Arquivo de Antropologia - Insular https://novo.insular.com.br/categoria-produto/antropologia/ Editora Insular Wed, 11 Feb 2026 17:04:05 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 Antropologia da Dança II – Pesquisas do CIRANDA – Círculo Antropológico de Dança https://novo.insular.com.br/produto/antropologia-da-danca-ii-pesquisas-do-ciranda-circulo-antropologico-de-danca/ https://novo.insular.com.br/produto/antropologia-da-danca-ii-pesquisas-do-ciranda-circulo-antropologico-de-danca/#respond Mon, 02 Feb 2026 01:58:18 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/antropologia-da-danca-ii-pesquisas-do-ciranda-circulo-antropologico-de-danca/ Organizadora: Giselle Guilhon Antunes Camargo ISBN: 978-85-7474-864-1 Páginas: 304 il. Peso: 680g Ano: 2015 Insular Livros *** O livro Antropologia da Dança II oferece contribuições de uma geração de estudiosos da arte e em particular da dança – integrantes e colaboradores do Projeto CIRANDA (Círculo Antropológico de Dança) –, oportunizando discussões sobre história, método, escopo […]

O post Antropologia da Dança II – Pesquisas do CIRANDA – Círculo Antropológico de Dança apareceu primeiro em Insular.

]]>
Organizadora: Giselle Guilhon Antunes Camargo

ISBN: 978-85-7474-864-1
Páginas: 304 il.
Peso: 680g
Ano: 2015
Insular Livros

***

O livro Antropologia da Dança II oferece contribuições de uma geração de estudiosos da arte e em particular da dança – integrantes e colaboradores do Projeto CIRANDA (Círculo Antropológico de Dança) –, oportunizando discussões sobre história, método, escopo e interdisciplinaridade do estudo da dança em contextos diferenciados. Alguns dos artigos que compõem este livro destacam fazeres e sentidos particulares para movimentações corporais e/ou coreografias em contextos específicos, ressaltando a necessidade de conhecer, valorizar, aprender e aprofundar o campo do estudo da dança a partir de novas perspectivas filosóficas. Líliam Barros

***

A Etnografia numa perspectiva antropológica não pressupõe, normalmente, resultados finais, no sentido de predeterminar o foco das investigações. “Permite que o trabalho de campo te ensine” é um refrão bem conhecido, uma abordagem estratégica que embora vise facilitar a descoberta de novos insights, privilegiando as perspectivas êmicas – o ponto de vista dos participantes – não exclui certa familiaridade com a informação preexistente e com alguma consideração sobre o que possa ser fundamental antes de se entrar no campo. Mas o pesquisador deve permanecer flexível, permitindo que as experiências de campo moldem as principais linhas de investigação.
Theresa Jill Buckland

“Nas Danças Circulares dos Povos, os indivíduos podem estabelecer profundas relações interpessoais. Esse fato favorece, por vezes, um contato íntimo do indivíduo com seu próprio ser e com o meio social em que vive.” Monike Christina Taborda

“Ao dançarmos Malachim, evidenciamos uma imagem semelhante à imagem da cruz, riscada no espaço quando invocamos a presença dos quatro Anjos: Miguel (à direita), Uriel (à frente), Gabriel (à esquerda) e Rafael (atrás). Essa simbologia da cruz, e também a dos Anjos, está em profunda ressonância com os ensinamentos da Cabala.” Ana Cláudia Pinto da Costa

“A música é tão importante para a dança do casal de Mestre Sala e Porta-Bandeira que Nando Elegância (Mestre-Sala) me disse, em conversa informal, que não só o ritmo, mas também a letra do samba é essencial para o seu processo de composição coreográfica.” Arianne Roberta Pimentel Gonçalves

“Nas festas de Zouk, a dança assume o seu caráter de arte cênica fazendo com que os dançarinos se coloquem tal qual o ator experiente que é aquele, como diz Eugenio Barba, que aprende a não associar a energia ao excesso de atividade muscular e nervosa, mas a algo que pulsa intimamente no seu ser e é irradiado do centro para as extremidades do seu corpo.” Airleise Sarges Rodrigues

“Na Dança dos Vaqueiros, os barulhos rítmicos dos tamancos, executados pelos dançarinos evocam, metaforicamente, uma verdadeira cavalgada nos campos do Marajó. Sobre seus cavalos, eles demonstram executar uma de suas maiores habilidades, laçar o boi.” Maria Ana Azevedo de Oliveira

