Arquivo de Biografia - Insular https://novo.insular.com.br/categoria-produto/biografia/ Editora Insular Wed, 11 Feb 2026 17:13:32 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 Gandhi, Mandela e Luther King: as autonarrativas dos ativistas e o diálogo por direitos humanos https://novo.insular.com.br/produto/gandhi-mandela-e-luther-king-as-autonarrativas-dos-ativistas-e-o-dialogo-por-direitos-humanos/ https://novo.insular.com.br/produto/gandhi-mandela-e-luther-king-as-autonarrativas-dos-ativistas-e-o-dialogo-por-direitos-humanos/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:31:22 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/gandhi-mandela-e-luther-king-as-autonarrativas-dos-ativistas-e-o-dialogo-por-direitos-humanos/ Autora: Ingrid Gomes Bassi ISBN: 978-65-88401-56-9 Páginas: 198 Ano: 2021 O livro trata de três figuras luminares na defesa da paz como forma de resolver conflitos nos quais a violência era recorrente, que sempre serão uma inspiração para todos nós. O “nós” a que me refiro engloba toda a Humanidade. Uma obra escrita com delicadeza […]

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Autora: Ingrid Gomes Bassi

ISBN: 978-65-88401-56-9

Páginas: 198

Ano: 2021

O livro trata de três figuras luminares na defesa da paz como forma de resolver conflitos nos quais a violência era recorrente, que sempre serão uma inspiração para todos nós. O “nós” a que me refiro engloba toda a Humanidade. Uma obra escrita com delicadeza encantadora em tempos em que o País e o mundo vivem momentos de intolerância exacerbada, é mais do que bem-vinda, é necessária.
Milton Pimentel, pesquisador, docente e comunicador

Nunca foi tão oportuno se debruçar sobre a história de figuras públicas que viveram e lutaram pelos direitos humanos no momento em que testemunhamos movimentos de opressão e riscos à democracia em todo o mundo.  Nunca foi tão urgente falar sobre como esses nomes que sacudiram a humanidade narraram suas próprias jornadas. Quais vozes escutaram? Que valores defendiam como inegociáveis? Neste livro, Ingrid Gomes Bassi mergulha sobre as autobiografias de Mahatma Gandhi, Martin Luther King Jr. e Nelson Mandela para analisar como construíram suas ações. Como esses visionários pregaram, em suas obras autobiográficas, palavras como “amor” e “práticas não violentas”? A pesquisa acadêmica não é o resumo desses rastros ou uma investigação filosófica.  É um convite ao entendimento desses conceitos à luz da comunicação.
Maria Cleidejane Esperidião, jornalista, pesquisadora e docente.

Dotada de sensibilidade e rigor científico sem igual, Ingrid Gomes Bassi escreve este livro, resgatando a história da causa da não violência e da justiça de três enormes personalidades mundiais: o indiano Mahatma Gandhi (1869-1948), o estadunidense Martin Luther King Jr. (1929-1968) e o sul africano Nelson Mandela (1918-2013). Esse compêndio é resultado de exaustiva pesquisa ancorada na hermenêutica como método e ainda consegue abordar temas como: direito à ternura, “love”, diálogo e alteridade; tópicos que definem completamente Bassi. Também aqui se encontra a possibilidade do entendimento de que, ao se comunicar aos seus iguais os indícios da violência e fazê-los se “enxergarem” como portadores de direitos, essas vítimas de diversas discriminações são mobilizadas a se organizarem e a resistirem, o que sempre foi, é e será um risco. Assim, este trabalho nunca foi mais atual e urgente de ser lido.
Marta Cardoso de Andrade, pós-doutora em Ciências da Comunicação.

