comunicação de Brasil, Portugal e Estados Unidos analisam casos, processos e fenômenos que […]

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Organizadores: Ivan Bomfim, Basilio Sartor, Karine Moura Vieira e Marcia Veiga da Silva

ISBN: 978-65-88401-66-8

Páginas: 290

Ano: 2021

Como podemos pensar os diversos entrelaçamentos que relacionam a dimensão midiática e o “Espírito do Tempo”? Em Mídia e Zeitgeist, pesquisadores da área da Comunicação de Brasil, Portugal e Estados Unidos analisam casos, processos e fenômenos que dão forma à experiência humana em sua interação com as mídias e valores, discursos, representações, ideologias e imaginários de uma época.

“Conhecer e pensar não é chegar a uma verdade absolutamente certa, mas dialogar com a incerteza”, diz Edgar Morin. Esta é a nossa aventura: compreender as relações, inserir nos contextos, enxergar as consequências de atos que pareciam inofensivos e isolados, perceber a força criativa do caos, enfrentar as incertezas, resistir à destruição. A leitura desta coletânea nos ajuda a dialogar com a incerteza e nos permite viajar no espírito de nosso tempo com os olhos bem abertos.
Marcia Benetti, no Prefácio

Autores/as dos artigos:
Ivan Bomfim

Basilio Sartor

Karine Moura Vieira

Marcia Veiga da Silva

Fabiana Moraes

Dora Santos Silva

António Granado

Silvana Copetti Dalmaso

Anna de Carvalho Cavalcanti

Luís Mauro Sá Martino

Angela Cristina Salgueiro Marques

Cosette Castro

João Kamradt

Josnei Di Carlo

Rosane Borges

Vander Casaqui

Adriano Duarte Rodrigues

Douglas Kellner

 

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Jornalismo convergente: Reflexões, apropriações, experiências https://novo.insular.com.br/produto/jornalismo-convergente-reflexoes-apropriacoes-experiencias-2/ https://novo.insular.com.br/produto/jornalismo-convergente-reflexoes-apropriacoes-experiencias-2/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:31:18 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/jornalismo-convergente-reflexoes-apropriacoes-experiencias-2/ Organizadores: Raquel Longhi e Carlos D’Andréa ISBN: 978-65-88401-68-2 Páginas: 272 il. Ano: 2021 (versão digital da edição impressa de 2012) “Convergência” é um dos conceitos que esclarece e identifica as várias transformações que vêm ocorrendo no jornalismo contemporâneo, que cada vez mais pode ser entendido como um “jornalismo convergente”. Desse cenário surgem os novos desafios […]

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Organizadores: Raquel Longhi e Carlos D’Andréa

ISBN: 978-65-88401-68-2

Páginas: 272 il.

Ano: 2021 (versão digital da edição impressa de 2012)

“Convergência” é um dos conceitos que esclarece e identifica as várias transformações que vêm ocorrendo no jornalismo contemporâneo, que cada vez mais pode ser entendido como um “jornalismo convergente”. Desse cenário surgem os novos desafios e possibilidades para produção de conteúdos, a formação profissional e aos veículos de comunicação, independentes ou vinculados a grandes conglomerados de mídia.

Este é o terceiro livro publicado pelos pesquisadores que compõem a Rede de Pesquisa e Jornalismo e Tecnologia (JorTec), vinculada à Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor).
Divididos em três partes, aqui estão 14 trabalhos de 17 investigadores. Em Reflexões, são problematizadas questões teóricas e aplicadas sobre jornalismo e convergência na contemporaneidade. Em Apropriações,os capítulos abordam as práticas do jornalismo convergente sob diferentes perspectivas teóricas e metodológicas. Finalizando, em Experiências são apresentadas experiências pedagógicas e profissionais advindas desse contexto.

Autores/as

Ana Marta Moreira Flores
Carla Schwingel

Carlos Alberto Zanotti

Carlos D’Andréa

Carolina Teixeira Weber

Cleber Gouvêa

Demétrio de Azeredo Soster

Diólia de Carvalho Graziano

Geane Carvalho Alzamora

Gerson Luiz Martins

Lorena Tárcia

Marcelo Träsel

Raquel Ritter Longhi

S. Squirra

Sônia Padilha

Stanley Loh

Walter Teixeira Lima Junior

 

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Teorias do Jornalismo Volume I – porque as notícias são como são E-book https://novo.insular.com.br/produto/teorias-do-jornalismo-volume-i-porque-as-noticias-sao-como-sao-e-book/ https://novo.insular.com.br/produto/teorias-do-jornalismo-volume-i-porque-as-noticias-sao-como-sao-e-book/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:31:17 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/teorias-do-jornalismo-volume-i-porque-as-noticias-sao-como-sao-e-book/ Autor: Nelson Traquina ISBN: 978-65-428-18-6 Ano: 2020 Ao responder à questão “o que é jornalismo?”, este livro tentará responder a certas questões chaves que são essenciais para uma compreensão do jornalismo. O que é noticia ? O que são notícias? Por que as notícias são como são? O que é ser jornalista numa democracia? O […]

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Autor: Nelson Traquina

ISBN: 978-65-428-18-6

Ano: 2020

Ao responder à questão “o que é jornalismo?”, este livro tentará responder a certas questões chaves que são essenciais para uma compreensão do jornalismo.
O que é noticia ?
O que são notícias?
Por que as notícias são como são?
O que é ser jornalista numa democracia?
O jornalismo é um “Quarto Poder”? um “contra-poder”? “um quarto do poder”?