***

Giselle Guilhon Antunes Camargo é professora e pesquisadora na Universidade Federal do Pará (UFPA), atuando nos Cursos de Graduação em Dança, em Teatro e em Música, na Especialização em Estudos Contemporâneos do Corpo e no Programa de Pós-Graduação em Artes (PPGArtes). Ministrou, entre 2008 e 2013, as disciplinas Dança, Cultura e Sociedade I e II, Antropologia da Dança, Antropologia do Teatro, Corpo em Cena, Corpo e Performance, Etnocenologia e Pesquisa e Procedimentos Metodológicos em Artes. Orienta pesquisas de graduação e pós-graduação, voltadas para o estudo das formas expressivas – gêneros e estilos de dança, performance, ritual, etc. -, com ênfase nas correntes teóricas provenientes da Antropologia da Dança, da Antropologia Teatral, dos Estudos da Performance, da Etnocenologia e da Etnologia Ritual. Coordena o Grupo e Projeto de Pesquisa CIRANDA (Círculo Antropológico da Dança). É autora dos livros Sama: etnografia de uma dança sufi (2002) e Mukabele: ritual dervixe (2010) e Antropologia da Dança I (2013).

 

 

 

O post Antropologia da Dança II – Pesquisas do CIRANDA – Círculo Antropológico de Dança apareceu primeiro em Insular.

]]>
https://novo.insular.com.br/produto/antropologia-da-danca-ii-pesquisas-do-ciranda-circulo-antropologico-de-danca/feed/ 0
Antropologia da Dança III: Pesquisas do Ciranda – Círculo Antropológico da Dança https://novo.insular.com.br/produto/antropologia-da-danca-iii-pesquisas-do-ciranda-circulo-antropologico-da-danca/ https://novo.insular.com.br/produto/antropologia-da-danca-iii-pesquisas-do-ciranda-circulo-antropologico-da-danca/#respond Mon, 02 Feb 2026 01:58:01 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/antropologia-da-danca-iii-pesquisas-do-ciranda-circulo-antropologico-da-danca/ Organizadora: Giselle Guilhon Antunes Camargo ISBN: 978-85-7474-879-5 Páginas: 232 il. Peso: 505g Ano: 2015 Insular Livros Projeto gráfico e capa: Carlos Serrao A coleção Antropologia da Dança, organizada pela professora e pesquisadora Giselle Guilhon, chega ao seu terceiro volume sagrando seus leitores com uma densa trama de textos que revelam a contemporaneidade dos desafios, abordagens […]

O post Antropologia da Dança III: Pesquisas do Ciranda – Círculo Antropológico da Dança apareceu primeiro em Insular.

]]>
Organizadora: Giselle Guilhon Antunes Camargo

ISBN: 978-85-7474-879-5
Páginas: 232 il.
Peso: 505g
Ano: 2015
Insular Livros
Projeto gráfico e capa: Carlos Serrao

A coleção Antropologia da Dança, organizada pela professora e pesquisadora Giselle Guilhon, chega ao seu terceiro volume sagrando seus leitores com uma densa trama de textos que revelam a contemporaneidade dos desafios, abordagens e vertentes de investigações antropológicas cujas ênfases estão nos estudos etnográficos, enquanto construção epistemológica do comportamento humano.

Esse trançado de construção do conhecimento em Antropologia da Dança, em franca consolidação e expansão no Brasil, engendrou-se a partir de uma minuciosa revisão da contribuição de autores como Franz Boas, Gertrude Kurath, Joann Kealiinohomoku, Adrienne Kaeppler, Anya Royce, Judith Hanna entre outros.

Partindo do referencial teórico-metodológico desses autores —em diálogo com os Estudos da Performance, a Etnologia Ritual, a Antropologia Teatral e a Etnocenologia —, Giselle Guilhon vem traçando um impor-tante percurso nos estudos antropológicos da dança. Como coordenadora do Grupo de Pesquisa CIRANDA (Círculo Antropológico da Dança), remarca com aguçado e sensível olhar a amplitude e o caráter transversal do tema, considerando diversas abordagens, experimentalismos, inovações e trânsitos, conforme o leitor terá oportuni-dade de constatar nos artigos deste volume.

O livro se estrutura em três baterias de textos, não havendo fortes demarcações frontei-riças entre elas: na primeira, encontramos um conjunto de cinco artigos classificáveis como estudos em performance; na segunda, há um grupo de três textos filiados à corrente etnocenológica; e, na terceira, deparamo-nos com um agrupamento de quatro artigos indexáveis como estudos sobre ritual.