 

A Autora

Paulista de Limeira (SP), Ingrid Gomes Bassi é graduada em Jornalismo pela Universidade Metodista de Piracicaba, Unimep. Mestre pela Universidade Metodista de São Paulo, Umesp, com o tema “As três imagens de Lula, os posicionamentos das revistas Carta CapitalPrimeira Leitura e Veja nas eleições para presidente em 2002” (2007). Doutora pela Umesp com “Olhares sobre o outro: estudo das representações do Islã nos jornais Estado de S.Paulo e Folha de S.Paulo” (2012) e pós-doutora pela Umesp em Processos Comunicacionais. Sua atuação acadêmica surge da crítica da mídia e dos estudos culturais. Na universidade pública, reencontrou o trabalho com as comunidades em projetos de pesquisa e extensão. É autora do livro Olhares sobre o Islã. Estudo das representações do muçulmano nos jornais brasileiros. Desde 2018, faz parte do corpo docente da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, Unifesspa, em Rondon do Pará (PA).
Sandra Garcia, jornalista, pesquisadora e professora no Curso de Jornalismo da UFRRJ.

 

 

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Tão fortes quanto a vontade: história da imigração italiana no Brasil – Os vênetos em Santa Catarina https://novo.insular.com.br/produto/tao-fortes-quanto-a-vontade-2a-edicao-revista-e-ampliada/ https://novo.insular.com.br/produto/tao-fortes-quanto-a-vontade-2a-edicao-revista-e-ampliada/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:31:16 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/tao-fortes-quanto-a-vontade-2a-edicao-revista-e-ampliada/ Autora: Nelma Baldin ISBN: 978-65-88401-63-7 Páginas: 304 Peso: 530g Ano: 2021, 2ª edição revista e ampliada O livro trata da imigração italiana no Brasil, particularmente das populações vênetas da região sul de Santa Catarina. É um estudo que inicia com uma retrospectiva histórica da Itália do final do século XIX, destacando a região do Vêneto […]

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Autora: Nelma Baldin

ISBN: 978-65-88401-63-7

Páginas: 304

Peso: 530g

Ano: 2021, 2ª edição revista e ampliada

O livro trata da imigração italiana no Brasil, particularmente das populações vênetas da região sul de Santa Catarina. É um estudo que inicia com uma retrospectiva histórica da Itália do final do século XIX, destacando a região do Vêneto e as questões políticas e econômico-sociais que interferiram na sua forma de desenvolvimento e que culminaram no processo emigratório italiano. Muitas dessas famílias de vênetos decidiram-se, ainda em território italiano, pela América, pelo Brasil e por Santa Catarina. A decisão de atravessar o Oceano Atlântico, que mudava para sempre o destino dessas famílias, tinha como respaldo a política imigratória do Governo Imperial do Brasil.
Ao chegarem, esses imigrantes seguiram para os Núcleos Coloniais, então criados na região sul de Santa Catarina, e desde quando se instalaram, muito além da sobrevivência, começaram a construir a sua história como ocorreu com a fundação da Colônia Urussanga.
O livro trata das dificuldades desse início da Colônia imaginada, do dia a dia do trabalho e da produção, da vida na floresta, das condições determinantes do cotidiano, do crescimento, do desenvolvimento e suas decorrências e diferenças: os nacionalismos, as revoltas, a ideologia, a economia, a política, a religião e ainda, os seus desdobramentos. Também aborda a fundação das novas colônias italianas instaladas no sul catarinense.
Dentro desse contexto foram resgatados, pela autora, através de fragmentos históricos, retratos de histórias de vida de imigrantes e de suas famílias, rotinas e costumes. Contudo, os vênetos descendentes daqueles que implantaram os Núcleos Coloniais de Urussanga, Pedras Grandes, Nova Veneza, Grão-Pará, Orleans, Criciúma, não ficaram restritos aos limites dos seus territórios e avançaram em busca de novos espaços para viver, explorando as encostas de serras, florestas e rios. Esse é o caso daqueles jovens ítalo-brasileiros que deixaram as terras de seus pais nas colônias de origem e foram se instalar nos domínios da Serra do Rio do Rastro, na região do Novo Horizonte, atual município de Lauro Müller. Nesse novo espaço geográfico, no pé da serra, também foram recuperados outros recortes e outras histórias de vida em família. Vidas marcadas pela descendência italiana vêneta que traziam, pela influência do meio ambiente nas terras íngremes onde então se fixaram, pela história do movimento tropeiro, motor do progresso do Núcleo Colonial Agrícola implantado, pela política governista que intervinha em suas decisões, pelo movimento integralista que entre eles se instalou, pela mineração do carvão de pedra que aflorou na região e, ainda, pelas consequências políticas e econômicas dos efeitos das duas grandes guerras mundiais, sofridas na própria pele.
Enfim, o livro destaca o legado dessas fortes gentes.