Como também ocorre no Brasil, o estudo do jornalismo e da mídia em Portugal enfrenta dificuldades para se afirmar, competindo com as disciplinas tradicionais das ciências humanas, ainda mais pertencendo a um campo difuso e mal resolvido como o da comunicação social.
Em resposta a estas necessidades, o professor Nelson Traquina reuniu um grupo de pesquisadores de diversas instituições e preside desde 1997 o Centro de Investigação Media e Jornalismo, atualmente com sede na cidade de Cascais.

Nas provas que o tornaram Catedrático do Departamento de Ciências da Comunicação da Universidade Nova de Lisboa, em 1997, o professor Nelson Traquina testemunhava o boom de estudos científicos centrados no jornalismo como objeto, a partir dos anos 70, e que não cessavam de se reproduzir e crescer ao redor do mundo. Talvez por sua biografia, este scholar português nascido em Springfield, Massachussets; numa colônia de trabalhadores emigrantes; licenciado e mestre em Política Internacional nos Estados Unidos; formado também em jornalismo pelo Institut Français de Presse e doutorado em Sociologia pela René Descartes de Paris, com uma tese sobre as agências internacionais de informação, já se tornara então o acadêmico mais bem informado, no mundo de Língua Portuguesa, sobre a abrangência desta nova área científica em escala global.
Traquina estudou por dentro as agências internacionais. Como jornalista, havia sido correspondente da United Press International (também da UPI News Television e do Daily Telegraph) em Lisboa, no conturbado período pós-revolucionário, em meados dos anos 70, que colocou Portugal nos noticiários de todo o mundo. Após o doutorado, tornou-se professor do primeiro curso de comunicação social de Portugal – fundado em 1979 na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa – escola criada por um grupo de intelectuais retornados do exílio com o fim do salazarismo, trazendo uma renovada perspectiva humanista para o multi-centenário ensino superior português.
Eduardo Meditsch

 

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O menino que corria atrás das notícias https://novo.insular.com.br/produto/o-menino-que-corria-atras-das-noticias/ https://novo.insular.com.br/produto/o-menino-que-corria-atras-das-noticias/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:30:51 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/o-menino-que-corria-atras-das-noticias/ Autor: Mário Medaglia ISBN 978-65-88401-79-8 Páginas: 276 il. Peso: 370g Ano: 2021 A busca por um pacote caído do céu no balneário Rondinha Velha. Foi assim que começou, lá pelos anos 50, o interesse do menino Mário pelas notícias, naquele tempo impressas no vespertino Folha da Tarde, jornal tabloide da Cia. Caldas Júnior. A procura […]

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Autor: Mário Medaglia

ISBN 978-65-88401-79-8

Páginas: 276 il.

Peso: 370g

Ano: 2021

A busca por um pacote caído do céu no balneário Rondinha Velha. Foi assim que começou, lá pelos anos 50, o interesse do menino Mário pelas notícias, naquele tempo impressas no vespertino Folha da Tarde, jornal tabloide da Cia. Caldas Júnior. A procura no meio do junco, vegetação que sobrevivia àquela aridez e à areia fina da praia, era a diversão da garotada. Um pequeno avião percorria o imenso retão do litoral gaúcho, sobrevoava o terreno em frente ao hotel e descarregava sua preciosa carga de informação. Era o sinal para a correria e a disputa para ver quem chegava primeiro ao pacote do jornal que seria vendido no final do dia aos hóspedes e veranistas. Era a brincadeira da meninada, mas também, premonitoriamente, a primeira corrida do Mário Medaglia atrás das notícias nos seus 50 anos de jornalismo.

Mário Luiz Hyarup Medaglia nasceu em Porto Alegre, em 1944. Iniciou no jornalismo como repórter da Editoria de Esportes da Zero Hora. E em 1971, quando terminava a graduação em jornalismo na Famecos (Faculdade dos Meios de Comunicação Social da PUC-RS), participou da criação do Jornal de Santa Catarina, em Blumenau. A partir de 1972 escolheu Florianópolis como a sua cidade. Aqui foi repórter da sucursal da Cia. Jornalística Caldas Júnior; repórter e editor de Esportes no jornal O Estado; correspondente da revista Placar; comentarista esportivo da Rádio/TV Cultura e da CBN; editor do Diário Catarinense; e colunista do jornal Notícias do Dia. Também foi assessor da Fundação Catarinense de Esporte (Fesporte) e membro do Conselho Estadual do Esporte. Em Brasília trabalhou na assessoria do Banco Nacional de Crédito Cooperativo e foi chefe de redação na RBS TV. Medaglia participou de mais de 30 das 59 edições dos Jogos Abertos de SC, reforçando um de seus grandes diferenciais: a capacidade de tratar de diversas modalidades esportivas e não apenas do futebol.