Miguel Santa Brígida

 

“O Tambor de Mina Nagô constituiu-se, no Pará, a partir dos ritos do Can-domblé, da crença nos voduns e da mestiçagem com a pajelança cabocla. Um mesmo médium pode receber diferentes entidades —voduns, orixás, caboclos, encantados, reis, rainhas, nobres e erês.” Keila Andréa Cardoso dos Santos

“No processo de criação da Flor de Efun, no espetáculo O Auto do Círio, pedi permissão a Exu —o dono da rua —, Orixá mensageiro do Candomblé-Ketu, para experimentar, artisticamente, o corpo modificado (em êxtase) da Yaô, em sua dança de saída do Roncó. Experimentei esse estado ao sair com os pés descalços pelas ruas da Cidade Velha, como fazem os filhos e filhas de santo com a chegada dos Orixás.” Ana Cláudia Moraes de Carvalho

“Não existe Arukwahaw [casamento] sem Sapurahai [dança]. ‘Aqui a gente dança sempre, mesmo quando não há casamento, e pra dançar tem que estar pintado, enfeitado, alegre. E a gente aprende assim, desde pequeno, por isso, quando as crianças entram na roda, ninguém tira, porque elas precisam aprender também, e só aprende quem dança’, diz o noivo, Irikwá.” Bárbara Dias dos Santos

“No início, Ana Lúcia, a dona do frete, só tomava conta do velório e do cortejo fúnebre, o “frete”, hoje dá banho, aplica formol e arruma o morto. Seu contrato só termina quando voltam para casa e ela diz à família do morto: ’estão entre-gues!’.” Valéria Fernanda Sousa Sales

“Na Capoeira Angola, inverte-se o corpo ocidental, colocando-o de pernas para cima, quadris para cima, cabeça —símbolo da razão no mundo moderno —no chão, mãos sendo utilizadas para locomoção, como se fossem pés e pernas; e pés como principais instrumentos para o diálogo corporal.” Carmem Pricila Virgolino Teixeira

Giselle Guilhon Antunes Camargo é professora e pesquisadora na Universidade Federal do Pará (UFPA), atuando nos Cursos de Graduação em Dança, em Teatro e em Música, na Especialização em Estudos Contemporâneos do Corpo e no Programa de Pós-Graduação em Artes (PPGArtes). Ministrou, entre 2008 e 2013, as disciplinas Dança, Cultura e Sociedade I e II, Antropologia da Dança, Antropologia do Teatro, Corpo em Cena, Corpo e Performance, Etnocenologia e Pesquisa e Procedimentos Metodológi-cos em Artes. Orienta pesquisas de graduação e pós-graduação, voltadas para o estudo das formas expressivas – gêneros e estilos de dança, performance, ritual, etc. -, com ênfase nas correntes teóricas provenientes da Antropologia da Dança, da Antropologia Teatral, dos Estudos da Performance, da Etnocenologia e da Etnologia Ritual. Coordena o Grupo e Projeto de Pesquisa CIRANDA (Círculo Antropológico da Dança). É autora dos livros Sama: etnografia de uma dança sufi (2002) e Mukabele: ritual dervixe (2010) , Antropologia da Dança I (2013) e Antropologia da Dança II(2015).

 

 

O post Antropologia da Dança III: Pesquisas do Ciranda – Círculo Antropológico da Dança apareceu primeiro em Insular.

]]>
https://novo.insular.com.br/produto/antropologia-da-danca-iii-pesquisas-do-ciranda-circulo-antropologico-da-danca/feed/ 0
Antropologia da loucura: Atentados a crianças, mulheres e trabalhadores https://novo.insular.com.br/produto/antropologia-da-loucura-atentados-a-criancas-mulheres-e-trabalhadores/ https://novo.insular.com.br/produto/antropologia-da-loucura-atentados-a-criancas-mulheres-e-trabalhadores/#respond Mon, 02 Feb 2026 01:57:41 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/antropologia-da-loucura-atentados-a-criancas-mulheres-e-trabalhadores/ Autor: Pedro Bertolino ISBN: 978-85-7474-869-6 Páginas: 152 Peso: 230g Ano: 2015 Insular Livros Capa: Valmor Fritsche *** Esta Antropologia da Loucura trata da descoberta da etiologia da histeria ou das neuroses, da loucura em geral, a partir de ocorrências sócio-antropológicas na infância e no interior das famílias, pelos especialistas em Medicina Legal da Escola de […]

O post Antropologia da loucura: Atentados a crianças, mulheres e trabalhadores apareceu primeiro em Insular.