Nelma Baldin graduou-se em História pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), onde também cursou o Mestrado em História. Fez Doutorado em História da Educação na PUC/SP e Pós-Doutorado nas Università Degli Studi di Roma “La Sapienza”Università Degli Studi di Bologna (ambas na Itália) e Universidade de Coimbra (Portugal).
Foi professora na UFSC, na Universidade Federal da Paraíba (Campina Grande) e na Univille (Campus Joinville).
Organizou três coletâneas em livros, escreveu capítulos em treze obras, publicou setenta e quatro artigos científicos em revistas de renome nacional e internacional e lançou seis livros, dentre estes, A Intendência da Marinha de Santa Catarina e a Questão da Cisplatina e A História dentro e fora da escola, ambos com muito sucesso e edições esgotadas. Agora publica a segunda edição, revista e ampliada, do seu aclamado livro Tão fortes quanto a vontade – História da Imigração Italiana no Brasil: os Vênetos em Santa Catarina.

Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Ensino de História e em História da Educação e, como pesquisadora, atua principalmente no tema da imigração italiana, na história da educação no Brasil e no campo da história ambiental e patrimonial.

 

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O menino que corria atrás das notícias https://novo.insular.com.br/produto/o-menino-que-corria-atras-das-noticias/ https://novo.insular.com.br/produto/o-menino-que-corria-atras-das-noticias/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:30:51 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/o-menino-que-corria-atras-das-noticias/ Autor: Mário Medaglia ISBN 978-65-88401-79-8 Páginas: 276 il. Peso: 370g Ano: 2021 A busca por um pacote caído do céu no balneário Rondinha Velha. Foi assim que começou, lá pelos anos 50, o interesse do menino Mário pelas notícias, naquele tempo impressas no vespertino Folha da Tarde, jornal tabloide da Cia. Caldas Júnior. A procura […]

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Autor: Mário Medaglia

ISBN 978-65-88401-79-8

Páginas: 276 il.

Peso: 370g

Ano: 2021

A busca por um pacote caído do céu no balneário Rondinha Velha. Foi assim que começou, lá pelos anos 50, o interesse do menino Mário pelas notícias, naquele tempo impressas no vespertino Folha da Tarde, jornal tabloide da Cia. Caldas Júnior. A procura no meio do junco, vegetação que sobrevivia àquela aridez e à areia fina da praia, era a diversão da garotada. Um pequeno avião percorria o imenso retão do litoral gaúcho, sobrevoava o terreno em frente ao hotel e descarregava sua preciosa carga de informação. Era o sinal para a correria e a disputa para ver quem chegava primeiro ao pacote do jornal que seria vendido no final do dia aos hóspedes e veranistas. Era a brincadeira da meninada, mas também, premonitoriamente, a primeira corrida do Mário Medaglia atrás das notícias nos seus 50 anos de jornalismo.

Mário Luiz Hyarup Medaglia nasceu em Porto Alegre, em 1944. Iniciou no jornalismo como repórter da Editoria de Esportes da Zero Hora. E em 1971, quando terminava a graduação em jornalismo na Famecos (Faculdade dos Meios de Comunicação Social da PUC-RS), participou da criação do Jornal de Santa Catarina, em Blumenau. A partir de 1972 escolheu Florianópolis como a sua cidade. Aqui foi repórter da sucursal da Cia. Jornalística Caldas Júnior; repórter e editor de Esportes no jornal O Estado; correspondente da revista Placar; comentarista esportivo da Rádio/TV Cultura e da CBN; editor do Diário Catarinense; e colunista do jornal Notícias do Dia. Também foi assessor da Fundação Catarinense de Esporte (Fesporte) e membro do Conselho Estadual do Esporte. Em Brasília trabalhou na assessoria do Banco Nacional de Crédito Cooperativo e foi chefe de redação na RBS TV. Medaglia participou de mais de 30 das 59 edições dos Jogos Abertos de SC, reforçando um de seus grandes diferenciais: a capacidade de tratar de diversas modalidades esportivas e não apenas do futebol.