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Micro-história italiana e jornalismo em ‘O olho da rua’, de Eliane Brum https://novo.insular.com.br/produto/micro-historia-italiana-e-jornalismo-em-o-olho-da-rua-de-eliane-brum/ https://novo.insular.com.br/produto/micro-historia-italiana-e-jornalismo-em-o-olho-da-rua-de-eliane-brum/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:30:47 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/micro-historia-italiana-e-jornalismo-em-o-olho-da-rua-de-eliane-brum/ Autor: Francisco Aquinei Timóteo Queirós ISBN: 978-65-88401-41-5 Páginas: 322 Peso: 405g Ano: 2021 É no quadro teórico-metodológico da micro-história italiana que reside a principal contribuição deste livro aos estudos de jornalismo e se esboça, igualmente, uma linha pontilhada a ser percorrida nos próximos movimentos de pesquisa e na docência. Trata-se, no meu entendimento, da existência […]

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Autor: Francisco Aquinei Timóteo Queirós

ISBN: 978-65-88401-41-5

Páginas: 322

Peso: 405g

Ano: 2021

É no quadro teórico-metodológico da micro-história italiana que reside a principal contribuição deste livro aos estudos de jornalismo e se esboça, igualmente, uma linha pontilhada a ser percorrida nos próximos movimentos de pesquisa e na docência. Trata-se, no meu entendimento, da existência de uma relação visceral, que conjuga uma posição ética e empatia sensível entre o pesquisador e o seu objeto de estudo, que não se restringe a esta investigação, tampouco ao espaço discursivo de O olho da rua.
Beatriz Marocco, no Prefácio

Aqui se encontra a riqueza da micro-história: as vozes singulares e experiências vivenciadas pelas pessoas comuns revelam mais do que vidas anônimas, pois elas permitem acessar realidades, problemas não presentes nas narrativas oficiais e hegemônicas. O livro de Francisco Aquinei nos brinda, portanto, com uma bela análise sobre a proveitosa aproximação entre o método da micro-história e do jornalismo da “literatura da vida real”.
Maíra Ines Vendrame
, no Posfácio

Francisco Aquinei Timóteo Queirós
Doutor em Ciências da Comunicação (Unisinos). Mestre em Letras: Linguagem e Identidade (Ufac). Professor Adjunto do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Acre (Ufac). Líder do grupo de pesquisa Narrativa, Literatura e Jornalismo (NALIJOR). Editor da Revista Tropos: Comunicação, Sociedade e Cultura.

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Notícias autodestrutivas: jornalismo no Snapchat e Stories do Instagram https://novo.insular.com.br/produto/noticias-autodestrutivas-jornalismo-no-snapchat-e-stories-do-instagram/ https://novo.insular.com.br/produto/noticias-autodestrutivas-jornalismo-no-snapchat-e-stories-do-instagram/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:30:20 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/noticias-autodestrutivas-jornalismo-no-snapchat-e-stories-do-instagram/ Série Informações volume 1 Autora: Ingrid Pereira de Assis ISBN: 978-65-88401-90-3 Páginas: 376 Ano: 2021 Este livro é fruto da pesquisa de doutorado “Notícias autodestrutivas: conteúdo jornalístico em Stories do Instagram e no Snapchat”. Aqui, a investigação aparece com algumas reformulações propostas pela banca, durante a defesa. Sendo assim, o objetivo principal do livro é propor […]

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Série Informações volume 1
Autora: Ingrid Pereira de Assis
ISBN: 978-65-88401-90-3
Páginas: 376
Ano: 2021
Este livro é fruto da pesquisa de doutorado “Notícias autodestrutivas: conteúdo jornalístico em Stories do Instagram e no Snapchat”. Aqui, a investigação aparece com algumas reformulações propostas pela banca, durante a defesa. Sendo assim, o objetivo principal do livro é propor a conceituação de notícia autodestrutiva, a partir da constituição verbo-visual das produções jornalísticas realizadas para o Snapchat e para as Stories do Instagram. Para isso, foram analisados os textos-postagens dos perfis dos portais brasileiros Uol, no Snapchat, e G1, nas Stories do Instagram; bem como do portal português Público.pt; e do perfil estadunidense da Cable News Network (CNN), ambos no Instagram. A pesquisa concluiu que o conceito proposto de notícia autodestrutiva é pertinente e convida os leitores a acompanharem o desenrolar teórico-metodológico que sustenta tal aferição.
Ingrid Pereira de Assis é jornalista, professora de Jornalismo, doutora em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com doutorado sanduíche pela Universidade de Aveiro (Portugal) e mestre em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Além disso, é membro do Grupo Interinstitucional de Pesquisa em Telejornalismo (GIPTele). A pesquisa que deu origem a este livro foi desenvolvida durante o doutorado, com apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), por meio de bolsa do Programa de Demanda Social (DS). Dentre seus interesses de pesquisa estão: telejornalismo, a relação entre jornalismo e design e jornalismo para plataformas de rede sociais.

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