]]>
Autor: Pedro Bertolino

ISBN: 978-85-7474-869-6
Páginas: 152
Peso: 230g
Ano: 2015
Insular Livros
Capa: Valmor Fritsche

***

Esta Antropologia da Loucura trata da descoberta da etiologia da histeria ou das neuroses, da loucura em geral, a partir de ocorrências sócio-antropológicas na infância e no interior das famílias, pelos especialistas em Medicina Legal da Escola de François Fodéré, ao longo do século XIX na França. Dr. Ambroise Tardieu destacou-se entre eles, e além de anunciar a descoberta científica das causas da histeria ou loucura em geral, ainda demonstrou que as consequências psicológicas para as vítimas dos atentados permitiam a compreensão científica dos casos que tinham desfecho no assassinato ou no suicídio.
Este livro resultou de uma rigorosa e sistemática pesquisa sobre as reações às conquistas republicanas e democráticas da Revolução Francesa de 1789 no campo da Medicina Legal. Segundo Pedro Bertolino, “foi um dos maiores, talvez o maior e mais desumano, dos escândalos da nossa civilização”. Milhares de perícias – análise técnicas e constatações científicas experimentais -, sem qualquer explicação, foram ocultadas e abateu-se uma impiedosa censura sobre seus autores. Sob o rótulo de “doenças mentais”, tudo foi encoberto. Era a Psiquiatria Racista e Eugenista de Cesare Lombroso, vinda da Itália, a serviço da reação imperial, soterrando um século de Ciência. Assim chegou-se ao Nacional Socialismo, ao Nazismo de Hitler e Heidegger, ao Holocausto. Pedro Bertolino é incisivo: “Eis uma verdade abominável que nossos determinismos mentais nas pedagogias das deficiências insuperáveis, nossas psicologias das análises intermináveis, e nossas psiquiatrias da ‘Doença Mental’ incurável continuam ignorando ironicamente, por conveniência ou alienação, dá no mesmo!”.

***

É uma notável contribuição aos estudos sobre a reação imperial aos avanços da revolução francesa sob o lema “Liberdade, Igualdade, Fraternidade”. A medicina psiquiátrica francesa, sob a manipuladora liderança de Jean-Martin Charcot, Charles Brouardel e Emanuel Fourniet, promoveu um ataque às constatações científicas experimentais promovidas pela Medicina Legal para os tribunais e a Justiça francesa. Pesquisas e relatórios de laudos periciais atestavam que os padecimentos psicológicos – “histerias” à época e “loucuras” atualmente -, como hoje, eram desdobramentos criminosos de ocorrências no interior das famílias e da sociedade, contra crianças, mulheres e trabalhadores. Na Europa sobreveio o Nazismo. Em nosso país, a Liga de Saúde Mental, principalmente nas décadas de 1930 e 40. Tanto lá quanto cá, o ensaio sobre a desigualdade das raças (Essai sur l’inégalité des races humaines), publicado parcialmente em 1853 e completo dois anos depois pelo “conde” Arthur de Gobineau, foi a principal influência.
Uma leitura esclarecedora e oportuna!

***

Pedro Bertolino nasceu em Santo Amaro da Imperatriz, então município de Palhoça, em Santa Catarina, em 1940.
Foi um dos fundadores (1968) do GUGA (Grupo Universitário de Cinema Amador). Escreveu o argumento do filme “Novelo”, premiado pelo Festival Nacional do Jornal do Brasil. Mais tarde (1972) produziu um argumento/roteiro sobre oleiros para a filmagem de “Via Crucis” por Nelson Pereira dos Santos, não aproveitado por limitação da duração da película com propósito de participação em festival de cinema, depois transformado pelo cineasta no documentário “Olaria”.
Em 1972 tornou-se professor universitário. Filósofo e poeta, estudioso de Jean-Paul Sartre, desenvolveu a Metodologia Científica Experimental e Interdicisplinar para a aplicação da Psicologia Existencialista do intelectual francês. Participou do Movimento da Poesia Concreta (São Paulo) e do Movimento Nacional de Poema Processo (Rio de Janeiro).
Publicou os livros Metamorfoses(poesia, 1966), Trajeto (poesia, 1976), Viagens com Maura(Esboço biográfico, 1993), Cancioneiro da Ilha( poesia, 2013), além de poemas e críticas literárias no Mensário da Ilha, Revista Vozes e Coleção de Literatura Brasileira, esta última do Instituto Nacional do livro. Pesquisou, organizou, prefaciou e anotou o livro Poemas do meu caminho(1993), de autoria da advogada e jornalista Sylvia Amélia Carneiro da Cunha (1914-2012).
É membro da Academia Catarinense de Letras.

 

O post Antropologia da loucura: Atentados a crianças, mulheres e trabalhadores apareceu primeiro em Insular.