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Daniel Lucena: algum caminho que me leve ao sul https://novo.insular.com.br/produto/daniel-lucena-algum-caminho-que-me-leve-ao-sul/ https://novo.insular.com.br/produto/daniel-lucena-algum-caminho-que-me-leve-ao-sul/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:26:58 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/daniel-lucena-algum-caminho-que-me-leve-ao-sul/ Autor: Felipe Rigon Borba ISBN: 978-85-524-0198-8 Páginas: 176 Peso: 280g Ano: 2021 Respire fundo! Você está prestes a viajar pelo mundo poético de Daniel Lucena. E quando falamos na poesia de Daniel, estamos falando em uma poesia cotidiana. Era a sedução de Daniel: falar da vida de um jeito direto e sincero, jeito de quem nasceu […]

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Autor: Felipe Rigon Borba

ISBN: 978-85-524-0198-8

Páginas: 176

Peso: 280g

Ano: 2021

Respire fundo!
Você está prestes a viajar pelo mundo poético de Daniel Lucena. E quando falamos na poesia de Daniel, estamos falando em uma poesia cotidiana. Era a sedução de Daniel: falar da vida de um jeito direto e sincero, jeito de quem nasceu para ser LIVRE.

Daniel Lucena, como eu, nasceu numa cidade do interior. A sensação de alguém com alma de artista, longe das grandes cidades, é de que o mundo inteiro é algo a ser conquistado, caminho que ele trilhou com prazer e competência. Tive a oportunidade de conhecer o Daniel quando ele já era um artista consagrado. Fiquei hipnotizado, em um evento que participamos juntos, com sua postura silenciosa e magnética, que criava ao seu redor respeito e enorme carinho entre seus amigos, companheiros de longa data. Lucena tinha carisma de sobra e era um compositor inspirado. O seu comentário “pela simplicidade das letras e a poesia das mesmas” ao definir o que seria um bom poeta, engana à primeira vista vindo de um criador sofisticado. “Nas manhãs do sul do mundo”, um ícone adorado por seus seguidores, é obra de um compositor de extrema sensibilidade. Mesmo tendo viajado pela Espanha, e sabe lá por onde mais, sua inspiração vinha sobretudo da sua amada Santa Catarina. Depois de muitas peripécias (inclusive era bom de bola) criou uma imagem contemporânea, junto com a excepcional banda Expresso Rural, da boa música que vem do sul do Brasil. Criou imagens poéticas únicas como “Vem salvar meu coração, perdoar o que não fiz/ Eu tenho a solidão que vem no vento sul/ Não pousa avião no teu olhar azul” e certamente está eternizado através de centenas de obras e espetáculos que realizou.
Obrigado, Daniel, pelo seu legado para todos nós. “Olhar você é diferente de se olhar.” Essa é a sua arte. Kleiton Ramil (Kleiton & Kledir)

Conterrâneo de Daniel Lucena, Felipe Rigon Borba nasceu em Lages, SC, em 1981. Assim como o seu amigo compositor, o autor também nascera num outono de maio que mais parecia um inverno. Psicólogo Clínico, Escritor, Poeta e Mestre em Literatura pela Universidade Federal de Santa Catarina, é autor do romance de merecido destaque Cíntia – a trigésima primeira (2013), uma história de inclusão social. E do escrito “A angústia, o amor e a escrita: um estudo sobre Guerra e paz a partir de seu autor, Liev Tolstói” (2019). A biografia de Daniel Lucena torna-se definitivamente peculiar por contemplar a marca registrada do autor, a escrita romântica. Característica essa, incomum em outros trabalhos biográficos. Rigon traz neste livro o papel destinado à arte da composição musical e a merecida homenagem a Daniel Lucena e a todos os compositores catarinenses.

 

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Agora e para sempre – memórias https://novo.insular.com.br/produto/agora-e-para-sempre-memorias/ https://novo.insular.com.br/produto/agora-e-para-sempre-memorias/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:18:38 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/agora-e-para-sempre-memorias/ Depoimento a Fernando Evangelista Autor: Francisco Xavier Medeiros Vieira ISBN 978-85-524-0163-6 Páginas 216 il. Peso: 430g Ano 2020   Antes de ser magistrado e presidente do Tribunal de Justiça, ele foi artesão, mimeografista, desenhista topográfico, bancário, jornalista, contador, líder estudantil e assessor parlamentar. Escapou de um acidente aéreo, sobreviveu a um atropelamento, foi ameaçado de […]

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Depoimento a Fernando Evangelista

Autor: Francisco Xavier Medeiros Vieira

ISBN 978-85-524-0163-6

Páginas 216 il.

Peso: 430g

Ano 2020

 

Antes de ser magistrado e presidente do Tribunal de Justiça, ele foi artesão, mimeografista, desenhista topográfico, bancário, jornalista, contador, líder estudantil e assessor parlamentar. Escapou de um acidente aéreo, sobreviveu a um atropelamento, foi ameaçado de morte mais de uma vez e testemunhou acontecimentos marcantes da nossa época. Tanto os fatos da vida pessoal quanto da profissional – alguns cômicos, outros dramáticos, vários deles inacreditáveis – são narrados com o talento e a sensibili-dade de quem sabe contar boas histórias.

O entrevistado
 
Francisco Xavier Medeiros Vieira nasceu em Florianópolis em 26 de novembro de 1931. É magistrado aposentado. Foi presidente do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, presidente do Tribunal Regional Eleitoral, professor da UFSC e membro da Escola de Pais do Brasil. É autor do livro Prática das Correições, editado pela Lunardelli.
O entrevistador
 
Fernando Evangelista, jornalista e cientista social, é mestre em Comunicação pela Universidade de Coimbra. Como repórter da revista Caros Amigos, cobriu diversos eventos internacionais, entre eles a Operação Escudo Defensivo na Palestina, a guerra no Iraque, a guerra no Líbano e o conflito entre curdos e turcos. Recebeu o Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos por uma reportagem sobre a questão agrária no interior de São Paulo. Atualmente, é professor e assessor de imprensa. É autor do livro O Piano de Casablanca, editado pela Insular.

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Caminho de casa https://novo.insular.com.br/produto/caminho-de-casa/ https://novo.insular.com.br/produto/caminho-de-casa/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:18:04 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/caminho-de-casa/ Autora: Simone de Menezes Karam ISBN 978-65-991281-8-9 Páginas 136 Ano 2020 Mesmo que os espaços balizem experiências, são as pessoas que seduzem o olhar da autora. O diálogo em discurso direto ou indireto domina sua escrita de si. São conversas prosaicas, densas, imaginadas, consultas médicas, todas pontuadas pela vivacidade curiosa, o afeto e a sensibilidade […]

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Autora: Simone de Menezes Karam

ISBN 978-65-991281-8-9

Páginas 136

Ano 2020

Mesmo que os espaços balizem experiências, são as pessoas que seduzem o olhar da autora. O diálogo em discurso direto ou indireto domina sua escrita de si. São conversas prosaicas, densas, imaginadas, consultas médicas, todas pontuadas pela vivacidade curiosa, o afeto e a sensibilidade social. E volto à enumeração para dar conta da multiplicidade de atores que habitam os quadros que se sucedem em sua memória. A família (uma riqueza) e pacientes, médicos inspiradores, companheiros de meninice, amigos, cobradores de ônibus, motoristas dos cabs americanos, o peão da estância, o primeiro namorado, o médico da família, a doceira dos bolos de aniversário, verdadeira galeria de tipos humanos.
Ao longo de uma cronologia maleável, Simone se revela através de identidades plurais (aí vai mais uma enumeração) – filha temporã, esposa, médica, mãe, menina do campo, mulher urbana – insuficientes para defini-la. Sua apropriação desses papéis tem em comum um movimento constante em busca do sentido das coisas e da alteridade. Movimento que torna notável uma vida “comum”, como ela define. Maristela Machado, Trecho do Prefácio