]]>
https://novo.insular.com.br/produto/antropologia-da-loucura-atentados-a-criancas-mulheres-e-trabalhadores/feed/ 0
Transferência Compulsória de Indígenas e a Dignidade da Pessoa Humana https://novo.insular.com.br/produto/transferencia-compulsoria-de-indigenas-e-a-dignidade-da-pessoa-humana/ https://novo.insular.com.br/produto/transferencia-compulsoria-de-indigenas-e-a-dignidade-da-pessoa-humana/#respond Mon, 02 Feb 2026 01:57:32 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/transferencia-compulsoria-de-indigenas-e-a-dignidade-da-pessoa-humana/ Autor: Ronaldo José Françosi ISBN: 978-85-7474-875-7 Páginas: 128 Peso: 235g Ano: 2015 *** “Embora os estudos antropológicos e sociológicos sejam vastos quando o assunto é a cultura indígena brasileira, observa-se que existe uma lacuna no que tange aos costumes ‘legais’ que regem internamente esses povos. A obra Transferência Compulsória de Indígenas e a Dignidade da […]

O post Transferência Compulsória de Indígenas e a Dignidade da Pessoa Humana apareceu primeiro em Insular.

]]>
Autor: Ronaldo José Françosi

ISBN: 978-85-7474-875-7

Páginas: 128
Peso: 235g
Ano: 2015

***

“Embora os estudos antropológicos e sociológicos sejam vastos quando o assunto é a cultura indígena brasileira, observa-se que existe uma lacuna no que tange aos costumes ‘legais’ que regem internamente esses povos. A obra Transferência Compulsória de Indígenas e a Dignidade da Pessoa Humana veio para dar respostas a questões que outras áreas do conhecimento relegaram ao segundo plano.
Aprofundar esse tema não só nos permitirá conhecer os princípios naturais que regem o código de valores e leis dessas comunidades, mas também verificarmos a problemática que envolve o cumprimento de tais preceitos.
Françosi nos dá a oportunidade de conhecer a fundo a cultura indígena por meio de perspectiva histórica associada à atual Constituição Brasileira e aos princípios que a fundamentam. Por isso, essa obra tem inegável contribuição para a Ciência Jurídica, Antropologia e Sociologia.”

Daniel Gatelli
Mestre em Letras e Cultura Regional
da Universidade de Caxias do Sul

***

Ronaldo José Françosi é membro Efetivo do Instituto dos Advogados de Santa Catarina (IASC) desde 2013. Mestre em Direito pela Universidade do Oeste de Santa Catarina − Unidade de Chapecó. Possui Especialização em Formação para o Magistério Superior em Direito Penal e Processual Penal pela Universidade Comunitária de Chapecó (2007). Bacharel em Direito (1997) e em Ciências Contábeis (2004) pela Universidade do Oeste de Santa Catarina. Professor do curso de Direito em várias disciplinas, orientador do Núcleo de Práticas Jurídicas, membro da banca examinadora de monografia de conclusão de curso de Direito e orientador de TCCs na Celer Faculdades. Conselheiro Titular da 22ª Subseção da OAB de Xanxerê do Estado de Santa Catarina na gestão 2013/2014. Professor de pós-graduação em Segurança Pública das turmas de Xanxerê, Chapecó e Pinhalzinho, em Santa Catarina. Proeficiente na língua inglesa pela Universidade do Oeste de Santa Catarina (2013).

O post Transferência Compulsória de Indígenas e a Dignidade da Pessoa Humana apareceu primeiro em Insular.

]]>
https://novo.insular.com.br/produto/transferencia-compulsoria-de-indigenas-e-a-dignidade-da-pessoa-humana/feed/ 0
Antropologia da Dança https://novo.insular.com.br/produto/antropologia-da-danca-i-indisponivel/ https://novo.insular.com.br/produto/antropologia-da-danca-i-indisponivel/#respond Mon, 02 Feb 2026 01:54:54 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/antropologia-da-danca-i-indisponivel/ Organizadora: Giselle Guilhon Antunes Camargo Tradutores: Giselle Guilhon Antunes Camargo, Leonardo Pires Rosse e Maria Acselrad ISBN: 978-85-7474-698-2 Páginas: 192 il. Peso: 440g Ano: 2013 Até as últimas décadas do século vinte, os estudos antropológicos em dança estiveram, em sua maioria, restritos às danças referidas como “outras” em relação às danças teatrais europeias e norte-americanas. […]

O post Antropologia da Dança apareceu primeiro em Insular.