Simone de Menezes Karam nasceu em Bagé (RS) em 1970, filha de Antônio e Ruth Karam, e lá morou até os 18 anos quando foi para Pelotas. Formou-se médica pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), especializou-se em Pediatria e em Genética Médica (Hospital de Clínicas de Porto Alegre /Universidade Federal do Rio Grande do Sul), com estágio junto ao Montreal Children’s Hospital, em Montreal-Québec, Canadá. Tem especialização em Processos Educacionais em Saúde pelo Hospital Sírio-Libanês (SP), mestrado e doutorado em Saúde da Criança e do Adolescente pela UFRGS com doutorado-sanduíche na Universidade de Maryland-EUA. Atuou em clínica privada e, desde 2006, é professora da Faculdade de Medicina na Universidade Federal de Rio Grande (FURG), exercendo atividades de ensino, pesquisa e extensão. Mora em Pelotas, onde vive com o marido, Bernardo Horta, e os filhos Camila e Alexandre. O gosto pela fotografia e pela escrita a acompanham desde a adolescência, quando começou a escrever.

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Centenário de Ivo Silveira – Edição especial https://novo.insular.com.br/produto/centenario-de-ivo-silveira-edicao-especial/ https://novo.insular.com.br/produto/centenario-de-ivo-silveira-edicao-especial/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:17:27 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/centenario-de-ivo-silveira-edicao-especial/ Autor: Moacir Pereira ISBN: 978-85-524-0065-3 Páginas 226 ilustradas Peso 320g Ano 2018 *** Esta é uma publicação alusiva ao centenário do nascimento do palhocense Ivo Silveira. Um relato de sua vida e obra. A ação parlamentar e as relações de poder, o velho PSD, a UDN e o PTB, o advento do regime militar de […]

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Autor: Moacir Pereira

ISBN: 978-85-524-0065-3

Páginas 226 ilustradas

Peso 320g

Ano 2018

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Esta é uma publicação alusiva ao centenário do nascimento do palhocense Ivo Silveira. Um relato de sua vida e obra. A ação parlamentar e as relações de poder, o velho PSD, a UDN e o PTB, o advento do regime militar de 1964 e a nova ordem, as cassações e a repressão política, o bipartidarismo, com a Arena e o MDB, e a governabilidade ameaçada, o jogo de bastidores e as negociações são temas desta obra. Entrevistas, documentos, fotos e fatos, que configuram uma memorável página na história catarinense e nacional.

 

 

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Os botões da batina https://novo.insular.com.br/produto/os-botoes-da-batina/ https://novo.insular.com.br/produto/os-botoes-da-batina/#respond Tue, 03 Feb 2026 22:16:00 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/os-botoes-da-batina/ Autor: Waldir José Rampinelli ISBN: 978-65-88401-43-9 Páginas: 152 il. Peso: 250g Ano: 2021 Em um misto de O seminarista e O Ateneu, Rampinelli traz para o século XXI as suas anotações memoriais e a sua mitologia particular com as lembranças mais significativas dos anos do seminário Nossa Senhora de Guadalupe no sul de Santa Catarina. Como fio condutor, […]

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Autor: Waldir José Rampinelli

ISBN: 978-65-88401-43-9

Páginas: 152 il.

Peso: 250g

Ano: 2021

Em um misto de O seminarista e O Ateneu, Rampinelli traz para o século XXI as suas anotações memoriais e a sua mitologia particular com as lembranças mais significativas dos anos do seminário Nossa Senhora de Guadalupe no sul de Santa Catarina. Como fio condutor, ele recupera em todos os momentos o menino ou o adolescente e, mesmo preso pelas convenções da segunda metade do século XX e primeiras décadas do século XXI, em espaços mais públicos e politizados, faz um documento sobre a pedagogia da opressão desses internatos. Tudo isto é perpassado pela capacidade do imaginário no processo de recordação de cenas e fatos de uma infância nem risonha, nem franca e – ainda bem – que os anos não trazem mais.
Tânia Ramos, no Prólogo

Como não aplaudir quando um historiador e autor consagrado, como o é Waldir José Rampinelli, pende para o lado da literatura, impregnada de memorialística. Não, ele não abandonou a realidade e passou apenas a inventar, simplesmente evoluiu, avançou rumo ao romance histórico, no qual a narrativa ficcional vai se relacionando com os fatos e, neste livro, com sua história de vida. Como historiador, rigorosamente continua a se amparar em fontes escritas – cartas, documentos, jornais, livros… – e não escritas – objetos arqueológicos e modernos, imagens, filmes, obras de arte… -, persegue a verdade, para explicar por que e como tudo vai acontecendo. E o escritor, sobre o qual aqui me detenho, narra o cotidiano, o detalhe, e seus personagens emergem de sua vivência,  se emocionam, sonham, sofrem e têm prazeres; forma e conteúdo se entrelaçam na natureza humana. Muitas das coisas que precisava dizer, aqui foram ditas. No seminário, o padre está nu.
Nelson Rolim de Moura, editor

Waldir José Rampinelli. Mestre em Estudos Latino-Americanos pela Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM) e doutor em Ciências Sociais e Políticas pela Pontífica Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP). É Professor Titular do Departamento de História da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Autor dos livros: O menino que vê o mundo – confidências sobre os imigrantes italianos (Editora Insular, 2ª edição, 2020, Prêmio categoria “Crônica 2019”, concedido pela Academia Catarinense de Letras); Evangelho e Manifesto – ne religião e na política (Editora Insular, 4ª edição, 2018); O que a mídia esconde – crônicas na Rádio Onda Jovem (Editora Insular, 2ª edição, 2016); As duas faces da moeda – as contribuições de Jk e Gilberto Freyre ao colonialismo português (Editora da UFSC, 2004).
Organizador e coautor de outros doze livros sobre temas como: o papel dos sindicatos na sociedade, as políticas neoliberais e o aprofundamento do capitalismo dependente no Brasil, a função das universidades públicas na superação do subdesenvolvimento do país e do academicismo nas pesquisas, a história e os mecanismos de dominação, as revoluções e suas trajetórias de emancipação.

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Jorge Abelardo Ramos: militante político e intelectual da Nação Latino-Americana https://novo.insular.com.br/produto/jorge-abelardo-ramos-militante-politico-e-intelectual-da-nacao-latino-americana/ https://novo.insular.com.br/produto/jorge-abelardo-ramos-militante-politico-e-intelectual-da-nacao-latino-americana/#respond Mon, 02 Feb 2026 02:01:34 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/jorge-abelardo-ramos-militante-politico-e-intelectual-da-nacao-latino-americana/ Coleção Pensadores da Pátria Grande – Volume 10 Autor: Sergio Ricardo Ferreira Mota ISBN: 978-85-524-0000-4 Páginas: 86 Peso: 165g Ano: 2017 *** Jorge Abelardo Ramos (1921-1994) foi um pensador latino-americano que teve por lema a Pátria Grande. Fundou partidos comprometidos com essa luta (por isso, um autêntico militante político), escreveu livros e desenvolveu teorias de […]

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Coleção Pensadores da Pátria Grande – Volume 10

Autor: Sergio Ricardo Ferreira Mota

ISBN: 978-85-524-0000-4

Páginas: 86
Peso: 165g
Ano: 2017

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Jorge Abelardo Ramos (1921-1994) foi um pensador latino-americano que teve por lema a Pátria Grande. Fundou partidos comprometidos com essa luta (por isso, um autêntico militante político), escreveu livros e desenvolveu teorias de grande importância para a formação de revolucionários latino-americanos (por isso, um autêntico militante intelectual). Em face dessa militância política e intelectual para o desenvolvimento de uma corrente de pensamento autóctone pela revolução continental merece um lugar de destaque em nossa história, pois inspirou e continua inspirando os movimentos nacionais e populares e a luta pelo socialismo nos países latino-americanos. O redescobrimento da consciência histórica comum e a construção de uma autêntica identidade numa perspectiva libertadora, torna o legado de Jorge Abelardo Ramos um dos pilares necessários à criação da Nação Latino-Americana.