]]>
Organizadora: Giselle Guilhon Antunes Camargo
Tradutores: Giselle Guilhon Antunes Camargo, Leonardo Pires Rosse e Maria Acselrad

ISBN: 978-85-7474-698-2
Páginas: 192 il.
Peso: 440g
Ano: 2013

Até as últimas décadas do século vinte, os estudos antropológicos em dança estiveram, em sua maioria, restritos às danças referidas como “outras” em relação às danças teatrais europeias e norte-americanas. A etnografia era a abordagem preferida para estudos em dança que demonstrassem interesse acadêmico por gêneros que fossem rotulados como primitivo, folk, tribal, social, popular, nativo ou, simplesmente, não europeu-americano. O desafio da Antropologia da Dança no século vinte e um não é apenas o de empregar o método etnográfico para investigar a dança, mas também o de apontar uma nova linha de investigação capaz de revelar como e porque a dança pode funcionar como ação social discursiva e afetiva de uma ordem humana particular. A chave para a abordagem antropológica da dança é a busca pela compreensão e pela comunicação do “êmico”, ou seja, a perspectiva dos participantes. A perspectiva êmica pode mudar com o tempo, assim como variar de pessoa para pessoa e é esse conhecimento que os etnógrafos contemporâneos da dança revelam aos seus leitores.

“A dança pode ser definida mais propriamente como um comportamento humano, composto, do ponto de vista do dançarino, de sequências voluntárias, que são intencionalmente rítmicas e culturalmente estruturadas.” Judith Hanna

“A dança é uma forma cultural engendrada pelos processos criativos de movimentação dos corpos humanos no tempo e no espaço. A forma cultural produzida, apesar de seu caráter efêmero, possui um conteúdo organizado. Manifestação visual das relações sociais, ela poderia ser o objeto de estudo de um sistema estético elaborado, relevante certamente para o campo dos antropólogos.”Adrienne Kaeppler

“O que é de especial interesse para os antropólogos é a possibilidade de que a dança seja um tipo especial de atividade social que não pode ser reduzida a nenhuma outra categoria, e que a invocação de seus símbolos pode comunicar e gerar certos tipos de experiências que não podem ser vivenciadas de nenhuma outra forma.” John Blacking

“Os conceitos relativos à dança variam consideravelmente segundo as culturas e as línguas do mundo. Algumas línguas não possuem termo genérico para essas atividades que chamamos de dança, mas denominações específicas para cada tipo de dança. E se termos genéricos existem, eles não cobrem necessariamente, ou mesmo raramente, o mesmo campo semântico que o verificado na Europa contemporânea.” Hugo Zemp

Giselle Guilhon Antunes Camargo é professora e pesquisadora na Universidade Federal do Pará (UFPA), atuando nos Cursos de Graduação em Dança, em Teatro e em Música, na Especialização em Estudos Contemporâneos do Corpo e no Programa de Pós-Graduação em Artes (PPGArtes). Ministrou, entre 2008 e 2013, as disciplinas Dança, Cultura e Sociedade I e II, Antropologia da Dança, Antropologia do Teatro, Corpo em Cena, Corpo e Performance, Etnocenologia e Pesquisa e Procedimentos Metodológicos em Artes. Orienta pesquisas de graduação e pós-graduação, voltadas para o estudo das formas expressivas —gêneros e estilos de dança, performance, ritual, etc. —, com ênfase nas correntes teóricas provenientes da Antropologia da Dança, da Antropologia Teatral, dos Estudos da Performance, da Etnocenologia e da Etnologia Ritual. Coordena o Grupo e Projeto de Pesquisa CIRANDA (Círculo Antropológico da Dança). É autora dos livros Sama: etnografia de uma dança sufi (2002) e Mukabele: ritual dervixe (2010) e Antropologia da Dança II (2015).

 

 

O post Antropologia da Dança apareceu primeiro em Insular.

]]>
https://novo.insular.com.br/produto/antropologia-da-danca-i-indisponivel/feed/ 0
Miss Universo – Um olhar antropológico https://novo.insular.com.br/produto/miss-universo-um-olhar-antropologico/ https://novo.insular.com.br/produto/miss-universo-um-olhar-antropologico/#respond Mon, 02 Feb 2026 01:44:39 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/miss-universo-um-olhar-antropologico/ Autora: Ana Maria Fonseca de Oliveira Batista ISBN: 978-85-7474-702-6 Páginas: 232 Peso: 350g Ano: 2013 Capa: Rodrigo Poeta *** O Concurso Miss Universo, desde os anos 1960 e durante longo período encantou muitas gerações como um superevento. Neste livro a autora nos mostra como o Miss Universo constrói gênero, uma vez que reforça um dos […]

O post Miss Universo – Um olhar antropológico apareceu primeiro em Insular.

]]>
Autora: Ana Maria Fonseca de Oliveira Batista

ISBN: 978-85-7474-702-6
Páginas: 232
Peso: 350g
Ano: 2013

Capa: Rodrigo Poeta

***

O Concurso Miss Universo, desde os anos 1960 e durante longo período encantou muitas gerações como um superevento. Neste livro a autora nos mostra como o Miss Universo constrói gênero, uma vez que reforça um dos elementos centrais do feminino, a beleza, sob a crença de que ela é “natural”. O discurso desse certame, no entanto, tem diferentes sentidos, oscilando entre o inato e o adquirido. Ao longo do tempo o que muda são os valores associados ao gênero dissimulados no conceito de beleza. A autora estuda o evento como um espaço de construção de gênero ao pesquisar e analisar durante quatro décadas e meia, desde a veiculação do concurso nas mídias impressa e audiovisuais até entrevistas com ex-misses Brasil e Universo.

A MSc Ana Maria Fonseca de Oliveira Batista é bacharel em Biologia, mestra em Antropologia Social, doutoranda em Estudos da Tradução, todos na Universidade Federal de Santa Catarina, professora e tradutora de língua inglesa com formação em Cambridge e professora de língua francesa com formação na Aliança Francesa.

Contato: GraalGaya@gmail.com

Introdução

Esta dissertação e todo o trabalho que conduziu a ela representam uma tentativa no sentido de alcançarmos um entendimento mais amplo, não só acerca dos concursos de beleza, mas primordial e principalmente da construção das feminilidades no Brasil.
De modo mais especifico, nosso objetivo é discutir o Miss Universo como um espaço de construção de gênero em um de seus aspectos, o da construção de um tipo particular de beleza e dos valores nele embutidos. Em termos mais gerais, isto se reflete numa melhor compreensão da sociedade em que vivemos, já que, mesmo sendo o foco do estudo que estamos apresentando, os ideais de beleza e feminilidade enfatizados pelo concurso não foram, e não poderiam ter sido, discutidos isoladamente.
Ao falarmos de ideais de beleza e feminilidade, calcados em conceitos construídos, já evidenciamos seu caráter cultural e tornamos evidente a inserção desta pesquisa no campo de Gênero.
Segundo Grossi (1993:2), gênero é um conceito usado para abordar as relações entre homens e mulheres, relações que não são cristalizadas e que podem se modificar em diferentes situações culturais e históricas; gênero diz respeito a tudo que é social, cultural e historicamente determinado.
É o fato dos conceitos em questão não serem inatos nem cristalizados, o fundamento para a colocação da pergunta que norteia nosso trabalho: quais foram os ideais de beleza e feminilidade enfatizados pelo Miss Universo nas décadas de 1950 a 1990 no Brasil?
Acreditamos ser possível dar uma resposta a essa pergunta, fazendo uma análise que abrangesse o Miss Universo em si (sua concepção), a apropriação brasileira por parte da imprensa e o significado dos concursos no Brasil. E foi para isso que nos empenhamos aqui.
Mas antes que se empreenda essa análise há uma obrigatoriedade, que é apresentar a temática, falar sobre o tipo de Antropologia que se pretende praticar e descrever os procedimentos adotados na pesquisa, o que é feito no primeiro capítulo, A Pesquisa – Referencial Teórico e Metodologia, onde retomamos nossa relação com a realidade empírica que nos propusemos a estudar e alguns dos trajetos percorridos até chegar ao recorte evidenciado nesta dissertação e, falamos sobre a antropologia geertziana (conceito semiótico de cultura e o empreendimento etnográfico como um “risco elaborado para uma ‘descrição densa”), sobre o dialogismo, conforme percebido por Mikhail Bakhtin, e sobre noções de Marcel Mauss,2 no que concerne ao papel que têm neste trabalho, além de descrever a metodologia utilizada em todo o processo que lhe deu forma.
O segundo capítulo, O Gênero,”A Beleza”, evidencia nossa posição teórica dentro do campo de estudos de Gênero e,traz uma pequena “história da beleza”, que é colocada mais no sentido de ratificar nossa posição em relação à “beleza” e de introduzir o Miss Universo, servindo como ponto de referência a comentários posteriores, do que no sentido de se constituir em um histórico propriamente dito, o que exigiria enfoques e resgates diferentes. Também neste capítulo, ainda falando sobre posicionamentos em relação à beleza, aborda-se outras maneiras de vê-la.
No terceiro capítulo, O Miss Universo − Uma Etnografia, inicia-se a etnografia propriamente dita, falando-se sobre o concurso em si, sua concepção e atores sociais, abordando-o tanto como programa televisivo quanto como material da mídia impressa.
Já no quarto capítulo, Critérios de beleza − Uma construção particular de beleza feminina no Miss Universo, discutimos como se dá essa construção e mostramos os modelos, os ideais de beleza e feminilidade enfatizados pelo Miss Universo durante as últimas décadas.
Diferentemente dos conteúdos que se estendem do primeiro ao quarto capítulo que, embora não sejam compartimentos estanques, representam cortes ou seccionamentos essenciais como condição prévia a nossa própria discussão, o capítulo V, Concepções de beleza no Miss Universo como um espaço de construção de gênero − Considerações finais, apoiado no referencial teórico, e numa “interlocução” mais intensa com autores que estudam a influência da mídia na estruturação de identidades, tenta dar uma visão global do que foi exposto, bem como, sem a pretensão de um caráter conclusivo, discutir alguns pontos importantes e preocupantes, levantados em consequência das duas grandes questões por nós abordadas no decorrer do trabalho: os diferentes significados da beleza enquanto ‘mística feminina’ e o concurso Miss Universo – visto como um evento ideológico produzido por diferentes articulações (mídia, globalização cultural etc.).