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A presidente argentina Cristina Kirchner presenteou a presidente brasileira Dilma Rousseff com um exemplar da edição da História da Nação Latino-Americana, poderosa obra de autoria de Jorge Abelardo Ramos, publicada em português pela Editora Insular, na reunião da Comunidade de Estados Latino-Americanos (CELAC), realizada em Caracas, em 2011. Nesta ocasião, o então presidente da Venezuela, Hugo Chávez, em mais um contundente discurso na abertura do evento, dedicou longo tempo a ressaltar a importância da obra de Ramos.
Em outro momento, um ano depois, também na capital venezuelana durante reunião com os presidentes latino-americanos, o presidente Hugo Chávez leu vários parágrafos da edição publicada em espanhol, recomendou a sua leitura e fez imprimir 5.000 exemplares para serem distribuídos em uma feira de livros.
Vários livros de Jorge Abelardo Ramos foram editados pelo Senado na Argentina e estão disponibilizados na internet para leitura.

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Sergio Ricardo Ferreira Mota
Doutorando em Direito na Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC. Mestre em Direito, Estado e Sociedade e Especialista em Direito Tributário pela UFSC. Bacharel em Direito pela Universidade Estadual de Londrina – UEL. Pesquisador Independente (Independent Researcher) e professor de Direito.


A Coleção Pensadores da Pátria Grande é
absolutamente original em língua portuguesa.
Sua proposta é apresentar personalidades que lutaram
ou lutam pela unidade continental latino-americana.
“A história latino-americana foi morta, como esquecidos foram os homens que a fizeram.”

“É preciso assumir plenamente nosso glorioso passado de luta. É necessário redescobrir nossos heróis próprios e elaborar uma perspectiva revolucionária para os […] latino-americanos.”

“[…] o inimigo fundamental dos povos latino-americanos é o imperialismo, que mantém seu controle econômico direto e seu domínio político indireto, baseado na separação das partes constituintes da Nação Latino-Americana.”

“A América Latina não se encontra dividida porque é ‘subdesenvolvida’, mas sim, é ‘subdesenvolvida’ porque está dividida.”

“Em nossos dias se festeja […] a perda da consciência nacional latino-americana. Recobrá-la por um ato de retomada de nosso passado histórico, será o primeiro passo de nossa revolução.”
Jorge Abelardo Ramos

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Autor: Ralph Viana

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ISBN: 978-85-524-0023-3
192 páginas

Peso: 250g

Ano: 2017

Este é um belo livro, baseado em fatos reais, que narra um encontro amoroso e poético entre dois revolucionários. Tem algumas curiosidades e particularidades que devem ser ressaltadas:
1. Ele foi escrito em 1996, narrando acontecimentos de 1982, mas só publicado em 2017.
2. Aborda o momento político da primeira eleição que o Partido dos Trabalhadores – PT – disputou. Um tempo em que as esperanças se reabriam timidamente, após o período mais duro da ditadura militar.
3. Coloca em discussão temáticas de uma atualidade surpreendente – poder, esquerdas, opções revolucionárias, concepções de transformações sociais etc.
Após os acontecimentos que esfacelaram o PT, é interessante rever o que se prenunciava há 35 anos atrás. E refletir!
4. Através da via autobiográfica, Ralph retrata também as opções de uma parcela da juventude da época, que tinha arriscado a vida pela revolução, e que, após sua derrota na luta armada, buscava novas formas de se colocar na realidade ainda bem difícil do Brasil sob ditadura.
Enfim, pelos caminhos poéticos de uma correspondência feita em delicados papéis carta, o autor nos convida a entrar em dimensões que ainda são fundamentais para muitos: amor, solidariedade, participação na transformação das injustiças do mundo. Vale a pena a leitura!

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