 

O post Miss Universo – Um olhar antropológico apareceu primeiro em Insular.

]]>
https://novo.insular.com.br/produto/miss-universo-um-olhar-antropologico/feed/ 0
Mukabele: Ritual Dervixe https://novo.insular.com.br/produto/mukabele-ritual-dervixe/ https://novo.insular.com.br/produto/mukabele-ritual-dervixe/#respond Mon, 02 Feb 2026 01:41:08 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/mukabele-ritual-dervixe/ Giselle Guilhon Antunes Camargo ISBN: 978-85-7474-450-6 Páginas: 224 Peso:350g Ano: 2010 A Tradição denominada no Ocidente de Sufismo e no mundo mulçumano de Tasawwuf conta com várias escolas (tariqat) distintas. São ordens que levam, em geral, o nome de seu fundador ou de uma pessoa muito significativa em sua história, ou ainda, um nome que […]

O post Mukabele: Ritual Dervixe apareceu primeiro em Insular.

]]>
Giselle Guilhon Antunes Camargo

ISBN: 978-85-7474-450-6

Páginas: 224
Peso:350g

Ano: 2010

A Tradição denominada no Ocidente de Sufismo e no mundo mulçumano de Tasawwuf conta com várias escolas (tariqat) distintas. São ordens que levam, em geral, o nome de seu fundador ou de uma pessoa muito significativa em sua história, ou ainda, um nome que descreva sua função.

Mukabele: ritual dervixe, versa, exatamente, sobre esta atividade – sua pré-existência, no contexto sufi persa, sua evolução histórica, sua estrutura ritual e musical, sua permanência, como Tradição, na Turquia contemporânea, sua práxis, seu esoterismo implícito.

Obras da autora publicadas pela Editora Insular:

Antropologia da Dança I (2013)

Antropologia da Dança II (2015)

O post Mukabele: Ritual Dervixe apareceu primeiro em Insular.

]]>
https://novo.insular.com.br/produto/mukabele-ritual-dervixe/feed/ 0
Ordem e progresso: o Brasil dos gaúchos https://novo.insular.com.br/produto/ordem-e-progresso/ https://novo.insular.com.br/produto/ordem-e-progresso/#respond Mon, 02 Feb 2026 01:02:12 +0000 https://novo.insular.com.br/produto/ordem-e-progresso/ ETNOGRAFIA SOBRE A DIÁSPORA GAÚCHA Autor: Jakzam Kaiser ISBN: 85-7474-004-7 Páginas: 168 Peso: 310g Ano: 1999 *** Pesquisa etnográfica sobre os gaúchos fora do Rio Grande do Sul, com estudos de caso realizados em Buritis (MG) e outros espaços regionais de identidade gaúcha em Mato Grosso, Bahia e Bolívia que mantêm vínculos entre si e […]

O post Ordem e progresso: o Brasil dos gaúchos apareceu primeiro em Insular.

]]>
ETNOGRAFIA SOBRE A DIÁSPORA GAÚCHA

Autor: Jakzam Kaiser

ISBN: 85-7474-004-7

Páginas: 168

Peso: 310g

Ano: 1999

***

Pesquisa etnográfica sobre os gaúchos fora do Rio Grande do Sul, com estudos de caso realizados em Buritis (MG) e outros espaços regionais de identidade gaúcha em Mato Grosso, Bahia e Bolívia que mantêm vínculos entre si e com os gaúchos de Buritis. Através do olhar antropológico, o autor buscou entender a construção da representação do “ser gaúcho” fora do RS e seu uso como estratégia política para posse e ocupação de territórios; a interação dos gaúchos fora do RS com outros grupos sociais, e o estabelecimento de uma rede étnico-regional gaúcha transnacional.

 

O post Ordem e progresso: o Brasil dos gaúchos apareceu primeiro em Insular.

]]>
https://novo.insular.com.br/produto/ordem-e-progresso/feed/ 0